28/04/2009

A (DES)EDUCAÇÃO, DA SRª MINISTRA...


É no mínimo, estranho... para não dizer outra coisa feia. Estes políticos da treta, partidarizados, só sabem uma coisa, GAMAR. É claro, que é tudo dentro da legalidade, nem se põe isso em questão. Os professores, que se amanhem, bebam cautelas ao pequeno almoço, porque um professor, daqueles com cartãozito de militante, foi promovido a imagine-se, a PRESIDENTE DO CONSELHO CIENTÍFICO PARA A AVALIAÇÃO DE PROFESSORES, organismo que depende directamente da ministra, sinistra, "Milu". Até aqui, tudo bem, mas o que é que este ministério decidiu fazer a mais, vejam a seguir, o despacho publicado em DR.

Despacho n.º 9810/2009: subsídio mensal de residência de € 941,25!


Despacho n.º 9810/2009 Considerando que, nos termos do disposto no Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, pode ser atribuído um subsídio de residência aos titulares do cargo de director -geral e de outros expressamente equiparados, à data da nomeação no local onde se encontre sediado o respectivo organismo; Considerando que o Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, lugar expressamente equiparado a director -geral, tem a sua residência permanente em Aveiro: Assim, nos termos do disposto no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, determina -se o seguinte: 1 -- É atribuído ao presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, um subsídio mensal de residência no montante de € 941,25, a suportar pelo orçamento da Secretaria -Geral do Ministério da Educação e actualizável nos termos da portaria de revisão anual das tabelas de ajudas de custo. 2 -- O presente despacho produz efeitos desde 1 de Novembro de 2008. 12 de Fevereiro de 2009. -- O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. -- Pela Ministra da Educação, Jorge Miguel de Melo Viana Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da Educação.

E agora, pergunto eu: - E os professores desterrados, e longe da família, obrigados a dar aulas muitas vezes a 200 Kms de distância, não recebem subsídio, Porquê?
E ainda lhe espetam com esta afronta, de porem um fulano para os avaliar, deslocam-no e pagam-lhe quase mil euros por mês de subsídio, para ele ROUBAR nas carreiras os professores, e dar ao estado milhares de euros todos os anos com esses roubos.

Pensem o que quiserem, mas isto tem dias... ai tem tem...

@Fernando Marques
Pulseira Electrónica

26/04/2009

DESCUBRA AS DIFERENÇAS


Nuno Álvares Pereira foi Condestável do Reino, comandante do exército português aos 23 anos, herói invicto dos Atoleiros, Aljubarrota e Valverde que, contra a família, defende a Pátria invadida, o 2.º conde de Arraiolos, 7.º conde de Barcelos, 3.º conde de Ourém e fundador da toda poderosa Casa de Bragança: teve tudo e tudo cedeu. Nuno é o nobre, chefe militar, dirigente e rico, que larga em 1423, os títulos, a espada, o poder, a glória e o fausto, os bens e o dinheiro que distribui pela família, pelos companheiros e pelos mais necessitados, para ingressar no Convento do Carmo, onde se torna um humilde frei porteiro, se dedica à oração, à humildade e à caridade. Foi canonizado pelo Papa Bento XVI, entretanto soube de fonte segura que já se encontra na Santa Sé uma delegação Portuguesa para pedir a beatificação de santo socretino que em tudo se compara com o Condestável tantos os milagres que já fez, ele foi o milagre do canudo, o milagre da mãe, o milagre do Freeport, etc.
Tantos milagres que precisava de dois blogues para os enumerar, foi preciso passarem tantos séculos para aparecer outro santo feito Dom Sebastião que entre o nevoeiro apareceu para salvar Portugal, um verdadeiro mártir como todos os que morreram no Coliseu de Roma, estamos safos, ontem fez 35 anos do 25 de Abril, hoje eu digo acabem com a democracia e metam o santo socretino como rei mono ou pequeno ditador. Se ele voltar a ganhar as eleições fujo para Espanha e escondo-me num mosteiro a rezar por ele o resto da vida, por ele ou pelas vítimas dele!





Entretanto descobri uma musica porreira pá e quem quiser ouvir carregue em baixo:








17/04/2009

ROUBAGAL, TERRA DE TOUROS E TOUREIROS...

Escusado será dizer, que em terras lusas, terra de touradas, futebol e fado, touros e toureiros, quem não for toureiro...

Recebi, mais um escândalo, nada que me espante, ou não esteja já habituado, neste fato subversivo que nos tolhe os movimentos e nos asfixia a alma. O que se segue, é impróprio para consumo de gente honesta, só comestível por vigaristas e maltrapilhos da extorsão.

Começa assim:

O ROUBO CONTINUA...


