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14/01/2012

O Abate dos Carneiros

O ministro Álvaro Pereira chegou com intensões bombásticas de investigar os actos do governo anterior que tinham contribuído para o aumento da desgraça nacional e que, segundo ele apregoa para os ingénuos ou bêbados, cegos, surdos e mudos, foi a única causa. O PSD chamou-lhe parvalhão e obrigou-o a calar-se. Porquê?

Realmente, o impostor nem raciocinou que se a sua ideia se concretizasse, logo os criminosos do PS trariam ao conhecimento geral os crimes e a contribuição para a miséria nacional muto maiores do PSD, que foi o que provocou a crise por o Cavaco ter desmantelado o país, aumentado os cargos dos parasitas partidários no governo em 51%, etc. Por demais, há ainda algumas memórias dos maiores roubos jamais perpetrados no país, em que governantes, militantes, apoiantes e familiares enriqueceram de um dia para o outro com os fundos de coesão da UE, roubados em lugar de serrem utilizados para preparar o país. Aliás, é esta a causa maior da miséria actual e que estimulou o desenvolvimento da corrupção geral que hoje se vive.

Há ainda quem pretenda fazer julgar o Sócrates pelos seus pequenos crimes esquecendo os maiores que ele cometeu. Erro de avaliação não só nisso, mas sobre outros pontos que tornam a ideia em mais um desvio no caminho certo e de que os próprios canalhas se aproveitem. Entre os muitos erros e inconvenientes, os seguintes são mais do que evidentes.

O Sócrates surgiu ao fim da miséria consumada. Nem mais nem menos. Um peixe oportunista que soube usar das artimanhas gerais das máfias corruptas em proveito próprio e do partido. Os seus crimes muito maiores e de que deveria realmente ser julgado, não são bem aqueles de que parolos e sectários o acusam, mas sobre tudo os que estão mencionados no Blog do Leão Pelado. Basta clicar.

É um erro incomensurável de cálculo e de senso pretender que uma tão profunda miséria se possa ter gerado nos poucos anos em que ele esteve no governo, pelo que se essa pretensão não for por erro crasso só pode ser motivada por partidarismo sectário, o que é o pior caminho a tomar. Este erro toma também a forma de crime por isentar implicitamente os verdadeiros culpados. Um crime maior do que aquele que se quer justiçar. Daí o partidarismo da ideia. Não é que ele não merecesse ser julgado, note-se, mas o caminho tomado está completamente errado, só pode ser por fanatismo político e vai no sentido de defender um partido contra outro quando nenhum deles é melhor, o diabo que escolha. É o melhor método escolhido por parolos e sectários para perpetuar o mal já tão enraizado

A possível condenação do Sócrates – com o sentido que se lhe quer dar e vista objectivamente – seria aproveitada pelas máfias oligárquicas para a transformarem num entrave de peso a juntar à real inexistência de democracia em Portugal.

Se o PSD apoiasse a directamente a perseguição do Sócrates, haveria pelo menos duas consequências graves. Uma seria para o próprio PSD ao o PS lhe apontar facilmente as verdadeiras causas da desgraça nacional, tão abafadas, mas de que muitos se recordam. A outra seria para agravar a falta de democracia no país. Ao darem um osso aos lobos (o povo esfomeado por justiça) evitariam que os lobos os comessem a todos, apoiando-se na já existente falsa ideia de que isto é uma democracia em que os políticos eram responsabilizados e julgados. Ridículo. Este acontecimento por si só, visto por um povo de parrecos desmiolados r ferrenhos sectários, evitaria que o único caminho para a democracia – o controlo dos políticos por um povo soberano – fosse barrado e o seu alcance mais hipotético do que nunca.

