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14/01/2012

O Abate dos Carneiros

O ministro Álvaro Pereira chegou com intensões bombásticas de investigar os actos do governo anterior que tinham contribuído para o aumento da desgraça nacional e que, segundo ele apregoa para os ingénuos ou bêbados, cegos, surdos e mudos, foi a única causa. O PSD chamou-lhe parvalhão e obrigou-o a calar-se. Porquê?

Realmente, o impostor nem raciocinou que se a sua ideia se concretizasse, logo os criminosos do PS trariam ao conhecimento geral os crimes e a contribuição para a miséria nacional muto maiores do PSD, que foi o que provocou a crise por o Cavaco ter desmantelado o país, aumentado os cargos dos parasitas partidários no governo em 51%, etc. Por demais, há ainda algumas memórias dos maiores roubos jamais perpetrados no país, em que governantes, militantes, apoiantes e familiares enriqueceram de um dia para o outro com os fundos de coesão da UE, roubados em lugar de serrem utilizados para preparar o país. Aliás, é esta a causa maior da miséria actual e que estimulou o desenvolvimento da corrupção geral que hoje se vive.

Há ainda quem pretenda fazer julgar o Sócrates pelos seus pequenos crimes esquecendo os maiores que ele cometeu. Erro de avaliação não só nisso, mas sobre outros pontos que tornam a ideia em mais um desvio no caminho certo e de que os próprios canalhas se aproveitem. Entre os muitos erros e inconvenientes, os seguintes são mais do que evidentes.

O Sócrates surgiu ao fim da miséria consumada. Nem mais nem menos. Um peixe oportunista que soube usar das artimanhas gerais das máfias corruptas em proveito próprio e do partido. Os seus crimes muito maiores e de que deveria realmente ser julgado, não são bem aqueles de que parolos e sectários o acusam, mas sobre tudo os que estão mencionados no Blog do Leão Pelado. Basta clicar.

É um erro incomensurável de cálculo e de senso pretender que uma tão profunda miséria se possa ter gerado nos poucos anos em que ele esteve no governo, pelo que se essa pretensão não for por erro crasso só pode ser motivada por partidarismo sectário, o que é o pior caminho a tomar. Este erro toma também a forma de crime por isentar implicitamente os verdadeiros culpados. Um crime maior do que aquele que se quer justiçar. Daí o partidarismo da ideia. Não é que ele não merecesse ser julgado, note-se, mas o caminho tomado está completamente errado, só pode ser por fanatismo político e vai no sentido de defender um partido contra outro quando nenhum deles é melhor, o diabo que escolha. É o melhor método escolhido por parolos e sectários para perpetuar o mal já tão enraizado

A possível condenação do Sócrates – com o sentido que se lhe quer dar e vista objectivamente – seria aproveitada pelas máfias oligárquicas para a transformarem num entrave de peso a juntar à real inexistência de democracia em Portugal.

Se o PSD apoiasse a directamente a perseguição do Sócrates, haveria pelo menos duas consequências graves. Uma seria para o próprio PSD ao o PS lhe apontar facilmente as verdadeiras causas da desgraça nacional, tão abafadas, mas de que muitos se recordam. A outra seria para agravar a falta de democracia no país. Ao darem um osso aos lobos (o povo esfomeado por justiça) evitariam que os lobos os comessem a todos, apoiando-se na já existente falsa ideia de que isto é uma democracia em que os políticos eram responsabilizados e julgados. Ridículo. Este acontecimento por si só, visto por um povo de parrecos desmiolados r ferrenhos sectários, evitaria que o único caminho para a democracia – o controlo dos políticos por um povo soberano – fosse barrado e o seu alcance mais hipotético do que nunca.