O ministro das Finanças autorizou a concessão de um subsídio de Alojamento a Ascenso Simões, secretário de Estado da Protecção Civil, no montante de 75% do valor das ajudas de custo estabelecidas para os vencimentos superiores ao índice 405 da Função Pública, ou seja, são mais 1300 euros por mês


O pprio Teixeira dos Santos recebe este subsídio por não possuir residência em Lisboa. Está a viver no Porto, tendo residência oficial em Lisboa. Continua a dar aulas, ele e a mulher, na Universidade, no Porto e é Presidente da Bolsa de Valores do Porto.

Enquanto estes canalhas andam a roubar o direito ao salário e à carreira dos funcionários, ao mesmo tempo pagam-se a eles próprios 'subsídios de residência', cujos montantes são superiores ao que auferem mensalmente 80% dos funcionários no seu próprio salário! E isto só em 'subsídio'! Ou seja, a técnica é esta: Rouba-se a muitos, para dar muito, a poucos! Esta é a política do desgoverno, dito 'socialista'!


Além destes todos ainda temos a deputada invisísivel Matilde de Sousa Franco que recebe subsídio como vivesse em Coimbra, quando a sua casa é ao lado do jardim da Estrela. Além deste dinheirinho todo ainda recebe pensão como reformada como Directora do Museu ( Reforma que alcançou com 50 anos) e parte da reforma de seu marido.

Repare-se, na "figura" do nosso PM da foto...


Actualizado dia 18/04/2009, ás 18:30

Soube-se agora, divulgado pela TVI, e com imagens e tudo, que afinal o nosso PM, tem o rabinho bem trilhado no caso "Freeport", a única estação de televisão "isenta" para já, é que vai dando a notícia...
Clica Aqui, para veres o Vídeo.

@Fernando Marques

14/04/2009

PARA REFLECTIR

Se os colegas deste blogue concordarem a música oficial do blogue será esta: http://www.youtube.com/watch?v=zz9C0xaLTxE&feature=player_embedded
Sem ofensa a ninguém.
Há uns anos atrás li um estudo publicado num jornal nacional onde as contas feitas mostravam uma triste realidade: sai mais barato manter os Reis de Espanha durante 29 anos do que se fazer eleições para presidente da Republica em Portugal.
Ou seja: de cinco em cinco anos gastamos milhões para eleger um rei mono que nada faz e ainda por cima representa mal o seu papel que seria entreter os portugueses, já na vizinha Espanha o mesmo dinheiro que gastam para manter um Rei verdadeiro a representar a nação durante 29 anos custa o mesmo que nós ricos portugueses gastamos de cinco em cinco anos.
Depois reparo o exemplo do Rei espanhol aquando da tentativa de golpe de estado em 23/02/1981, que com uma grande frontalidade ajudou e muito a solucionar o problema e a manter a unidade nacional, por cá no Portugal sanitário assistimos diariamente a pequenos e grandes golpes contra a democracia e o povo português enquanto o rei mono Cavaco Silva vai assistindo a tudo carrancudo e sem esboçar o mínimo sentimento patriótico, já outros presidentes como o que talvez maior rei mono presidente de Portugal que tivemos, o Mário Soares, que quando chegou do exílio logo após o 25 de Abril tratou em Santa Apolónia de limpar os pés à bandeira Portuguesa tendo sido elogiado e aplaudido por todos aqueles que o foram receber como herói. Vergonha. Soares tratou de inventar desde as presidências abertas até as viagens de promoção da imagem do País, tudo porque se chateava de ficar no palácio aturar a mulher, isto fez-me lembrar de um outro socialista que nas palavras de um familiar meu que é Engenheiro Civil e de Minas e que esteve um dia para fazer mais uma especialização precisamente a mesma do alegado curso que José Sócrates afirma possuir, jantando em minha casa ele explicou como pôde o nosso primeiro só com três cadeiras ter o curso quando na mesma altura esse meu familiar tinha que fazer doze apesar de já ser Engenheiro? E ainda gracejou ao afirmar que tinha que ir às aulas e não podia fazer as cadeiras por fax ou ao Domingo.
É altura de todos nós reflectirmos acerca destas questões que custam muito ao País, a solução é acabar com o cargo de presidente da Republica e impor uma Democracia Directa como existe na Suiça, só assim o Povo terá voz e mal exista a suspeita de alguma ilicitude por parte de quem nos governa poder-mos fazer um referendo a perguntar se o queremos manter ou mandar para a cadeia. Isto faz-me lembrar um caso que me tinham enviado para o blogue que alguém teve a amabilidade de apagar, trata-se do presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Macedo Vieira e do seu vice-presidente Aires Pereira, o primeiro recebeu ordens dum Organismo do Estado para devolver metade do seu ordenado como presidente da câmara porque o tinha recebido ilegalmente visto ser sócio gerente de uma empresa de construção civil???
Quanto ao seu vice-presidente foi julgado e condenado pelo tribunal por abuso de poder devido ao facto de ter arranjado uma panela e um tacho a um tal Dourado que abandonou funções na câmara municipal e assim foi reformado compulsivamente com uma reforma milionária. Tratam assim os dinheiros da autarquia, curiosamente os dois se mantêm no cargo como chefes máximos da Histórica terra da Póvoa de Varzim, envergonhando as suas gentes claro está e dando mostras de como se faz politica em Portugal tipo caciquismo de empreiteiro/presidente que assim conhecedor das alterações do PDM local ou com acesso a informação privilegiada pode fazer o que qualquer empreiteiro faz!
A Justiça não funciona, assim como as Leis e os Tribunais, os factos estão à vista, de uns tempos para cá começou a ser estranho que Macedo Vieira que é do PSD ande a elogiar o José Sócrates do PS, numa visita recente a Lisboa para lhe entregar um prémio atribuído pela LIPOR coincidente com a data de uma reunião geral da maçonaria para entrada de novos membros, veio levantar suspeitas de que lado estará verdadeiramente Macedo Vieira e José Sócrates, seria interessante saber se estiveram lá presentes os dois. De resto só resta acrescentar para quem quiser conhecer melhor Macedo Vieira dizer que ele era médico profissão que abandonou para se entregar à politica, deve ser por isso que temos falta de médicos, depois trata-se de um reformado que recebe uma boa reforma, de seguida sei também que recebe ordenado da LIPOR, do Metro do Porto, das Águas do Cavado, Varzim Lazer, etc.
Isto são as informações que me deram sem contar as senhas de presença que recebe de certeza de todos estes lados além de outros benefícios, sabe-se lá quais, e nem quero saber! Sei sim que quem me está a ler deve estar a pensar como é possível isto tudo, é sim senhor possível, na Póvoa de Varzim já se fala que o próximo presidente da terra possa vir a ser o Jean-Bédel Bokassa que ao que se sabe ressuscitou e inscreveu-se no PSD e no PS ao mesmo tempo, podem assim ficar descansados os poveiros que não vão estranhar nada na próxima legislatura.



