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08/07/2010

O Nascimento e a Subida do Racismo em Portugal e o Crime Importado

Ao longo de todos os séculos da existência de Portugal não foi registado racismo no território metropolitano, e os casos coloniais foram entre os mais benignos no mundo e sem qualquer comparação com o que se passou com outros países colonizadores.

Nos EUA massacraram-se os índios e encurralaram-nos em grandes campos de concentração a que chamaram reservas. Na Austrália caçavam-se os autóctones e os cangurus enquanto se exterminavam várias raças de animais marsupiais. Os franceses também ficaram bem conhecidos pelas suas atrocidades na África Ocidental.

Não é todavia possível qualquer comparação aos crimes raciais, às exterminações e genocídios completos de que nem um descendente escapou, perpetrados por Castela em nome de Deus. Para eles eram comuns as torturas de queimarem e despedaçarem as pessoas vivas, os crimes horrendos de rebentarem as cabeças dos recém-nascidos contra as fragas, o desventramento, sobretudo das grávidas, a quem arrancavam os fetos. Tudo crimes que só podem ser cometidos por gente com os mais hediondos sentimentos da mais pura selvajaria. Nem os mongóis dos Khans do séc. XIII, que ficaram conhecidos na história como um povo bárbaro, se lhes aproximaram, de perto sequer, na perpetração de tais crimes.

Nada disto se passou com as gentes deste país. Quando os primeiros reis conquistaram o sul da Lusitânia aos mouros, estes foram tratados com deferência; não foram expulsos nem as suas terras lhes foram extorquidas. D. Afonso Henriques, frequentemente em guerra, ficou também conhecido pelas boas relações que, em tempos de paz, tentou manter com os seus vizinhos de sul e sudeste.

Nem quando, no séc. XVII, em Lisboa e arredores, assim como nalgumas outras áreas do país existiram grandes colónias de africanos. Escravos que fossem, eram tratados com grande humanidade relativamente à época.

01/07/2009

Carta Aberta a um pequeno ditador

Arquitecto João Ferreira
CARTA ABERTA a Francisco Louçã e aos pequenos ditadores do Bloco de Esquerda.
Exmo. Senhor Francisco Louçã, conhecedor que sou da politica poveira e dos candidatos à Câmara Municipal posso afirmar sem sombra de duvida que o candidato apresentado pelo Bloco de Esquerda o Arquitecto João Ferreira, que agora se afastou com a verticalidade que lhe é reconhecida é a única pessoa com provas dadas que poderia conquistar um lugar de vereador à Câmara Municipal. Ao que soube a comissão do Bloco de Esquerda de Vila de Conde exigiu ao Arquitecto João Ferreira uma lista composta por pessoas que ele não conhece, chegando mesmo um elemento da comissão vileira afirmar ao Arquitecto: “tens que engolir isto”, só quem não conhece o Arquitecto podia tentar um golpe tão baixo como estúpido. Saliento o facto do Arquitecto além da sua honestidade é conhecido na Póvoa de Varzim pela sua verticalidade e pessoa que não entra em jogos sujos, o Bloco de Esquerda não pode manter pessoas que fazem pequenas ditaduras e que tentam passar por cima dos outros com esquemas que vão contra os interesses e a ideologia do partido, devo lembrar ao Senhor Francisco Louçã que a ditadura já acabou e que posso garantir que caso aconteça outra candidatura à Câmara Municipal que não seja a do Arquitecto João Ferreira, o seu cabeça de lista não passará de um palhaço e será tratado como tal por todas as pessoas que apoiam o Bloco e, pelos próprios poveiros que não estão habituados a ser governados pelos vileiros e nem admitem a intromissão deles nos interesses da Póvoa de Varzim. Escrevo estas letras como forma de apoio ao Arquitecto João Ferreira e não como apoio ao Bloco de Esquerda que teima em fazer listas para as fotos com caras lindas ou como forma de pagamento de favores e não listas com pessoas que podem efectivamente fazer toda a diferença. Adianto ainda que caso insistam nesta asneira, aposto que o Bloco não vai ter os mesmos resultados tanto nas eleições anteriores como nas europeias aqui na Póvoa de Varzim.
Com os melhores cumprimentos
Alexandre de Almeida
É por estas atitudes de pequenos Salazares que pensam que podem tudo, neste caso a comissão do Bloco de Esquerda de Vila do Conde que o partido perde muitas vezes lugares elegíveis nas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, este caso a manter-se vai provar uma coisa, o povo está farto de palhaçadas e perde a confiança em quem o quer representar, no caso da Póvoa de Varzim é já certo que se não for o Arquitecto João Ferreira a avançar de novo com a sua candidatura toda a gente votará PS, no caso de Vila do Conde acontecerá o mesmo porque a comissão politica local já mostrou que joga por interesses que não são o do partido, pessoas que procuram aparecer em cartazes por pura vaidade não servem o povo, servem-se a eles. Uns narcisistas palhaços!