O ministro, afinal, não passa dum hipócrita faccioso, mas parvalhote. Ou então um desses impostores disfarçados de democratas que impedem que se escrevam comentários nos seus sites ou blogs contra as suas ideias em lugar de as debater (o que não parece que ele fizesse no seu blog pessoal, diga-se em abono da verdade), ou que os apagam ou de outro modo controlam que esses tipos de comentários não apareçam mediante a dita «moderação». É o que se encontra frequentemente em blogs e sites de sequazes partidaristas. São eles os maiores contribuintes para a ignorância da verdade, espalhando a crença na mentira. Alguns serão revelados num futuro próximo e muitos se espantarão indevidamente por terem sido logrados sem o notarem enquanto outros protestarão, dizendo serem afirmações partidárias, como já aconteceu.

Até agora apenas alguns dos ladrões foram declarados. Só um está em julgamento, mas o número deles é incalculável por nele se poder contar a quase totalidade dos políticos. Os restantes continuam bem ocultos pelos dois partidos principais: «Tu não revelas os meus crimes e eu não revelo os teus». Um acordo táctico e tácito entre as corjas de ladrões contra a justiça e os interesses nacionais. Verdadeiramente lamentável que o Álvaro Pereira tenha sido calado pelos interesses antinacionais do seu partido. Muitos crimes – que todos sabemos existirem – seriam revelados de ambos os lados.

Temos agora uma vicissitude conjuntural em que alguns pontos – ainda que poucos – são comparáveis aos do tempo do Cavaco no governo. Um gráfico que o Álvaro Pereira publicou no seu blog mostra uma progressão dos juros da dívida pública (a que os merdosos jornaleiros pedantes entenderam alcunhar de soberana) entre 1989 e 1993 da mesma ordem da actual, ainda que a nível inferior.

Outra coincidência, Portugal está a receber dinheiro do exterior, em condições diferentes e desastrosas, mas recebe. O partido no governo é o mesmo do Cavaco. Observemos como mexem os cordelinhos das bolsas e como vão enriquecer, sobretudo com nomeações para cargos a que são atribuídos ordenados fantásticos. Entre eles não nos esqueçamos de vigiar de mais perto aquele que já provou ser ladrão crónico: o Relvas ordinário. Entrou para a política quase tão pelintra como um sem-abrigo e já tem uma grande empresa no Brasil. Em Novembro passado tornou-se público que estava a roubar o subsídio de habitação. Com alegações características dos vigaristas, desistiu, mas não reembolsou o que recebera, como agora é exigido aos demais cidadãos, pelo que o roubo não foi anulado e permaneceu. Os dois pesos e as duas medidas continuam de vento em poupa, mostrando a falsidade congénita do Coelho. O Relvas é um indivíduo a ter bem debaixo de olho, que só não roubará o que não puder, e não é o único.

As causas da miséria actual, evidentemente, são múltiplas, mas todas elas, sem excepção, tiveram a sua origem nos governos do Cavaco. Neste amplo sector, não há praticamente nada de mal neste país que não tenha aí a sua origem. A grande corrupção, o roubo, as mordomias dos políticos e os aumentos dos seus ganhos exagerados e exorbitantes (51%, decretou ele), as leis que lhes dão impunidade, as destruições do tecido industrial, da agricultura, das pescas, etc., etc. A política que tendeu a destruir o parque habitacional de aluguer e incentivar a população na compra de casa, que a arruinou. É o país em que uma maior percentagem de habitantes tem casa própria, mas que não produz para o justificar: esta combinação é impossível e mais cedo ou mais tarde estoira.

Basta nomear um qualquer problema deste âmbito e logo constatamos a sua origem, até o doutrinamento e a mentalização da população sob marketing político. Estes últimos incluem as lavagens cerebrais, o aproveitamento da imaturidade política dos portugueses e os correspondentes esforços sobrenaturais por eles utilizados para os manter nesse estado, convencendo-os de que têm maturidade.