11/04/2009

BULA

Boa Páscoa para todos, crentes ou não crentes, comedores de carne ou de peixe, tanto faz, podem pagar a Bula ou ficar a deve-la que isso não interessa a quem pratica Democracia Directa, em tempos antigos tanto como agora era costume pagar a Bula à Santa Sé de quem queria comer carne por altura da Páscoa, pagava-se e o pecado já não contava da lista dos que iam para o inferno.
Os tempos mudaram. Agora as Bulas são outras, feitas de pagamentos em off shores ou debaixo da mesa, os pecados esses são maiores, mas continuam em perdão por milagres novos encontrados nos buracos das leis onde uma vírgula muda todo o sentido e onde uma lei muda trinta crimes em uma só pena a pagar, no caso dos pedófilos.
Sabemos que já aconteceu no passado e ninguém se preocupou em mudar essas leis, porquê; porque ela serve um futuro/deles onde os mesmos que aceitam o poleiro e o poder durante anos a fio e sabem que podem vir a ter necessidade delas. Afinal foram eles os criadores dessas leis, a nova Bula nos dias de hoje serve na mesma como forma de pagamento de pecados, só que a religião é outra como atrás perceberam, agora chama-se politica e jogos de interesses, podem ser mações ou pertencer à opus dei, todos exercem um poder bíblico falso sobre o Povo, Deus não criou a Bíblia, foram os homens que a escreveram.
Posso assim afirmar sem qualquer duvida que tanto as leis que o poder não respeita, como a Bíblia que ninguém respeita e acrescento o Corão ou outros que tais, mostra que, estamos entregues a um grupo muito bem organizado que neste preciso momento só pensa como há-de crucificar o seu parceiro para ganhar poder nas próximas eleições. Como não me revejo em nenhum partido politico, vou votar no Camões, no fim dos meus boletins de voto vou acrescentar o nome dele e um quadrado que irei religiosamente inserir uma cruz, é o meu voto, a minha bula moral sem ter que pagar por isso. Podem achar que sou sarcástico, mas desde que andei a remexer os papéis do meu Bisavó e encontrei uma Bula de 1500 reis paga à Santa Sé só para ele poder comer carne por alturas da Páscoa, pus-me a pensar: a Bula está no nome dele, e o resto da família que sei também comeu carne nesses dias?
Transportando esta minha dúvida para os dias de hoje, pergunto: se um politico paga uma Bula ela serve para todos eles?
Cheguei à conclusão que sim.
Para saber mais acerca do que é uma Bula ler aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bula
Sinceramente que todos os políticos sem excepção se engasguem com as amêndoas!

10/04/2009

CARTA ABERTA AO PGR, DR. PINTO MONTEIRO...

