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16/06/2010

Por Falar em "patriotismo"...

Não posso conceber, nem aceitar, que alguém me venha com a história do "Patriotismo", por da cá aquela palha. Eu, que jurei Bandeira, defender a pátria, nem que fosse com o sacrifício da própria vida, a mim, não.
Sua Excelência, o Prof. Aníbal Cavaco Silva, Presidente da Republica Portuguesa, numa visita, à bem pouco tempo, ao Algarve, dizia e apelava ao "Patriotismo" dos Portugueses, em passarem férias cá dentro, pois dando o exemplo, de que as férias passadas fora do país seriam consideradas "Importações", que bela aula de economia, parecia um professor que tive nos tempos de liceu, dando exemplos concretos da vida cotidiana das pessoas, para explicar essa tão afamada "Economia", outra coisa não era de esperar, vindo de um Professor catedrático na matéria.
Mas, eu pergunto-me, se não são consideradas "importações", os productos hortícolas que compramos forçosamente à UE, se não são "Importações" o pescado que compramos à UE, se não são também "Importações", todos os bens essenciais, como medicamentos e produtos farmacêuticos, que somos obrigados a comprar aos lobbies Europeus dos Farmacêuticos?
Patriotismo, para mim, é defender o que é Português, com unhas e dentes, é defender as pescas, o tecido insdustrial (arrasado pelas sucessivas políticas de desinvestimento), o sector das pescas, onde se pagram fortunas para abater froats de Pesca, na Agricultura onde fortunas também foram gastas para não se cultivar, etc, etc e tal...
Ser Patriota, cmo faz questão o senhor PR, é dar estes problemas como factor principal para a saída da crise, e ter em conta, que em casa, mandamos nós, não ter medos dos lobbies europeus e dos magnatas do capitalismo, olhar de frente para os problemas do país, e resolvê-los, e deixar-se de lamechisses folclóricas, para mostrar que anda preocupado, só porque temos eleições presidenciais daqui a um ano.
Para mim, Cavaco está já em adiantado estado de campanha, e como apanágio do que os políticos nos tem habituado, com promessas falsas e mentiras pegadas.
Haja coragem de levar Portugal para a frente, mas com esta gente, os medrosos da UE, só teremos mais fome e mais miséria.
Carlos Rocha
@Beezz

08/05/2010

O PAÍS ESTÁ A SAQUE, E OS TRAIDORES REAPARECEM DAS CINZAS...

Não sou muito de escrever por escrever, não muito de praticar o maldizer, de falar por falar, e com o tema quente das presidenciais, apetece-me falar, apetece-me desmascarar certas individualidades bem conhecidas da nossa praça, figuras públicas, ex-deputados, ex-comunistas, enfim ex-qualquer coisa, desde que dê graveto e poder, e acumular de reformas chorudas. Chamemos-lhe o MA, abreviatura para se ler nas entrelinhas, e deixar a imaginação dos leitores chegar a onde a minha chegou ao ler e ter conhecimentos destes factos que me chegaram às mãos, ou seja, caíram-me na sopa! O candidato assumido da esquerda, não da minha, porque a minha é a verdadeira esquerda, mas o candidato que quer à força toda ser o candidato da esquerda, teve uma prestação lastimosa, vergonhosa e cobarde, aquando da guerra do Ultramar, abandonando mesmo o país, exilando-se em Argel, e provocando com as suas acções a partir daí, traições aos então soldados em combate. Não posso aceitar, que tal alma seja sequer candidato, muito menos presidente.

Extracto de uma troca de e-mails, entre gente bem informada.

"Caro MBC
Junto um texto do AJS que esclarece algumas das tuas dúvidas que - acho eu - o MA escamoteou naquela sessão e conseguiu enganar alguns dos presentes.
Eu também partilho da ideia que pode não ter sido "tecnicamente" desertor, mas foi garantidamente traidor, não somente em relação ao seu País, mas para com os seus concidadãos que lutavam com armas na mão - e alguns certamente morreram por culpa desse MA e seus apaniguados da Rádio Argel.
Mas há uma pergunta prévia: porque é que a PIDE o quis fora da guerra?
Porque houve muitos militantes do PC que foram para a guerra - como o MA - e até se portaram bem, havendo mesmo alguns com cruzes de guerra. E a PIDE, embora mantendo-os debaixo de olho, nunca os prendeu!
Eles cumpriam a sua parte da missão como militantes sintetisada na frase "quanto pior melhor" - querendo com isto dizer que quanto mais o regime se enredasse naquelas guerras, mais depressa cairia, como veio a acontecer.
Num aparte, direi que fala quem sabe pois, durante mais de dois anos (1970-1972), fui chefe da Secção de Contra-informação do QG/RMA e depois QG/CCFAA (quando as 2.ª e 3.ª REP foram transferidas para lá) e muitos processos dessa malta me passaram pela mão.
Outra pergunta é sobre as gravações dessas catilinárias da Rádio Argel.
Será que foram destruídas? Por quem? Se não foram, onde estão?
Gostava de saber e, se alguém puder informar-me, fico grato.
Outro aspecto é que o MA diz que morreu lá o seu melhor amigo - se calhar é o Sebastião de um dos seus livros. Mas esse não era amigo dele, era ele próprio, em termos literários, o seu alter ego.
E também nunca disse qual era a Unidade a que pertenceu, quem era o comandante de Companhia e/ou de Batalhão, que poderíamos confrontar com algumas das suas histórias.
Abraço
RS"

"Caro Alberto,

Concordo com o espírito implícito neste texto e no comentário de Carlos Frade. Porém, segundo me informaram, o poeta não é desertor nos termos rigorosos do Código de Justiça Militar, porque fugiu para Argel depois der ter passado à disponibilidade, o que aconteceu prematuramente, por decisão do Exército para deixar a Pide agir mais à vontade em consequência de actos menos patrióticos por ele levados a cabo.