Este caminho, e outros com consequências desastrosas semelhantes, foram aproveitados pelos governos seguintes para fazer circular grandes massas de dinheiro, dando a ilusória sensação de riqueza, enquanto na realidade afundava o país, que nunca produziu para poder pagar tais fantasias. Este procedimento levou a que os carneiros ignorantes consentissem, achando os pobres diabos que se lhes coubessem umas migalhas não faria mal que desfalcassem o país. Só que o país são esses próprios papalvos.

Não estamos na época dos descobrimentos, em que nos chagavam carregamentos de bens, nem na do grande comércio realizado com a política dos entrepostos comerciais portugueses através do mundo. (Há pulhas que vêm agora afirmar aos crentes e ignorantes que os descobrimentos foram emigrações de portugueses pobres. Que são eles senão canalhas a quererem reescrever a história num estilo idêntico ao do Rosas?) Hoje, para se poder conduzir uma tal política é necessário explorar e sacar os bens dos outros países num colonialismo moderno, seja depreciando-os para os obter a um valor abaixo da realidade ou apossando-se deles por guerras que obrigam os explorados a aceitar contratos de extorsão, como fazem os EUA e a França. Esta, logo ao início dos primeiros bombardeamentos pobre a Líbia, acordou com os revoltosos em ajudá-los a derrubar o Kadafi sob a condição de contrato de entrega do petróleo a baixo preço. E assim aconteceu…

Ora, como tais políticas e imposições internacionais não são possíveis a Portugal por razões óbvias, o país tem que suportar as suas necessidades mediante a produção, como outros países pequenos da Europa: Luxemburgo, Suíça, Suécia, Dinamarca, Noruega, etc. e ainda a Irlanda, onde os problemas foram de outra ordem. Outros caminhos conduzem ao estado actual.

Os governos seguintes continuaram na trilha iniciada pelos cavaquistas, já que só ganharam como isso, não lhes importando a miséria a que essa senda levaria o país. Não o iniciaram, mas por evidente conveniência consideram o assunto como mortos que não querem desenterrar. Daí o PSD ter posto uma rolha na comua do Álvaro Pereira.

É bem claro que as obras de destruição destes criminosos não poderiam ter sido tão fáceis aos políticos corruptos e ladrões sem a imprescindível ajuda da jornaleiragem que lhes limpa os escolhos do caminho, encobrindo-os e impingindo-nos historietas e coscuvilhices ou fabricando ou encenando notícias para embrutecer, resultados que têm alcançado com êxito neste conluio obsceno.

14/11/2011

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

Como o homem é o único animal que repete os seus erros e os portugueses não perdem nenhuma oportunidade para demonstrarem que seguem a regra com maior afinco do que a generalidade, os políticos estão certos de os enrolar mais uma vez. Os carneiros provam sempre a sua carneirice. Que diferença esperar duma corrupção superior à da Grécia?

A miséria será maior e mais profunda. Os falsos subsídios do 13º e 14º mês – que na realidade são parte integrante dos ordenados e das pensões por assim terem sido sempre tratados oficialmente e de facto – são intocáveis de acordo com o Decreto-lei n.º496/80 de 20 Outubro. Enquanto isto, os ladrões corruptos afirmam que os sacrifícios são partilhados, mas não cortam os seus ganhos como outros países fizeram. Os hipócritas limitaram-se a um bluff ridículo de 5%, o que equivale a uma chapada na população, continuando com ordenados superiores aos dos países ricos. Tendo em conta a realidade do salário médio e do custo de vida, são três ou quatro vezes superiores aos dos seus homónimos europeus e de além-Atlântico.

Cortam os ditos pseudo-subsídios aos ordenados e às pensões aos reformados e outros mais necessitados e auto-exceptuam-se, como se lê do orçamento publicado no Diário da República, 1.ª série, N.º 200, de 18 de Outubro de 2011, página 4659: €2.093.650 de subsídio de férias e de natal aos broncos da Lavandaria Nacional. Aqueles que dizem que nos representam quanto se apresentam a eleições, que fazem o contrário do que disseram e do que queremos, parem leis estúpidas que atrasam o país e impedem o seu desenvolvimento e perdem tempo infinito corrigindo as anteriores. Ladrões incapazes.

