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25/06/2010

POR FALAR EM PORTAGENS...

Portagens no Norte. E em Lisboa?

Caros Amigos, Salvo algum lapso involuntário, as seguintes vias com características de Auto-Estrada:
- Eixo norte-sul (todo)
- A1 (entre Lisboa e Alverca)
- A2 (entre Lisboa e Coina)
- A5 (entre Lisboa e Porto Salvo/Oeiras)
- A8 entre (Lisboa e Loures)
- A23 (toda)
- IC2 (todo, entre Lisboa e Póvoa de S.ta Iria)
- IC2, (todo, entre Almada e a Costa de Caparica)
- IC17/CRIL (todo)
- IC19 (todo, entre Lisboa e Sintra)
- IC21 (toda, entre Coina e o Barreiro)
- IC32 (toda, entre a A2 (Coina) e Alcochete)
não pagam qualquer portagem nem está previsto que venham a pagar. Estamos a falar de mais de 1000 km. Isto na Grande Lisboa. Percebe-se, é uma região desfavorecida do país, com poder de compra muito abaixo da média nacional... Direitos iguais, deveres iguais! Se Lisboa não paga portagens, o Norte também não tem de as pagar!!!
Pagam todos ou não paga ninguém!!!

17/07/2009

ALBERTO JOÃO JARDIM QUER PROIBIR O COMUNISMO.


Alberto João Jardim vai propor uma autêntica revolução na proposta de lei de revisão constitucional do PSD/Madeira que vai ser apresentada no Parlamento Regional no próximo dia 22, cinco dias antes de Manuela Ferreira Leite se deslocar à festa do Chão da Lagoa.

O presidente do Governo Regional da Madeira espera, deste modo, conseguir o apoio da presidente do partido.

Os sociais-democratas querem esclarecer o artigo 46º, nº 4 da Constituição da República Portuguesa sobre a «liberdade de associação». «A democracia não pode tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, não apenas de direita, caso do fascismo, esta expressamente prevista no texto constitucional em vigor, como igualmente de esquerda, caso do comunismo», pode ler-se na proposta de Jardim, a que o DN teve acesso.

Entre outras mudanças propostas, está a referência a regiões autónomas no texto constitucional com maiúsculas, a substituição da expressão Estado Unitário por Estrutura do Estado, a extinção do «vigilante oficial», o representante da República, a possibilidade de candidaturas independentes às eleições legislativas regionais e a existência de partidos regionais.

Alberto João Jardim pretende também um reforço dos seus poderes, através da reconfiguração dos órgãos de Governo Regional, surgindo o cargo de presidente da Região Autónoma, que cumula a posição de chefe do Governo Regional.

Ao todo são mais de 30 alterações, uma «radical mutação nas disposições constitucionais de concretização dos poderes regionais».


NOTA: O Dr. João jardim, já que está numa de tom carnavalesco, e tem muito "papo" e "sangue na guelrra", devia propor, já agora na sua visão de revisão Constitucional, a indepêndencia da Madeira, e assim acabar de vez atolado na sua própria visão de democracia, claro está, sem menosprezar qualquer Madeirense, mas também culpabilizando a sua maioria por ainda votarem neste palhaço. ACABE-SE com o Dr. ALberto João Jardim, é muito mais fácil e custa menos à nossa democracia.


Fernando Marques
@Pulseira Electrónica