Deixo aqui, tal qual como foi recebido no meu e-mail, a carta de um cidadão, que é advogado, ao procurador geral da República (PGR):

TERÇA-FEIRA, FEVEREIRO 10, 2009

Carta aberta ao Procurador Geral da República

Exmº Conselheiro PGR

Quero dizer-lhe que não gosto do seu desempenho enquanto Procurador-Geral da República. O senhor é uma pessoa da confiança do Partido Socialista, e segundo julgo saber ,um homem da Maçonaria, do GOL. A sua conduta no processo "Freeport" deixa-me muitas reservas. Comunicados sucessivos, onde se nota uma tendência socialista. O que não é normal em qualquer Estado da União Europeia. Como sabe, eu represento o Povo - aqueles indivíduos que vos dão de comer, que vos fazem as casas, os computadores, que vos pagam o salário - no Processo Freeport. Com o devido respeito, penso que V. Exª se se demitisse tiraria de cima de muitos portugueses preocupações. Gostaria que o PGR fosse estrangeiro. Admito frontalmente que não tenho confiança em V. Exª. Perdoar-me-á, mas creio que só se Portugal tiver pessoas fora do sistema de partidos portugueses poderá evoluir. Repare V. Exª que a Directora do DCIAP não me indicou o nº do inquérito do Freeport, senão 20 dias depois de eu o ter pedido!!! Em contraste com todos os países estrangeiros onde advogo, que logo que ligo de Portugal, usando o meu inglês rudimentar , o francês escolar, o italiano fraco ou o espanhol aportuguesado ,para não falar do árabe , logo me informam via telefone de tudo, se prestam a receber-me, me mandam mensagens, me respeitam!!!
Portugal está na lama! O PS controla tudo!
A PGA Drª Candida Almeida indicou-me ontem o número do processo, depois de eu o ter pedido em 20 de Janeiro de 2009!!! Indicou-me quando sabia que eu já não precisava , pois tinha entregue requerimentos para a constituição de assistente do meu cliente no caso "Freeport" e feito requerimentos a pedir a constituição de equipas mistas, luso-britânicas , para a investigação. Nem no Burkina Faso isto era aceitável!!! Num processo em que qualquer pessoa se pode constituir assistente, seja o índio da Amazónia, seja o aborígene da Austrália, o esquimó do Alasca, ou o agricultor da mais recôndita província chinesa! Portugal vive na Idade Média, agarrado a esquemas mentais que o têm afundado e desmerecido na comunidade internacional. É uma vergonha o que se tem passado em muitos processos que envolvem pessoas com poder político. O processo contra o professor de José Sócrates esteve anos e anos a fio sem ter conclusão.
O que fez V. Exª para que esta situação se alterasse?
O Bastonário da Ordem dos Advogados anda a falar e a ofender tudo e todos e o que fez a PGR? Nada!
Por acaso V. Exª já mandou abrir um inquérito tendente a apurar os crimes cometidos pela Ordem dos Advogados no caso Casa Pia?
Advogados nomeados pela Ordem dos Advogados para as vítimas e para a Casa Pia?!
Vivemos no Estado Novo , Sr. PGR?
Porque é que o Mº Pº impediu a prisão de Carlos Cruz e outros, quando foram mandados prender?
Alguma vez tinha antes agido assim na Boa Hora?
Diga-me, esclareça-me o número do processo, senhor Procurador–Geral da República! Porque razão a PGR indicou o Dr Aibéo para ser o Procurador no caso Casa Pia? Esclareça os portugueses! Quando ele não era o Procurador da Vara?
O que fez a PGR quando o processo casa Pia se arrasta há mais de 4 anos? Com apenas 7 arguidos!?
A PGR já pensou em investigar os crimes denunciados pelo Bastonário da Ordem dos Advogados e imputados a membros dos conselhos distritais?
Gostaria, Sr. PGR, enquanto advogado, enquanto cidadão português , que V. Exª esclarecesse os portugueses porque motivo não manda investigar as condutas de membros da Ordem dos Advogados, que manobraram, manipularam o caso Casa Pia!
A PGR tem medo do poder desses advogados e escritórios do regime socialista/socialdemocrata? E gostaria que V. Exª esclarecesse os portugueses se está a ser pressionado pelo Poder Político no caso Freeport!
Porque , como V. Exª sabe, Portugal está na lama a nível internacional, o Poder Político, via Maçonaria e PS , domina o Poder Judicial.
Por exemplo , seria bom ver o PGR a mandar abrir processo crime contra Marinho Pinto, depois de inúmeras noticias sobre o caso Joana!
O PGR não pode ter medo do PS , nem pode ter medo da maçonaria.
Actue , Sr. PGR, porque o Bastonário da Ordem dos Advogados está a ofender tudo e todos e a PGR ou tem medo do Bastonário e do PS ou então está desatenta.
Quem , como o Bastonário, que recebeu 36,00 € por uma consulta ao assistente do processo Freeport, e não teve coragem de o defender em Cantanhede, não pode estar a ofender magistrados e colegas impunemente. Tenha coragem Sr. Procurador-Geral da República, mesmo que tenha sido nomeado pelo PS, porque a honra e a vergonha, a verdade e a justiça não estão sujeitas a transigências.