O primeiro acto da Maria da Assunção como chefe das osgas que de vez em quando comparecem no Palácio de São Banto, reformada aos 42 anos e acumulando pensão com ordenado (a esta canalha o roubo é permitido de todos os modos e constantemente ainda inventam mais) ao ocupar o seu posto de chefe de quadrilha, foi o de oferecer um BMW 320 ao Mota Amaral, pago com o dinheiro daqueles a quem cortam as pensões. Não é facto evidente que casos destes só podem ter lugar por os carneiros tudo consentirem? Acabem com eles: enforquem os ladrões e exponham-nos em praça pública como fazem na Arábia Saudita aos executados em público.

06/08/2011

Destruição Nacional
Segunda Vaga

Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.

No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.

O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!

Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.

O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.

Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)

Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.

Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.

06/06/2011

Os Portugueses Elegeram um Criminoso Condenado

Os portugueses elegeram um criminoso condenado com conselheiros tais como O Dias Loureiro, o Catroga e outros da mesma estirpe. Este acontecimento não pode ser considerado como simples partidismo dos eleitores.

Ao elegerem um criminoso fizeram uma declaração e uma confissão que todos os que votaram num criminoso fazem sobre os seus princípios, sobre os seus valores, sobre a honra, o cumprimento das leis, a sua própria moralidade. Sobretudo quando havia uma variedade de escolha de candidatos para todos os gostos em quem votar e escolheram o único ou o maior criminoso de entre eles.

O nome de Portugal já estava bem sujo, tal como visto pelos povos democráticos europeus devido a aprovarem a corrupção, julgando que dela poderiam também tirar proveito. Devido aos baixos valores e princípios que adoptaram. Devido a não mostrarem capacidade em controlar os seus próprios políticos.

Agora, elegendo um criminoso atiraram literalmente com o nome do país para a lama mais suja que sai dos esgotos. Por demais, um criminosohá muito mal visto nos meios da UE por incompetente.

A partir de hoje, este blog passa a enunciar o nome do criminoso apenas como Criminoso.

Para esclarecimentos sobre os seus crimes, veja-se a lista dos crimes, das condenações e das investigações da justiça, consumados ou em curso, no artigo descritivo neste blog, imediatamente anterior a este. Todas as confirmações ou dúvidas podem ser vistas ou esclarecidas nos documentos oficiais.

Em Portugal o crime compensa e, como já diversas vezes escrito neste blog, só os pilha-galinhas são condenados. Os maiores criminosos elegem-se.

No estrangeiro está-se perfeitamente ao corrente deste procedimento. Chegam a dizer que Portugal devia estar fora da UE por o povo não saber agir nem comportar-se como numa democracia.

Não podemos, porém, deixar de lembrar a causa a origem do engano em que a população portuguesa vive: A desinformação sistemática, assim como a encenação das notícias; os jornaleiros que dão scoops para tolos, ao editarem as notícias manipulam-nas e modifica-nas quase todas, o grau da manipulação atinge o mais alto nível para inverterem o sentido a 180°. Este exemplo é mais do que uma prova [aqui]

Afinal, ocultando crimes, os conglomerados de média, que são puras ferramentas de propaganda política, económica e comercial, elegeram este Criminoso tal como elegeram duas vezes um muito maior por ter destruído o país: O Cavaco.


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

09/05/2011

Quem Cala Consente
Quem Vota Aprova

«Mudar a sério», diz o aborto do PSD. Que é isso de PSD? O nome é falso, o partido é outro.

«Querem destruir o sistema de saúde», diz o vigarista do PS, quando a mezinha que fez condenou esse mesmo serviço. Que é isso do PS? O nome é falso e o partido também é outro.