O ministro, afinal, não passa dum hipócrita faccioso, mas parvalhote. Ou então um desses impostores disfarçados de democratas que impedem que se escrevam comentários nos seus sites ou blogs contra as suas ideias em lugar de as debater (o que não parece que ele fizesse no seu blog pessoal, diga-se em abono da verdade), ou que os apagam ou de outro modo controlam que esses tipos de comentários não apareçam mediante a dita «moderação». É o que se encontra frequentemente em blogs e sites de sequazes partidaristas. São eles os maiores contribuintes para a ignorância da verdade, espalhando a crença na mentira. Alguns serão revelados num futuro próximo e muitos se espantarão indevidamente por terem sido logrados sem o notarem enquanto outros protestarão, dizendo serem afirmações partidárias, como já aconteceu.

Até agora apenas alguns dos ladrões foram declarados. Só um está em julgamento, mas o número deles é incalculável por nele se poder contar a quase totalidade dos políticos. Os restantes continuam bem ocultos pelos dois partidos principais: «Tu não revelas os meus crimes e eu não revelo os teus». Um acordo táctico e tácito entre as corjas de ladrões contra a justiça e os interesses nacionais. Verdadeiramente lamentável que o Álvaro Pereira tenha sido calado pelos interesses antinacionais do seu partido. Muitos crimes – que todos sabemos existirem – seriam revelados de ambos os lados.

Temos agora uma vicissitude conjuntural em que alguns pontos – ainda que poucos – são comparáveis aos do tempo do Cavaco no governo. Um gráfico que o Álvaro Pereira publicou no seu blog mostra uma progressão dos juros da dívida pública (a que os merdosos jornaleiros pedantes entenderam alcunhar de soberana) entre 1989 e 1993 da mesma ordem da actual, ainda que a nível inferior.

Outra coincidência, Portugal está a receber dinheiro do exterior, em condições diferentes e desastrosas, mas recebe. O partido no governo é o mesmo do Cavaco. Observemos como mexem os cordelinhos das bolsas e como vão enriquecer, sobretudo com nomeações para cargos a que são atribuídos ordenados fantásticos. Entre eles não nos esqueçamos de vigiar de mais perto aquele que já provou ser ladrão crónico: o Relvas ordinário. Entrou para a política quase tão pelintra como um sem-abrigo e já tem uma grande empresa no Brasil. Em Novembro passado tornou-se público que estava a roubar o subsídio de habitação. Com alegações características dos vigaristas, desistiu, mas não reembolsou o que recebera, como agora é exigido aos demais cidadãos, pelo que o roubo não foi anulado e permaneceu. Os dois pesos e as duas medidas continuam de vento em poupa, mostrando a falsidade congénita do Coelho. O Relvas é um indivíduo a ter bem debaixo de olho, que só não roubará o que não puder, e não é o único.

As causas da miséria actual, evidentemente, são múltiplas, mas todas elas, sem excepção, tiveram a sua origem nos governos do Cavaco. Neste amplo sector, não há praticamente nada de mal neste país que não tenha aí a sua origem. A grande corrupção, o roubo, as mordomias dos políticos e os aumentos dos seus ganhos exagerados e exorbitantes (51%, decretou ele), as leis que lhes dão impunidade, as destruições do tecido industrial, da agricultura, das pescas, etc., etc. A política que tendeu a destruir o parque habitacional de aluguer e incentivar a população na compra de casa, que a arruinou. É o país em que uma maior percentagem de habitantes tem casa própria, mas que não produz para o justificar: esta combinação é impossível e mais cedo ou mais tarde estoira.

Basta nomear um qualquer problema deste âmbito e logo constatamos a sua origem, até o doutrinamento e a mentalização da população sob marketing político. Estes últimos incluem as lavagens cerebrais, o aproveitamento da imaturidade política dos portugueses e os correspondentes esforços sobrenaturais por eles utilizados para os manter nesse estado, convencendo-os de que têm maturidade.

Este caminho, e outros com consequências desastrosas semelhantes, foram aproveitados pelos governos seguintes para fazer circular grandes massas de dinheiro, dando a ilusória sensação de riqueza, enquanto na realidade afundava o país, que nunca produziu para poder pagar tais fantasias. Este procedimento levou a que os carneiros ignorantes consentissem, achando os pobres diabos que se lhes coubessem umas migalhas não faria mal que desfalcassem o país. Só que o país são esses próprios papalvos.

