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24/09/2011

O Poder da Desinformação

A desinformação jornaleira – mais do que o comportamento dos políticos – é a principal responsável pela desgraça, pela miséria e pelo atraso da população nacional a todos os níveis.

Escondem o conhecimento, substituindo-o por ideias que apoiam no seu conluio e implantam a ignorância geral da realidade europeia naquilo que interessa e conduz verdadeiramente a vida das pessoas. Deste modo, na sua profunda falta de conhecimento, o povo aceita, aprova e vota tudo o que apenas interessa à corrupção política. Inconscientemente, corre para a estrumeira que lhe preparam e lança-se nela numa euforia demente. Desaprova a corrupção, mas apoia o que a permite e o roubo legalizado.

Temos ainda mais uma outra prova da desinformação jornaleira. Esta sobre a DECO. Praticamente, toda a gente crê que se trate duma organização de defesa dos consumidores, como o seu nome indica, e é, mas apenas com uma pequena diferença Não é reconhecida como tal pela verdadeira entidade oficial, que a aponta como uma organização estritamente comercial que apenas faz o seu trabalho gratuitamente quando os lucros lhe são assegurados por outro caminho. Ou seja, quando a publicidade gerada lhe engrossa a pasta de clientes. Desde logo, são logros publicitários que os jornaleiros desinformadores nos atiram à cara a cada vez que essa defesa se efectua exclusivamente nas condições aqui citadas.

Quem continue enganado por esta impostura desinformativa e não tenha assistido às declarações feitas pelo presidente da Associação Portuguesa de Direito do Consumidor sobre este assunto no Direito de Antena da RTP, veja aqui as suas declarações sobre a infâmia jornaleira.




Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

06/08/2011

Destruição Nacional
Segunda Vaga

Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.

No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.

O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!

Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.

O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.

Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)

Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.

Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.

13/04/2011

Quem É o Pedro Passos Coelho?

Ouçamo-lo para o conhecermos. Ele não nos mente, somos nós que não compreendemos a profundeza dos seus discursos e onde ele quer verdadeiramente chegar. Ele é honesto e tampouco quer governar estando fora do governo e sem ter legitimidade eleitoral. É nesta abertura de espírito que devemos analisar algumas das suas frases da sua última entrevista.

Percebemos, ao longo das últimas semanas, que Portugal tinha sido conduzido a uma situação de pré-rotura financeira.

– É tão inteligente que só ao longo das últimas semanas viu algo tão claro como aquilo que o Site da Mentira! publicou há anos? Será um estúpido incapaz ou um reles impostor? Aliás, jamais poderia ser uma surpresa, constatando que há décadas que os portugueses vivem acima dos seus meios e que a dívida do estado se formou por governos incompetentes, a começar pelo do Cavaco, se endividarem para que isso fosse possível.

08/12/2010

Contra a desinformação
Em defesa da liberdade de expressão.

A acção desinformadora dos que se têm por jornalistas é a causa número um da corrupção e de outros males que afligem os países e as suas populações. Os monstros financeiros apoderaram-se da imprensa em todas as suas diversas formas.
Os políticos, em defesa dos seus interesses privados contra os nacionais e na intenção de conquistarem o poder, aliaram-se-lhes e submeteram-se-lhes. Os jornalistas, ora por sua própria vontade de acordo com este estado, ora porque isso lhes é imposto, aliaram-se também, formando um trio quase imbatível. Os governos tornaram-se mandatários da finança mundial que rouba as populações para encher os que mais têm.

Um exemplo por todos conhecido é o das guerras e distúrbios no Médio Oriente, que não pararam desde que os sionistas lá se estabeleceram. A causa de todo o mal que se passa na região, as guerras do Iraque e a afegã, assim como da destruição do World Trade Center de Nova Iorque, advêm de estes se comportarem como conquistadores do género dos castelhanos, enquanto os EUA abençoam as suas acções maléficas, incluindo a persistência no incumprimento de todas as decisões das Nações Unidas.No entanto, que nos diz a imprensa a este propósito? O costuma: mentem e encobrem.

É evidente que as revelações do Wikileaks pouco mudarão; para já. A reacção será reforçat a segurança para que a falsidade seja mais difícil, a decantar, mas serão os povos que, a médio e longo termo exercerão a pressão sobre os seus próprios governos a fim de não continuarem a ser enganados. Todos estão conscientes e convencidos de terem o direito a conhecer a verdade.

03/11/2010

O Inverno do Nosso Descontentamento
(John Steinbeck)

A previsão no post anterior, O Grande Circo, verificou-se em absoluto. Era uma previsão tão simples que nem disso pode ser chamada, bastando apenas seguir o inevitável desenrolar dos acontecimentos para o saber.

Não é necessário ser bruxo nem adivinho para o deduzir, bastando simplesmente usar a própria capacidade mental e discernimento em lugar das daqueles que tentam sistematicamente impingir-nos ideias falsas que lhes permitam a imunidade no roubo, tudo apenas no seu interesse próprio.

Previa-se também o futuro do país quando a oligarquia governamental do Cavaco não só destruía todas as fontes nacionais de riqueza, como roubou, esbanjou e usou mal os fundos europeus destinados ao futuro desenvolvimento do país, obviamente originando a crise em que hoje vivemos. Só a um cego mental pode ter passado despercebido. Só um estúpido ao último grau pode acreditar nos arremessos do Coelho no sentido contrário ao aqui exposto e provado sem réstias de dúvidas.

Este canalha veio há pouco colocar uma página no Facebook porque sabe que se não abrir os comentários a todos, o que ele não fez, só os «amigos» podem comentar. Ninguém que não seja «amigo» pode contestar as suas monstruosidades que lá escreve para vigarizar os tolos, nem as baboseiras de atrasados mentais que os seus seguidores publiquem. A página tem os comentários fechados; isto é tudo e diz tudo.