Um fez um erro fenomenal e o outro quer aproveitar-se para realmente destruir o que já está meio destruído, criando mais hobbies da saúde para servirem de antros par os parasitas partidários, como se não houvesse já tantos a eliminar. Nenhum deles propõe pôr esse serviço nacional a funcionar como na Suécia. A Suécia por ter talvez o melhor de todo o mundo e custar tanto como o miserável do português.

Sobre as escolas privadas é fácil. Não há razão para deixarem de existir nem para que recebam dinheiro dos impostos de quem não pode lá pôs os seus filhos. Já são pagas pelos que as frequentam.

Estes salteadores que nos roubam sem assaltarem as nossas casas não apresentam qualquer proposta de interesse nacional que contribua para uma democracia. Nada que os portugueses queiram ouvir. Nenhuma proposta ou ideia para acabar com a corrupção que se alastra por todo o país. Nem uma palavra sobre acabar com os institutos ou as empresas do estado, onde colocam os parasitas dos partidos e lhes dão prémios por esbanjarem, degradarem e obterem os piores resultados empresariais nacionais.

Nenhuma proposta de nenhum dos ladrões corruptos das máfias oligárquicas menciona qualquer dos assuntos cruciais que queremos resolvidos e que se seguem (recebido por e-mail):

28/04/2011

Exemplo duma Família da Máfia Nacional que Destruiu o País

Nos outros países toda a gente está ao corrente do que arruinou Portugal e de como o povo esupidificado por uma jornareiragem desinformadora pensa com o seu cérebro atrofiado e incapaz de domar a corrupção política. Acusam agora a justiça pela sua mândria e colaboração com a corrupção, não a investigando.

Os crimes dos políticos são um rol sem fim. Alguém alguma vez ouviu ou leu que um deles tenha sido incriminado seja do que for ou pago a mais pequena multa?


(Recebido por e-mail)

Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
Andreia Jardim - (filha) - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional
João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
Filipa Cunha e Silva - (mulher) - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças
Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora
Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora
Brazão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
Patrícia - (filha 1) - Serviços de Segurança Social
Raquel - (filha 2) - Serviços de Turismo
Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
Carlos Estudante - (marido) - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
Sara Relvas - (filha) - Directora Regional da Formação Profissional
Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
Sidónio Fernandes - (irmão) - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego
Mulher - Directora do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente
Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
Jaime Filipe Ramos - (filho) - vice-presidente do pai
Vergílio Pereira - Ex. Presidente da C.M.Funchal
Bruno Pereira - (filho) - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral do Governo Regional.
Cláudia Pereira - (nora) - Trabalha na ANAM empresa que gere os aeroportos da Madeira
Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira
Leonardo Catanho - (irmão) - Director Regional de Informática (não sabia que havia este cargo)
João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. presidente da C.M.Funchal
Patrícia Dantas de Caires - (filha) - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira.
Raul Caires - (genro e marido da Patrícia) - presidente da Madeira Tecnopólo
Luís Dantas - (irmão) - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
Cristina Dantas - (filha de Luís Dantas) - Directora dos serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
João Freitas, (marido de Cristina Dantas) - director da Loja do Cidadão

28/03/2011

Cavaco nomeou filho de Jaime Gama para seu assessor - Portugal - DN

O comentário abaixo, é tudo o que se pode dizer...nada mais vale a pena questionar.


"" Para os filhos das elites não existe desemprego. Qualidade e excelência estão gravados nos seus genes. ""
Phroudhon

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Post reproduzido do blog O culto da verdade

Exemplo do Cavaco, aquele que está a matar os portugueses pela falta de médicos que decretou pessoalmente. Agora, as vítimas, tarados, reclamam pelo país fora, mas não vão reclamar à sua porta e ainda por cima votam nele. Que rebentem, que «quem morre porque quer não se lhe reza por alma». «Cada povo tem o governo que merece», nem mais.


Outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

25/03/2011

Do Mau e do Pior, o Diabo (Cavaco) Que Escolha

A queda do governo tinha sido prevista há muito no Blog da Mentira! A miséria que lavra no país, essa então, há décadas, como se encontra descrito no Site da Mentira! Os desmiolados e os incrédulos, gozavam o autor e tomavam-no por visionário. No entanto, nada havia de mais simples, para isso bastando sacudir a má influência da podridão interna e observar do exterior, tal como dos outros países fizeram, chegando todos à mesma conclusão. Toda a gente o via de elementar que era. Como seria outra coisa possível, quando o Cavaco destruiu a origem das mais importantes fontes de ganhos nacionais? Não contente, espalhou o restante do dinheiro que a sua corja roubou e desbaratou dos fundos de coesão da União Europeia destinados a preparar o país para o futuro, agora. Não existem, portanto, actualmente, condições de recuperação.

Mas não só, que instigou a população inteira a estoirar o seu próprio dinheiro enterrando-se em dívidas que não podia pagar (por não poder produzir após a destruição das fontes de riqueza). Nenhum país enveredou por tal descalabro. Nos países ricos a quase totalidade das pessoas habita em casas alugadas, em grande parte pertencentes a associações, empresas, etc. Os pelintras portugueses foram levados a acreditar que eram ricos à custa da UE e a comprar todos casa. Isto gerou um impulso à construção civil, onde se instalaram muitos políticos parasitas, deu a aparência de riqueza fazendo circular o dinheiro, mas originou também um grande endividamento e falta de fundos nacionais, pois que nada era exportado. Ninguém viu? As máfias políticas sim, mas há um princípio básico de marketing que diz: Tu és OK, eu sou OK. Ou seja, neste caso, as pessoas sentindo-se estupidamente bem [comfortably numb (Pink Floyd)], também estavam contentes com os políticos. O povo anestesiado pela desinformação das bestas jornaleiras, caiu em todos os logros e votava nos seus carrascos. Era a única coisa que interessava às máfias partidárias, que entretanto se apoderaram de todos os lugares mais bem pagos da administração, incompetentes em lugar de contratados por concurso. Repare-se que a maioria dos políticos nacionais são advogados, quase todos falhados, a escola da vigarice, como o mundo conhece. A política portuguesa atrai uma escória de rascas, parasitas, vigaristas, ladrões, impostores, etc.

31/07/2010

Democracia Sem Igualdade Nem Direito à Justiça?

Quem quer que continue a acreditar piamente na maior impostura nacional, que «Portugal é uma democracia», leia o que escreve uma vítima dessa «democracia», como anotado ao fim da transcrição deste e-mail.

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Em Março de 2002 comprei um PPR a um balcão do banco TOTTA. Abri com €1000 e era tirado da minha conta á ordem €50 todos os meses que eram acrescentados á conta do PPR. Achei que era boa ideia pois alguma coisa que acontecesse no futuro tinha ali um pé de meia onde me agarrar. Até porque não era o primeiro que fazia (noutras instituições) e nunca tinha tido problemas.

Li o contrato, ficando com as condições gerais em meu poder, as quais dizem bem explícito que não posso levantar o PPR em caso algum, antes de 5 anos, a menos que me encontrasse no desemprego de longa de duração ou doença que me impossibilitasse de trabalhar.

07/04/2010

Irresponsabilidade da Justiça –
A Conhecida Justiça Corrupta


O jornalista Emídio Rangel reiterou hontem as acusações que fez no Parlamento, apesar de os visados - Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMM) e Associação Sindical dos Juízes (ASJ) - terem anunciado que o vão processar. [Jornal Público - Seguir o link para ler o artigo completo.]