Não estamos na época dos descobrimentos, em que nos chagavam carregamentos de bens, nem na do grande comércio realizado com a política dos entrepostos comerciais portugueses através do mundo. (Há pulhas que vêm agora afirmar aos crentes e ignorantes que os descobrimentos foram emigrações de portugueses pobres. Que são eles senão canalhas a quererem reescrever a história num estilo idêntico ao do Rosas?) Hoje, para se poder conduzir uma tal política é necessário explorar e sacar os bens dos outros países num colonialismo moderno, seja depreciando-os para os obter a um valor abaixo da realidade ou apossando-se deles por guerras que obrigam os explorados a aceitar contratos de extorsão, como fazem os EUA e a França. Esta, logo ao início dos primeiros bombardeamentos pobre a Líbia, acordou com os revoltosos em ajudá-los a derrubar o Kadafi sob a condição de contrato de entrega do petróleo a baixo preço. E assim aconteceu…

Ora, como tais políticas e imposições internacionais não são possíveis a Portugal por razões óbvias, o país tem que suportar as suas necessidades mediante a produção, como outros países pequenos da Europa: Luxemburgo, Suíça, Suécia, Dinamarca, Noruega, etc. e ainda a Irlanda, onde os problemas foram de outra ordem. Outros caminhos conduzem ao estado actual.

Os governos seguintes continuaram na trilha iniciada pelos cavaquistas, já que só ganharam como isso, não lhes importando a miséria a que essa senda levaria o país. Não o iniciaram, mas por evidente conveniência consideram o assunto como mortos que não querem desenterrar. Daí o PSD ter posto uma rolha na comua do Álvaro Pereira.

É bem claro que as obras de destruição destes criminosos não poderiam ter sido tão fáceis aos políticos corruptos e ladrões sem a imprescindível ajuda da jornaleiragem que lhes limpa os escolhos do caminho, encobrindo-os e impingindo-nos historietas e coscuvilhices ou fabricando ou encenando notícias para embrutecer, resultados que têm alcançado com êxito neste conluio obsceno.

08/01/2012

Os Sórdidos Facínoras Que Nos Governam

Está a começar a compreender-se a origem da crise nacional agravada pela europeia e mundial. A corrupção dos governos do Cavaco (roubo e desbarato dos fundos de coesão), a mentalização que tronou os portugueses mais improdutivos e mais gastadores do que não produziam e importavam, assim como a corrupção do OLAF (Office Européen de Lute Anti-Fraude – UE), do seu director e do seu responsável, Comissário europeu Siim Kallas. A página sobre este assunto, há vários anos publicada, tem aumentado o número de visitantes.

Este artigo contém várias transcrições e citações em itálico, cujo mérito cabe aos respectivos autores. Alguns não são referidos por terem caído no domínio público ou por se ignorar quem sejam, mas se se declararem, os seus nomes serão mencionados. Este artigo é também uma repetição daquilo que há anos tem sido escrito nos blogs dos links que se seguem ao seu final e no site do autor, pois que o procedimento geral é também uma repetição do que engendrou a desgraça ao ponto a que a conhecemos. Não há muito mais sobre que falar, pois que a origem dos males é pouco diversificada. Repetem-se. Os políticos não mudam os seus métodos e, defendidos por uma corja de jornaleiros em conluio, o povo aguenta-os, elege-os e defende-os. Depois reclama. Paradoxo?

Os roubos dos juízes
€700/mês para renda de casa, mesmo para os que têm casa e trabalham na área de residência = roubo incondicional. Agora, quando o governo pretende cobrar imposto sobre esse produto de roubo irracional e nacional, vem o João Palma, um dos gozadores dos lorpas, queixar-se de que A proposta não está estruturada com critérios justos e equitativos, nem é sensível ao facto de os magistrados serem obrigados a exercerem a sua actividade em regime de exclusividade. Nada admira quando a «pauvre pétasse», deputada do PS que residia em França, recebia um subsídio para viajar até ao parlamento. Pensar que a maioria dos portugueses têm reformas inferiores a esse montante justifica a mentira da chamar democracia a esta palhaçada dirigida por vigaristas e ladrões confirmados. Só para rir, o que dizem, enquanto uns rebentam com a barriga cheia e os outros de fome: o maior fosso europeu entre ricos e pobres que não pára de aumentar com todos os governos,