O Mundo está de olhos em nós!

Cumprimentos,

O cidadão português. (com honra e vergonha)

José Maria Martins
Advogado

03/04/2009

CONTAGEM DO TEMPO DE SERVIÇO... é no mínimo estranho, para não dizer, escandaloso!

Actualizado dia 8/4/2009 às 20:36

A estranheza, começa num ou outro "post", difundido pela blogosfera, e que o Sr. Deputado Vasco Franco, respondeu às perguntas emanadas pelo cidadão Abreu dos Santos (Pai), e que me foi enviado por e-mail, que quase se transforma em telenovela, qual romance policial. Não sou de fazer juizos de valor, muito menos de acusar alguém, sem provas, mas as incongruências das declarações deste senhor, são no mínimo curiosas, senão vejamos:
1 - Tudo começa, com o e-mail, dirigido ao ilustre Deputado de todos nós, dando conta do seguinte:

O leitor de um semanário informava ontem, dia 31 de Março de 2009, que «apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, "número dois" do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já aposentado», considerando-se também a sua «contagem do tempo de serviço [...] outro privilégio raro», designadamente porque «três anos foram para o serviço militar» e daquele «recebe ainda mais € 900 de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril».

Acaso não seja "mentira do 1º de Abril", imprescindível se torna saber, ao certo:
1. Em que Unidade das FA's portuguesas prestou serviço militar aquele senhor Vasco Franco;
2. Em que precisos local, data e circunstância terá «sido ferido em combate em Moçambique»;
3. Se está inscrito na ADFA.
4. E onde pode ser consultado o processo que apreciou os alegados "ferimentos em combate" e, por tal, lhe concedeu a citada pensão vitalícia de 900€ mensais.


a msg infra, foi reenviada às 14:50 de hoje, 01Abr2009, para o email institucional do deputado Vasco Franco

Anteriormente na Blogosfera e na imprensa, já circulava isto:




2 - E o que é que este nosso ilustre Deputado resolveu responder, vejamos:

data 2 de Abril de 2009 11:17
assunto RE: Correio do Cidadão: Contagem do Tempo de Serviço

Apesar do tom pidesco da sua mensagem, esclareço que fui ferido num acidente em acção de campanha, numa coluna que sofreu dois ataques, em momento diferente do acidente, quando se deslocava entre Marrupa e Mecula (sede da minha companhia), no Niassa, norte de Moçambique. Conservo numa perna os ferros que foram colocados na altura. Sou um dos sócios mais antigos da ADFA e sou sócio da Associação de Operações Especiais.
Com os melhores cumprimentos

Vasco Franco

PS: A notícia que circula na net e em vários jornais tem um conjunto de falsidades. Eu tenho 57 anos, aposentei-me com 30 anos de serviço efectivo e 39 anos de descontos (fiz descontos em dobro correspondentes a 9 anos de trabalho como autarcas, como a lei permitia na altura – hoje já não permite, por decisão do actual governo) e com base no valor dos descontos realizados nos doze anos anteriores, que incidiram sobre a remuneração como autarca. Basta perceber alguma coisa de função pública para saber que um vereador ganha mais do que um técnico superior de 1ª classe (ao contrário do que diz a notícia).

Vamos então, explanar o seu "curriculum":




Data de Nascimento: 27-04-1952 (BI nº 2052970)
Habilitações Literárias: Curso Geral do Comércio.
Cargos exercidos: Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique.
Comissões Parlamentares a que pertence: Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias; Comissão de Saúde; Subcomissão de Administração Interna.

3 - Mas a troca de mimos continua, e assim sendo, seguimos às trocas de e-mails:

De: Abreu dos Santos
Enviada: quinta-feira, 2 de Abril de 2009 12:57
Para: Vasco Franco
Cc: Liga dos Combatentes; Assoc. dos Deficientes das FA's; Assoc. de Comandos; Assoc. de Especialistas da FAP; Assoc. de Fuzileiros; Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra; Assoc. dos Combatentes do Ultramar Português; Assoc. dos Antigos Combatentes do Algarve; forum@terraweb.biz; historiasdaguerra@correiomanha.pt
Assunto: Re: Re: Contagem do Tempo de Serviço


Exmº Sr. Deputado Vasco Seixas Duarte Franco,
Agora, falta ainda retractar-se da insinuação de "tom pidesco" com que acintosamente adjectivou a legítima indagação, tão somente relacionada com o seu serviço militar, a qual ficou – e se mantém –, substantivamente, sem qualquer resposta.
Atentamente,
João Carlos Abreu dos Santos
(BI *********) Omitido pelo autor deste blog
(veterano do Ultramar)

4 - Ao que este respondeu:

2009/4/2 Vasco Franco
para Abreu dos Santos
data 2 de Abril de 2009 16:21
assunto RE: Re: Contagem do Tempo de Serviço
Meu caro


Não sei que resposta pretende mais? Saber quantos meses estive internado no Hospital Militar de Nampula, onde fui operado, e no Hospital da Estrela onde fiz parte da reabilitação? Quem era o meu comandante de companhia… Penso que a sua “legítima indignação” parte de um pressuposto que eu não posso aceitar, que é o de que ao fim destes anos todos tenho que justificar algo que está justificado à partida. Sendo veterano sabe, como eu, o que aparentemente quem inventou a noticia não quis saber: o período que se seguiu ao 25 de Abril foi um dos mais duros da guerra no Niassa e em Cabo Delgado, porque a Frelimo queria ganhar peso negocial. Morreu muita gente nesse período, incluindo um dos camaradas do meu grupo de combate. E, realmente, desculpe que lhe diga, quem tinha tanta curiosidade pela vida das pessoas, era mesmo a PIDE…

Cumprimentos

Vasco Franco

5 - E para finalizar, não podia, o nosso ilustre, deixar de ficar sem mais uma "pedrita" no sapato, e a certeza das TAIS INCONGRUÊNCIAS que vos falei no início:


De: Abreu dos Santos
Enviada: quinta-feira, 2 de Abril de 2009 17:10
Para: Vasco Seixas Duarte Franco
Cc: Liga dos Combatentes; Assoc. dos Deficientes das FA's; Assoc. de Comandos; Assoc. de Especialistas da FAP; Assoc. de Fuzileiros; Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra; Assoc. dos Combatentes do Ultramar Português; Assoc. dos Antigos Combatentes do Algarve; forum@terraweb.biz; historiasdaguerra@correiomanha.pt
Assunto: Re: Re: Contagem do Tempo de Serviço (parte 3)

Exmº Sr. Deputado,
Vasco Seixas Duarte Franco, nascido em 27Abr1952, «Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique», Por meio do s/email , às 11:17 de 02Abr2009 informou para este email privado, que:
– «Fui ferido num acidente em acção de campanha, numa coluna que sofreu dois ataques, em momento diferente do acidente, quando se deslocava entre Marrupa e Mecula (sede da minha companhia), no Niassa, norte de Moçambique. Conservo numa perna os ferros que foram colocados na altura.»

Considerando a data de seu nascimento, não é credível que, com apenas 20 anos tivesse sido incorporado no Exército, feito a recruta e especialidade, e ainda nesse mesmo ano [1972] mobilizado e colocado no norte de Moçambique. A não ser, que tivesse voluntariamente ingressado nas fileiras.
A outra hipótese, tomando como correcto o pormenor disponível no respectivo CV online, como Alferes Miliciano com a especialidade de Operações Especiais – a qual somente era (é) obtida no CIOE-Lamego (quantos COEsp's ali foram ministrados em 1973?) –, terá sido mobilizado para prestar serviço na RMM em rendição individual e para aquela marchou, provavelmente, em finais de 1973 ou princípios de 1974.

Ora, em Mecula – sede do subsector militar AML que abrangia todo o nordeste distrital do Niassa –, à data de 25Abr74 estavam aquarteladas as seguintes Subunidades do Exército:
– a CArt3558 (subunidade operacional do BArt3887/RAL3-Évora), juntamente com o Batalhão e respectiva CCS, desde finais de Abr72 (mês de chegada a Moçambique) até cerca de Jun74, quando o mesmo BArt3887 foi recuado para a cidade da Beira;
– e a 3ª/BCac19 (subunidade da guarnição normal da RMM), na área de Mecula mas acantonada no Candulo e adstrita ao citado BArt3887, desde Abr72 até ser extinta pouco após o "Acordo de Lusaca" (07Set74).

Além disso, a única unidade que, em 25Abr74, se encontrava aquartelada em Marrupa – sede do subsector militar ARU que, muito mais a sul de Mecula, abrangia todo o vasto leste distrital do Niassa), era o BCav3888/RC3-Estremoz, saído de Lisboa em 27Jul72 e chegado àquele destino em 31Ago72, dali tendo saído ainda antes do "Acordo de Lusaca" [07Set74] e chegado a Lisboa em 24Set74. No entanto, além da 3ª/BCac14 (subunidade da guarnição normal da RMM), nenhuma das respectivas subunidades operacionais esteve colocada em Marrupa; nem em Mecula que, tal como acima indicado, pertencia a outro subsector.
Aliás, nenhumas outras Unidades ou Subunidades do Exército, entre Abr72 e Jun74, estiveram aquarteladas em Mecula e/ou em Marrupa.