Porém, além de fugir da prisão, deixar o país daquela forma em período difícil para os seus amigos do mesmo grupo etário, pode permitir que se diga que desertou do País. Por outro lado e mais grave, foi para Argel lutar de microfone na mão contra os milhares de portugueses que estavam em guerra no Ultramar e muitos não teriam morrido se ele não tomasse tais atitudes. Logo, foi um traidor à Pátria, aos seus compatriotas, independentemente do regime da época.

Nenhum português (com dignidade) que teve familiares a combater no Ultramar, principalmente os familiares daqueles que lá perderam a vida, deve votar nele. É preferível entregar o voto em branco, se não gostar dos outros candidatos.

Um traidor não pode ocupar a cadeira de PR!!!
AJS


Sendo esta a qualidade de quem nos quer representar no mais alto cargo da nação, e eu que fui militar, ainda que não passei da escola de cabos e em período de paz, talvez não saiba o que é a guerra felizmente, tive gente na família, que viveu esse tempo, mobilizada para o Ultramar, que por sorte regressaram sãos e salvos, viram tombar em combate, amigos e companheiros de combate, jamais me passaria pela cabeça, após o juramento que prestei, trair o meu país e os meus compatriotas. Não posso, não podemos aceitar, que um traidor seja o comandante supremo das forças armadas.

@Pulseira Electrónica
Fernando Marques

05/10/2009

NOVO DESAFIO...

Foi com muito gosto que aceitei o convite a mim endereçado por este espaço, a fim de contribuir com as minhas opiniões, postagens e comentários. Nada de que eu não esteja já habituado, mas um novo desafio é sempre um novo desafio, exigente, mas compensador. Aguardem então o meu contributo a esta casa. Bem hajam, os seus autores, que tem a coragem de colocar aqui tanta podridão, mas também apontar os caminhos, no exemplo e na sabedoria de quem realmente sabe, e hoje, para começar, trago até voz uma das entrevistas a Medina Carreira, onde ele aponta os vários caminhos, identificando os podres que ninguém quer ver ou se recusam a isso.



@Beezz

11/04/2009

BULA

Boa Páscoa para todos, crentes ou não crentes, comedores de carne ou de peixe, tanto faz, podem pagar a Bula ou ficar a deve-la que isso não interessa a quem pratica Democracia Directa, em tempos antigos tanto como agora era costume pagar a Bula à Santa Sé de quem queria comer carne por altura da Páscoa, pagava-se e o pecado já não contava da lista dos que iam para o inferno.
Os tempos mudaram. Agora as Bulas são outras, feitas de pagamentos em off shores ou debaixo da mesa, os pecados esses são maiores, mas continuam em perdão por milagres novos encontrados nos buracos das leis onde uma vírgula muda todo o sentido e onde uma lei muda trinta crimes em uma só pena a pagar, no caso dos pedófilos.
Sabemos que já aconteceu no passado e ninguém se preocupou em mudar essas leis, porquê; porque ela serve um futuro/deles onde os mesmos que aceitam o poleiro e o poder durante anos a fio e sabem que podem vir a ter necessidade delas. Afinal foram eles os criadores dessas leis, a nova Bula nos dias de hoje serve na mesma como forma de pagamento de pecados, só que a religião é outra como atrás perceberam, agora chama-se politica e jogos de interesses, podem ser mações ou pertencer à opus dei, todos exercem um poder bíblico falso sobre o Povo, Deus não criou a Bíblia, foram os homens que a escreveram.
Posso assim afirmar sem qualquer duvida que tanto as leis que o poder não respeita, como a Bíblia que ninguém respeita e acrescento o Corão ou outros que tais, mostra que, estamos entregues a um grupo muito bem organizado que neste preciso momento só pensa como há-de crucificar o seu parceiro para ganhar poder nas próximas eleições. Como não me revejo em nenhum partido politico, vou votar no Camões, no fim dos meus boletins de voto vou acrescentar o nome dele e um quadrado que irei religiosamente inserir uma cruz, é o meu voto, a minha bula moral sem ter que pagar por isso. Podem achar que sou sarcástico, mas desde que andei a remexer os papéis do meu Bisavó e encontrei uma Bula de 1500 reis paga à Santa Sé só para ele poder comer carne por alturas da Páscoa, pus-me a pensar: a Bula está no nome dele, e o resto da família que sei também comeu carne nesses dias?
Transportando esta minha dúvida para os dias de hoje, pergunto: se um politico paga uma Bula ela serve para todos eles?
Cheguei à conclusão que sim.
Para saber mais acerca do que é uma Bula ler aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bula
Sinceramente que todos os políticos sem excepção se engasguem com as amêndoas!