Desorganização
Os parasitas políticos, incapazes, colocados à frente das chefias, desorganizaram o país do modo que se vê: nada funciona. Exemplos? Bombeiros transformados em firmas de transporte. Os bombeiros são táxis para transporte de doentes. Porquê assim, se nunca o foi, nem cá nem noutro qualquer país? A nomeação dum contabilista para ministro da saúde foi o arauto das intenções dos abjectos biltres do governo. A desorganização do sistema de saúde que absorve tanto dinheiro quanto o sueco, mas com a diferença que se conhece. Nem merece a pena citar mais onde a desorganização foi generalizada.

Tudo é roubo. Exemplo, os canais emitidos na TDT para permitir o roubo das operadoras privadas em depreciação dos interesses nacionais gerais. Não é o que se passa nos outros países, mas em Portugal ou se copia o que está mal ou se inventa pior. É o que tem sido a fonte do progresso nacional. Nas escolas não se ensinam as crianças como se defenderem contra a publicidade para poderem ser facilmente presas do roubo; formam-se lorpas.

Publicidade: DECO – sociedade comercial que tem ganho fortunas com a publicidade dos abortos jornaleiros, encobrindo o trabalho daqueles que o fazem gratuitamente.

Mezinhas em lugar de medidas adequadas
Matam-se os cães que mordem e isentam-se os donos culpados. Abandonam os cães, mas não são tomadas medidas para o evitar, condenando os donos.
Os serviços de saúde quase não funcionam devido à desorganização e aplicam-se taxas para roubar e afastar os doentes. Matando-os.
Não há excepções, a desorganização é paga pelos que a ela são submetidos e nunca pelos seus autores.
A burocracia, outra fonte do atraso e de corrupção, é mantida intencionalmente.
São apenas exemplos expressivos que podem despertar menos interesse, mas que se repetem a todos os níveis e produzem os resultados constatados.

A razão da desorganização, da legislação inadequada e de tudo o que atrasa o país deve-se exclusivamente aos deputados defenderem os seus interesses profissionais e dos grupos de interesse em que se inserem em depreciação dos interesses nacionais; aos cargos de responsabilidade terem sido tomados de assalto pelas máfias oligárquicas políticas que os fazem ocupar por parasitas incapazes, incompetentes e usurpadores, sejam militantes, familiares ou amigalhaços, mas todos partidários; razões sempre alheias à competência e capacidade. Os lugares nem são postos a concurso, mas tomados de assalto como direito garantido, como despojos duma batalha ganha em que o povo é o incondicional perdedor. Uma batalha que se termina contra a população. O resultado é o que se vê. É bem simples, mas os políticos nem nisso falam.

Os deputados não são eleitos. Ninguém é eleito, salvo o presidente da república. Quando os lorpas vão votar, as caras e os nomes são todos falsos. Os votos são nos partidos e não nos que vomitaram a banha da cobra.

25/11/2011

As Greves Justas e os Oportunistas

Não se pode nadar na estrumeira para onde a roubalheira, a corrupção e a impunidade nos atiraram sem reclamar. As greves têm razão de ser. Sobretudo quando um governo se aproveita da ocasião parra aprofundar um fosse já único na Europa pelo seu tamanho. Porém, nem todos os grevistas tem razão de fazer greve.

Com o salário mínimo mais baixo da UE, é injusto diminuí-lo ainda mais. No entanto, caso seja imprescindível, são os que mais têm quem mais deve contribuir. Sobretudo aqueles que mais cooperaram para o estado de desgraça. É exemplo que os que nos roubam impunemente não dão. Daí, talvez, que tantos aceitem greves absurdas sem se darem conta de que nem todas as razões são razão. Algumas são mesmo ultrajantes, camufladas e falsas, em que os grevistas seguem os exemplos dos culpados.