É o cúmulo! Juízes calões – a deduzir das publicações do Eurostat que diz por ano não resolverem mais do que metade da média dos casos dos seus colegas europeus – formados em sindicato como os funcionários públicos, recusam responsabilidade pelo que lhes é pago em exagerados ordenados e privilégios inexistentes em qualquer estado democrático. Os arrogantes incapazes, altamente politizados e a quem cabe a maioria da culpa do miserável estado da justiça em Portugal, na qual só os políticos dizem acreditar devido à sua influência sobre os juízes corruptos, pretendem desresponsabilizar-se tal e qual como os políticos corruptos que ficam sempre impunes.

Os juízes são oficialmente os primeiros responsáveis pelo que se passa nas suas varas ou juízos. Se rejeitam esta responsabilidade, então que rejeitem os ordenados que para isso lhes é pago e que vão cavar batatas para as suas terreolas – livrar-se-ão, assim, de responsabilidades por que responder.

Porém, sendo como é, são eles os incontestáveis primeiros responsáveis pela divulgação de documentos processuais ocorridos dentro das fronteiras dos seus feudos.

Juntando-se sindicalmente em bando de cobardes, prometem processar Emídio Rangel por (como diz o ditado popular) lhes ter descoberto a careca. Juram processá-lo e exigir uma indemnização por os ter justamente acusado. Quem estará mais apto a fazer tais declarações profissionais do que o Rangel? É um verdadeiro jornalista conhecido pela sua comprovada integridade, não como tantos paspalhos aldrabões da sua profissão que por aí pululam e que degradaram um ofício outrora honroso.

Algumas perguntas nos surgem sobre estes acontecimentos. Iria o Rangel, homem experiente, aventurar-se avançando acusações no ar? Sem provas concretas? O futuro o dirá, mas não é de crer que seja tão ingénuo e desprevenido? Sobretudo tendo um irmão juiz, o qual possivelmente lhe teria falado em casos concretos de seu perfeito conhecimento.

Ao que assistimos não é mais do que mais um circo montado onde palhaços galhofeiros pretendem representar a seriedade. Que risota, que pouca vergonha dos juízes, que malandragem por todo o país, que fantochada de justiça em que se deixou de acreditar e que apenas serve para distribuir o nosso dinheiro por pantomineiros a quem se atribuem privilégios inexistentes em sistemas democráticos. Cuja profissão é, como se conhece, arruinar a vida das pessoas com o incompreensível arrastar dos processos, como os mandriões incapazes permitem, ou por sentenças e acórdãos irrazoáveis e em contradição com os factos.

Se o povo não toma conta dos políticos e a justiça não cumpre o seu dever de servir o mesmo povo, cada vez esta paródia que enche algibeiras a ladrões será mais aquilo que já é. Não se espere que eles se emendem – utopia – e ninguém nem nenhum santo virá modificar seja o que for. Se os portugueses continuarem a esperar e não o fizerem eles mesmos nada mudará. Apenas mezinhas para atirar areia aos olhos, enquanto por trás e na realidade tudo continuar na mesma.


Adenda

1. Foi finalmente conhecido o acórdão da condutora que matou peões numa passadeira do Terreiro do Paço, indo a cerca de 120Km/h. Trata-se dum crime pesado que em qualquer país civilizado é severamente punido. A cegueira da justiça revelada até hoje sobre casos de atropelamento mostra a sua desumanização e incompetência. O que se pergunta é se a justiça tem o direito de fazer dum caso comum (porque é um crime comum sem premeditação, como tratado em qualquer país civilizado) um exemplo? Será necessário um exemplo? De acordo com os Direitos Humanos, tem a justiça o direito de fazer exemplos dos réus em lugar de todos os julgamentos serem exemplares? Segundo se ouviu, a pena foi mais pesada por a criminosa não ter carpido rios de lágrimas. Teremos ouvido bem, que com um pouco de teatro a pena teria sido mais leve?