Assim, terá Vasco Seixas Duarte Franco prestado serviço militar em «Mecula (sede da minha companhia), no Niassa», numa outra Unidade ou Subunidade, que não as acima mencionadas, em vista do que se mantêm as seguintes perguntas:

1. Em que exacta Unidade das FA's portuguesas prestou serviço militar o sr. Vasco Franco;
2. Em que precisos local, data e circunstância ocorreu o «acidente em acção de campanha» (que originou ter «numa perna os ferros que foram colocados na altura» e, por tal facto, ser desde há anos pensionista de 900€ mensais).

Note-se que estas questões estão implícitas em texto apócrifo e que, pelo menos desde 24Set2005, circula pela blogosfera sem que, até à data, tivessem merecido do visado quaisquer esclarecimentos, apesar de – como só agora vem afirmar, mas através de email privado –, o mesmo conter «um conjunto de falsidades».

Eis aqui uma belíssima oportunidade para, tanto através da imprensa como recorrendo a blogues e respectivos comentários, o visado poder vir finalmente desmontar o tal «conjunto de falsidades», uma por uma. Ou então, processar criminalmente "por injúria e difamação", o desconhecido autor do «conjunto de falsidades».
O que tenho por certo, é que o sr. Vasco Seixas Duarte Franco, militante de um partido politico, ex-autarca e actual deputado na AR, não pode nem deve – tal como outros seus pares, de qualquer partido político sem excepções –, tomar como «tom pidesco» umas quantas perguntas que, sobre o assunto lhe foram colocadas, correcta e educadamente, em domínio privado. Apesar de, bem vistas as coisas, se tratar de matéria que não é de seu fôro privado. É público.
E não valerá a pena tentar vislumbrar em tudo isto um qualquer intuito politiqueiro-eleiçoeiro. O sr. Vasco Franco teve todo o resto do ano de 2005, e todo o 2006 e 2007 e 2008, para
esclarecer. A Bem da Nação. Mas não o fez.
Atrevo-me a sugerir que pondere responder, não por email mas em comunicado de imprensa, aos centos de milhar de homens que andaram de canhota na mão, no mato.

Atentamente,
Abreu dos Santos

Nota do autor deste blog: Tudo que aqui acima está descrito, decorre do livre direito de cidadania, e da liberdade de expressão, não foi a fingir, e muito menos a brincar. Existe um poder, que é nosso, de exercermos a nossa cidadania, está nas nossas mãos deixarmos de ser como carneiros, e enfiarmos o rabinho entre as pernas enquanto todos eles se governam à nossa custa.

Actualizado em 8/4/2009

6 - Mas a "novela" continua, e recebi hoje mais uns capítulos, ora atentem:

de Vasco Franco
data 3 de Abril de 2009 10:00
assunto RE: Re: Contagem do Tempo de Serviço (parte 3)

Não sei onde foi buscar a data de 1972 para começar a fazer as suas contas. Como começou na data errada, tudo o mais não bate certo.
Respeito muito aqueles que entendem dar a conhecer a forma como viveram as suas experiências no ultramar, mas entendo que me reservo o direito de considerar isso matéria do foro privado. Ainda assim:
- Fui incorporado no RI 5 (Caldas da Rainha) em Abril de 1973; Fui fazer a especialidade no CIOE (Lamego) logo a seguir; Formei Batalhão nos Açores, no BI 18 (Arrifes, São Miguel); A instrução operacional no RI 1 (Amadora); A minha unidade em Moçambique foi o BC 4813/BI 18/RMM; Este Batalhão foi desmembrado, ficando o comando em Tete e a minha companhia no Niassa; A 3ª Companhia do BC 4813 foi a última unidade portuguesa presente em Mecula.
- Sou sócio da ADFA desde 1974.

A notícia que tem referido e difundido corre na net desde 2002. Teve origem numa notícia do Expresso, parcialmente desmentida no mesmo jornal, na edição seguinte (coisa que nunca interessou a quem se ocupa a divulgar isto). Como imagina seria tarefa impossível processar todos os que fazem um clique para divulgar pelas suas listas de endereços o que lhes chega a dizer mal dos outros… Além disso os tribunais não deixariam de atribuir a um mero equívoco situações que são falsas como a que lhe referi (e que pode verificar facilmente: um vereador ganha mais do que um técnico de 1ª) e outras, como a contagem do meu tempo de serviço efectivo no MAI. São situações que no conjunto atacam o carácter de uma pessoa, mas que, infelizmente, não serviriam para condenar ninguém.

Cumprimentos

Vasco Franco

7 - A seguir vem o Email dos nosso interlocutor:

2009/4/3
Exmº Sr. Deputado,
Vasco Seixas Duarte Franco, ex- «Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique»,

Agradeço a sua recente resposta à 1ª questão – que às 14.50 do pretérito dia 1 lhe havia apresentado –, qual era singelamente conhecer «em que exacta Unidade das FA's portuguesas prestou serviço militar».
Contudo, ainda se arroga «o direito de considerar isso matéria do foro privado».
Ora, do Estado é, de alguns anos a esta parte, beneficiário de uma pensão por «acidente em acção de campanha», pelo que tal "matéria" é de fôro público.
E assim sendo, sem sombra de quaisquer dúvidas, mal se entende em que deontologia sustenta a sua reserva em esclarecer a 2ª questão, e que se mantém inconclusa:
– Em que precisos local, data e circunstância ocorreu o «acidente em acção de campanha» (que originou ter «numa perna os ferros que foram colocados na altura» e, por tal facto, ser desde há anos pensionista de 900€ mensais).