Os ferroviários e maioria do que trabalham nos transportes, por exemplo, usufruem de autênticas mordomias que, ainda que os valores sejam num grau bastante inferior, comparam-se às dos corruptos e ladrões que nas governam, relativamente à restante população.

Em cima dos salários, os ferroviários da CP, se fizerem o especial favor de cumprirem o seu contrato de trabalho e não faltarem um só dia num mês, apenas por isso recebem um subsídio de €230, mensal, evidentemente. Os maquinistas usufruem dum subsídio por quilómetro, como se a sua profissão não fosse a de percorrer quilómetros. Se num mês faltarem menos de 5 horas ao trabalho têm mais um subsídio de €68. Se no mês que se segue não tiverem uma falta, têm mais outro subsídio de €223. Os prémios por fazerem o favor de se apresentarem ao trabalho chegam a atingir os €6 diários, ao qual se acumula um outro anual.

No Metropolitano de Lisboa e na Carris têm 30 dias de férias. Nestas e ainda na Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA (S.T.C.P.), têm subsídio de reforma que a nivela com o último salário recebido. As reformas nestas companhias estendem-se para bem além dos €5.000 sem perda desse subsídio. Com baixa por doença, em cima do subsídio relativo ainda lhes é oferecido um complemento.

Estes grevistas, no activo ou reformados, com suas famílias e parentes próximos viajam de graça na maioria das empresas de transportes. Como revelado, para satisfazer esta única mordomia só a REFER gasta mais de M€4 por ano. Juntem-se-lhes os subsídios, prémios e outras mordomias dos directores e dirigentes, os desvios para as contas privadas, etc., e não será difícil de adivinhar uma das causas dos buracos nas empresas de transportes. Quando se conhece (escondido pela jornaleiragem imunda em benefício da corrupção) que em todos os países há décadas que os transportes públicos dão prejuízo e são subsidiados, compreende-se que se neles há buracos, em Portugal há uma fossa descomunal.

São estes os que fazem as maiores greves e que mais afectam a vida de toda a população. Querem que lhes paguemos todas as exigências de roubo absurdo. Todos os prejuízos que eles causam nos saem do bolso, mas querem que não se lhes toque e exigem ainda mais.

14/11/2011

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

Como o homem é o único animal que repete os seus erros e os portugueses não perdem nenhuma oportunidade para demonstrarem que seguem a regra com maior afinco do que a generalidade, os políticos estão certos de os enrolar mais uma vez. Os carneiros provam sempre a sua carneirice. Que diferença esperar duma corrupção superior à da Grécia?

A miséria será maior e mais profunda. Os falsos subsídios do 13º e 14º mês – que na realidade são parte integrante dos ordenados e das pensões por assim terem sido sempre tratados oficialmente e de facto – são intocáveis de acordo com o Decreto-lei n.º496/80 de 20 Outubro. Enquanto isto, os ladrões corruptos afirmam que os sacrifícios são partilhados, mas não cortam os seus ganhos como outros países fizeram. Os hipócritas limitaram-se a um bluff ridículo de 5%, o que equivale a uma chapada na população, continuando com ordenados superiores aos dos países ricos. Tendo em conta a realidade do salário médio e do custo de vida, são três ou quatro vezes superiores aos dos seus homónimos europeus e de além-Atlântico.

Cortam os ditos pseudo-subsídios aos ordenados e às pensões aos reformados e outros mais necessitados e auto-exceptuam-se, como se lê do orçamento publicado no Diário da República, 1.ª série, N.º 200, de 18 de Outubro de 2011, página 4659: €2.093.650 de subsídio de férias e de natal aos broncos da Lavandaria Nacional. Aqueles que dizem que nos representam quanto se apresentam a eleições, que fazem o contrário do que disseram e do que queremos, parem leis estúpidas que atrasam o país e impedem o seu desenvolvimento e perdem tempo infinito corrigindo as anteriores. Ladrões incapazes.