Um criminoso é um criminoso. A acção foi cometida e comprovada. Que porcaria de justiça é esta que pretende fazer exemplos de casos comuns e que se apoia em golpes teatrais para julgar? De certo que a defesa não contou com este tique dos juízes, senão teria montado a cena teatral apropriada.

2. Ainda sobre a corrupção, o a defesa dos tachos, o compadrio e as parcialidades de juízes e magistrados, vale a pena ver um comentário deixado no blog do autor, assim como o link lá indicado para um outro artigo no Correio da Manhã.

06/03/2010

PARECE ANEDOTA, MAS NÃO É...



AO QUE ISTO CHEGOU... Qualquer país democrático e vivendo num estado de direito, repudia este tipo de "show off", das declarações dum gajo pago a peso de ouro, pelos contribuintes deste quintal, que ainda goza com as comissões "Ad-hoc", em que ninguém levanta uma palha a não ser o presidente da mesa quando após várias declarações minimamente estranhas sobre o seu gosto ou afiliação clubista deste senhor... Não há pachorra...

E é isto um administrador de uma das maiores empresas nacionais?
Como fica desempregado, deve ir para a A.R. ou para o governo!

@Fernando Marques
Pulseira Electrónica

21/02/2010

Corrupção Assassina 40 Pessoas

A cidade do Funchal, na Madeira, está a ser vítima de temporais, inundações e deslizamento de terrenos devido às grandes chuvas.

Não é uma catástrofe natural inevitável, mas apenas uma das consequências do mau ordenamento do território. Efectivamente, é absolutamente possível coordenar as consequências de acontecimentos naturais do género. Tem sido demonstrado em todo o mundo. Ainda que num grau bastante inferior, constata-se a diferença observada em Lisboa aquando de grandes chuvas. Antes dos trabalhos necessários terem sido efectuados, algumas zonas, como a do Baixa (que burros cheios de auto-estima de iletrados pedantes agora chamam de pombalina, como se houvesse outra), Cais do Sodré / Av. 24 de Julho e a de Benfica tinham inundações enormes mal chovia um pouco.

Os problemas do Funchal são bem conhecidos desde sempre. O temporal de 1993 foi um dos que causaram maiores estragos. O governo regional, constituído por indivíduos nascidos e criados nas ilhas está perfeitamente consciente dessa possibilidade de catástrofe. No entanto nada fez para o evitar. Ou melhor, fingiu fazer. Tanto que disso tem sido permanentemente acusado. O Bicho da Madeira respondeu às acusações de agora dizendo que se a cidade do Funchal não desapareceu por completo foi devido às canalizações feitas nas ribeiras.

Pelos resultados vemos como se comporta esse governo, que nem salvaguarda as vidas dos cidadãos. As obras necessárias deveriam ter sido efectuadas por gente competente e não contratados por modos corruptos. Assim, parte do dinheiro necessário para as ditas obras foi gasto em obras insuficiente e mal feitas, outra parte usada literalmente na corrupção e o restante para outros objectivos que davam mais votos.

No entanto, mesmo roubando, a Madeira é a segunda região nacional mais desenvolvida. Para poderem roubar mais dando menos nas vistas, o governo, porém, exige que o dinheiro que o país deveria dar a outras regiões mais necessitadas lhe seja entregue. Faz sentido?

Assim, concretamente e só desta vez, os políticos corruptos assassinaram 40 pessoas e destruiram propriedade de altíssimo valor ainda não calculado, o tudo em nome da corrupção e da conquista de votos. «Que morram os pacóvios, o que é preciso é não perdermos os tachos.» O futuro próximo nos dirá que os assassinos ficarão impunes, como de costume, ou ainda serão louvados por terem assassinado tão pouca gente. Só em Portugal! Só em Portugal, também, tudo passa e é perfeitamente admitido e aprovado pelos carneiros em que a própria «vontade popular» enunciada no Art° 1º da constituição não é ouvida nem exercida.