No entanto, àquela acresce agora razoável dúvida, consequente à informação de que foi «incorporado no RI 5», Unidade militar que, como é sabido, à época apenas ministrava recruta/formação ao nível da Classe de Sargentos. Tendo em vista o seu CV online – designadamente a parte em que divulga ter desempenhado funções de «Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique» –, questiono informalmente, e uma vez mais em matéria que não é restrita de seu fôro privado:
– Enquanto ao serviço da 3ªBCac4813/74-BII18, no norte de Moçambique, era Furriel Miliciano graduado em Alferes?

Ademais, e porque anteriormente testemunhou que «morreu [...] nesse período [...] um dos camaradas do meu grupo de combate» – mas quanto àquele Batalhão apenas existem nesta data registos oficiais de dois mortos-em-campanha, ambos da 2ªCCac –, apelo ao seu respeito pela memória daquele seu camarada-de-armas, dignando-se referi-lo pelo nome.

E quanto ao mais que pormenoriza, ao caso nada de interesse vinha, nem vem, "difundir"; e, muito menos, replicar.

Atentamente,
Abreu dos Santos

...e ainda

Exmº Sr. Deputado,
Vasco Seixas Duarte Franco, ex- «Oficial Miliciano do Exército Português com a Especialidade de "Operações Especiais" e Comissão de Serviço em Moçambique»,

Em complemento de anteriores email, anexo ao presente digitalizações de notícias de imprensa(*), publicadas em 20Out2002, em 29Nov2005 e em 31Mar2009.

– «A notícia que circula na net e em vários jornais tem um conjunto de falsidades.» (Vasco Seixas Duarte Franco 'dixit' às 11:17 de 02Abr2009)

Da mais recente e legítima indagação – note-se que é indagação (e não "indignação") –, remetida às 16:29 de 03Abr2009, até ao momento não se dignou dar como recebida, sequer responder.

Cumpre assim, desde já, desmontar um "conjunto de falsidades".

1. Ressalvado o maior e devido respeito por cada um que ficou, de facto, "deficientado" (seja, incapacitado em maior ou menor grau) no corpo e/ou na mente em resultado de acções em campanha, enquanto ao serviço das FA's Portuguesas, certo é que intitular-se «sócio da ADFA», é atribuição – tout-court e para a grande maioria dos portugueses – onde tudo pode caber. Pois que o sr. Vasco Franco seja sócio da ADFA, a qual tem normas precisas de admissão de sócios, a mim me parece abusivo que o mesmo se intitule «deficiente das forças armadas», tanto mais que em tantos anos de serviço público nunca ninguém lhe notou deficiência alguma, a nível físico e/ou psíquico.

2. E «ferido "em combate"», todos sabemos que não é o mesmo que «ferido "por acidente em acção de campanha"»...

3. Desconheço qual a «notícia do Expresso, parcialmente desmentida no mesmo jornal, na edição seguinte (coisa que nunca interessou a quem se ocupa a divulgar isto)».
O que agora sei, é que as sucessivas «notícias» continham (contêem)
na realidade um «conjunto de falsidades».
Entre elas, a afirmação de ser «deficiente das forças armadas», é uma falsidade: quando e onde foi desmentida?
E mais uma, a afirmação de ter sido «ferido em combate», também é uma falsidade: quando e onde foi desmentida?
E ainda uma outra, a de, apenas com o CSM do RI5, poder ter chegado a «Oficial Miliciano»: quando e onde foi desmentida?

Atentamente,
Abreu dos Santos

(*) as digitalizações são as que estão mais acima no meio deste post

8 - E por fim, a resposta a este último e-mail:

de Vasco Franco
para Abreu dos Santos
data 9 de Abril de 2009 11:43
assunto RE: O "tom pidesco" e o "conjunto de falsidades" (parte 4)
As mentiras que acaba de divulgar são caluniosas e serão tratadas no local próprio.
O senhor sabe menos de forças armadas do que julga saber. Só um exemplo: eu nunca fui furriel e não fui graduado em oficial. No tempo em que prestei serviço militar eram seleccionados os melhores classificados na recruta do RI 5 para passarem aos cursos de oficiais milicianos. Foi o que aconteceu comigo. Frequentei o curso de oficiais milicianos do CIOE, saí de lá como aspirante e fui para Moçambique como alferes.
Do resto tratará o meu advogado.

Vasco Franco