O primeiro acto da Maria da Assunção como chefe das osgas que de vez em quando comparecem no Palácio de São Banto, reformada aos 42 anos e acumulando pensão com ordenado (a esta canalha o roubo é permitido de todos os modos e constantemente ainda inventam mais) ao ocupar o seu posto de chefe de quadrilha, foi o de oferecer um BMW 320 ao Mota Amaral, pago com o dinheiro daqueles a quem cortam as pensões. Não é facto evidente que casos destes só podem ter lugar por os carneiros tudo consentirem? Acabem com eles: enforquem os ladrões e exponham-nos em praça pública como fazem na Arábia Saudita aos executados em público.

06/08/2011

Destruição Nacional
Segunda Vaga

Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.

No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.

O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!

Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.

O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.

Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)

Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.

Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.

09/05/2011

Quem Cala Consente
Quem Vota Aprova

«Mudar a sério», diz o aborto do PSD. Que é isso de PSD? O nome é falso, o partido é outro.

«Querem destruir o sistema de saúde», diz o vigarista do PS, quando a mezinha que fez condenou esse mesmo serviço. Que é isso do PS? O nome é falso e o partido também é outro.

Um fez um erro fenomenal e o outro quer aproveitar-se para realmente destruir o que já está meio destruído, criando mais hobbies da saúde para servirem de antros par os parasitas partidários, como se não houvesse já tantos a eliminar. Nenhum deles propõe pôr esse serviço nacional a funcionar como na Suécia. A Suécia por ter talvez o melhor de todo o mundo e custar tanto como o miserável do português.

Sobre as escolas privadas é fácil. Não há razão para deixarem de existir nem para que recebam dinheiro dos impostos de quem não pode lá pôs os seus filhos. Já são pagas pelos que as frequentam.

Estes salteadores que nos roubam sem assaltarem as nossas casas não apresentam qualquer proposta de interesse nacional que contribua para uma democracia. Nada que os portugueses queiram ouvir. Nenhuma proposta ou ideia para acabar com a corrupção que se alastra por todo o país. Nem uma palavra sobre acabar com os institutos ou as empresas do estado, onde colocam os parasitas dos partidos e lhes dão prémios por esbanjarem, degradarem e obterem os piores resultados empresariais nacionais.

Nenhuma proposta de nenhum dos ladrões corruptos das máfias oligárquicas menciona qualquer dos assuntos cruciais que queremos resolvidos e que se seguem (recebido por e-mail):

25/04/2011

25 de Abril
Comemoração da Desgraça

O "dia da "Liberdade para gamar"
[(Adenda) Ver comentário]

Alguns interrogavam-se sobre o que foi sido feito do 25 de Abril. Hoje, a maioria ainda não conhece a resposta para além dos slogans que ficaram embutidos nas pobres mioleiras dum povo imensamente atrasado, mas os que se interrogam são agora a maioria.

As máfias políticas e as hostes de incompetentes e vigaristas que as apoiam apropriaram-se da Abrilada. Locupletaram-se com salários indecorosos e privilégios injuriosos, simultaneamente retirando ao povo as possíveis vantagens nunca alcançadas e afastando-o duma democracia de que sempre falaram (como acontece apenas nos países em que ela não existe). Convenceram os ignorantes que a democracia era este regabofe dominado por jornaleiros e politiqueiros em que a expressão é vedada ao povo, completamente afastado do poder por uma constituição vergonhosamente arquitectada com essa ronha.

Os slogans passaram um pouco à história e praticamente só um sobrevive, mas a intoxicação levada a cabo pela desinformação sistemática das bandas de jornaleiros que outra préstimo não têm que não seja o de manipularem as notícias, encená-las e contar apenas parte delas para enganar as pessoas e impedi-las de formar a sua própria opinião.

Os caixotes de lixo que são os noticiários são uma propaganda aos partidos, logros e notícias editadas para inserir ideias erradas. Duram frequentemente mais de uma hora! Caso único num país democrático. Metade desse tempo é o normal por toda a Europa. Em Portugal, este tempo extra é utilizado para apoiar as máfias políticas ou apresentar reportagens a ouvir turistas a elogiar a trampa nacional, coisa em que os doutrinados acreditam piamente.