A única razão de ser dos partidos políticos num país não democrático por o povo – que numa democracia é obrigatoriamente soberano ou não é democracia – não participar nas decisões políticas de interesse nacional é, e só pode ser, a da ganância dos partidos em serem eleitos para poderem roubar impunemente.

Vejamos come se passaria com este caso do orçamento se vivêssemos em democracia. Os políticos dirigir-se-iam à população, explicariam o problema e fariam propostas mencionando as consequências das várias propostas e soluções. Em seguida o povo decidiria por plebiscito. Ahahahah! Que democracia a nossa em que só «aleijados mentais» acreditam. Em vez disso, os partidos, sem o controlo dum povo que não é soberano, atiçaram-se e o cão raivoso do Coelho conseguiu fazer aumentar os juros dos portugueses a cada vez que abria a comua. Pior, com o seu continuado comportamento de ganancioso insatisfeito os juros vão subir ainda muito mais, pois que ninguém espera que o cabrão dê ao orçamento a possibilidade cumprir o compromisso da dívida. É um ponto para recordar quando isso acontecer. Se fosse verdade que se interessasse pela população, teria aumentado o seu já grande desastre económico, roubando os bens das pessoas que passem a não poder pagar a subida dos juros? Quem seja capaz de reflectir pela sua própria cabeça que encontre a resposta.

27/07/2010

Sócrates Elogia o Sistema Falido da Saúde
A Desgraça Nacional – Como e Porquê
Como se Estupidificou a População?

Sócrates elogiou o sistema de saúde nacional por ser igual para todos (notícias de 26-7-10). Que falsidade! O sistema de saúde nacional não é verdadeiramente universal nem segue as normas adoptadas nos países europeus que o fazem realmente igual para todos.

A saúde, como ela está em Portugal, não podia ser pior. Nos serviços do estado não há concorrência e os médicos desinteressam-se completamente por uma profissão que é humanitária, procurando os hobbies paralelos inexistentes nos países democráticos europeus. Por outro lado, esses hobbies minam o sistema. Por algum motivo os portugueses continuam a ter uma esperança de vida inferior.

Nos países europeus a saúde é garantida pelo estado, enquanto a maioria dos serviços são prestados pelos privados (mutuais bem controladas). Os estados, de acordo com as associações dos profissionais (ordens, etc.) estabelecem tabelas tarifárias pelos actos médicos, de enfermagem, de hospitalização e outros complementares. Todos os médicos e outros profissionais de saúde trabalham para o sistema nacional.

Cada pessoa escolhe o médico ou hospital que quiser e gera-se uma concorrência que só pode ser benéfica. Os hospitais, privados ou do estado, estabelecem os preços que quiserem para os serviços hoteleiros de internamento, mas NÃO naqueles para os quais exista o tal acordo tarifário. As pessoas são tratadas convenientemente, o que cá não acontece, salvo as costumadas excepções às regras.

19/05/2010

Comboios de Alta Velocidade Ultrapassados

Após mais de um ano de conversações para a sua junção, a British Airways e a Iberia chegaram a um acordo em 12 de Novembro p.p., no intuito de travarem a queda de vendas relativamente à cada vez maior concorrência. A British Airways ficou com 55% do consórcio. Esta união ficará completa no decorrer de 2010.

Um dos planos que a nova associação tem no saco para angariar mais passageiros é o de novas tarifas de voos inter-cidades iguais às dos mesmos percursos ligados por via férrea. Propõem-se conquistar os actuais passageiros dos comboios de alta velocidade (CAV, em português – não sendo franceses não se compreende o uso de TGV).

Como os CAV espanhóis são do estado, tem-se levantado um grande susto para o governo quanto aos CAV, que se prevê esvaziarem-se num futuro muito próximo, caso a concorrência com as companhias aéreas continue como se prevê. Com efeito, as tarifas aéreas tendem a descer mundialmente segundo a maior ou menor concorrência regional.

Em Portugal, o Partido Socialista (que não o é) e ainda aquele que se intitula falsamente como Social Democrata pretendem construir novas linhas para CAV. De admirar? Não, quando as novidades chegam a Portugal já são velhas e obsoletas por outras bandas. É o costume, mas não só.

12/04/2010

Chamam-lhe Democracia :)

É um ultraje nacional a jornaleirada asquerosa proporcionar aos partidos políticos todas as ocasiões para a sua suja propaganda partidária feita

Este artigo é um pouco longo, mas como explicar factos e circunstâncias sobre as quais a jornaleirada e desinformadora e o interesse da corrupção política têm sistematicamente persistido em enganar a população, mentindo e encobrindo num conluio vergonhoso e irresponsável? Nesta altura, a maioria das pessoas assim mentalizadas, nem conhecee o que é uma democracia nem como nela se vive. Esta maioria está convencida de que sabe e bem, facto que, logicamente, a impede mesmo de saber.

Um artigo sobre este assunto foi há pouco aqui publicado, mas a persistência doentia merece nova alusão. Este género de aproveitamento não é facto constatado em países que se querem democráticos. Desta vez foi com o PSD, mas com os outros não é melhor. As datas dos seus debates são geralmente escolhidas, não em função do que ocorre dentro dos próprios partidos, como eles afirmam mentindo, mas em função do impacto que pretendem causar numa população embrutecida por falta de esclarecimento informativo, imparcial e útil, da jornaleirada ordinária. Do que falam, idem. Pouco vemos ou ouvimos sobre as podridões internas, mas sobre o que nos querem impingir.