Na véspera da Abrilada, a RTP apresentou uns quadros a que chamou comparativos do antes e do depois de 1974. Os outros canais de impostores também mencionaram comparações idênticas. Este o quadro foi apresentado com o mais baixo propósito de enganar as pessoas. Uma autêntica burla. As comparações eram todas subjectivas, sem excepção, donde, impossivelmente comparáveis.

Uma dessas comparações, os rascas vigaristas intitularam-na de Salário Mínimo. Trata-se duma dupla vigarice. Primeiro não havia salário mínimo em Portugal e nem todos os países o tinham nem têm. Nenhum salário, em qualquer país, em qualquer parte do mundo pode ser comparado de tal maneira crua. Além disso, na década de 1960, um salário de hoje €20 chegava perfeitamente para alimentação variada, renda, roupa, transportes, férias, tudo. Um general do exército ganhava Esc.: 11.000$00. Como comparar da forma que os falsários apresentaram? A clara intenção destes idiotas maliciosos só pode ser a de enganar e embrutecer quem lhes der ouvidos.

Outra comparação enganadora foi acerca do número de crianças mortas à nascença. As comparações foram todas falsas sobretudo por terem sido apresentadas for do contexto.

Portugal nunca foi um país rico, embora sempre se tivesse vivido muito melhor do que em Espanha até às conquistas, extermínios e genocídios (links ao fundo da página) completos dos castelhanos para roubarem outros povos, enriquecendo à custa da desgraça que espalharam pelo mundo que hoje ainda os odeia. Contudo, ao fim da Segunda Guerra Mundial, Portugal estava bem melhor do que a maioria dos países europeus a todos os níveis. Não era milagre, a guerra em que Portugal não entrou tinha-os destruído quase por completo. Foi a partir daí que a Suíça, por também não ter entrado, começou a desenvolver-se com o dinheiro que os nazis e os judeus deixaram nos seus bancos, deixando de ser o país onde poder comer um caldo à noite já era bem bom.

Desde então, todos os países progrediram, inclusivamente os da Cortina de Ferro, embora num grau bem inferior. Portugal também. Após 1974, quando o ritmo de crescimento dos outros países tinha atingido velocidade de cruzeiro, Portugal também continuou a progredir, mas sempre menos do que os outros, o que em simples aritmética se traduz em atraso. Por isso, quando os corruptos e os trafulhas nos falam em grande avanço, mentem descaradamente. Só um lerdo pode acreditar que nos últimos dez anos Portugal se atrasou os efectivos 30 (segundo o Eurostat de há já mais de 2 anos) desde a Abrilada. Tudo arquitectado para sustentar parasitas, ladrões e outras sanguessugas à custa dos mamões que sustentam o regime aprovando-os e votando neles.

Foram estas corjas de salteadores e apoiantes que levaram o país `falência e terceira intervenção do FMI. Isto não aconteceu em nenhum outro país. O que significa que estas corjas são bem piores que as dos outros ou que os portugueses são mais estúpidos por o permitirem, ou ambas as coisas.

Os oficiais de Abril confessam-se todos desiludidos pelo caminho que esta canalha deu ao país. Ainda que sem o apoio geral, Otelo Saraiva de Carvalho chegou mesmo a dizer, há menos de duas semanas [I Online], «que se soubesse como o país ia ficar, não teria realizado o 25 de Abril». Diz ainda que «ouve todos os dias populares dizerem-lhe que o que faz falta é uma nova revolução». O que faz falta é enforcarem os traidores e emprisionarem os seus apoiantes, em lugar dois pilha-galinhas que enchem as prisões.

Que è que se comemora, então, hoje, se não a ganância satisfeita dum punhado de malandros à custa da miséria geral nacional?

Comemora-se a vitória das associaciassões de criminosos que formam as oligarquias políticos.

Comemora-se a glória dos incompetentes embusteiros que mentem descaradamente, desinformam, que os protegem e embrutecem a população, possibilitando assim a miséria e a desgraça que se conhecem.


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).