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26/06/2011

Fez-se Justiça em Portugal, Finalmente!!!

A justiça portuguesa está de parabéns!!! Depois de anos e anos a batalhar, eis que surgem os primeiros resultados.

· Desde a morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia,
· Ao desaparecimento de Madeleine McCann,
· Ao caso Casa Pia
· Do caso Portucale
· Da compra dos submarinos
· Às escutas ao primeiro-ministro
· Do caso da Universidade Independente, Ao caso da Universidade Moderna
· Do Futebol Clube do Porto
· Da corrupção dos árbitros, À corrupção dos autarcas
· De Fátima Felgueiras, A Isaltino Morais
· Da Braga parques, Ao grande empresário Bibi
· Das queixas tardias de Catalina Pestana, Às de João Cravinho
· Dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida.
. Do processo Costa Freire / Zeze Beleza, quem não se lembra?
· Do miúdo electrocutado no semáforo
· Do outro afogado num parque aquático
· Das crianças assassinadas na Madeira
· Do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico
· Do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal
· A miúda desaparecida em Figueira
· Todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou
· As famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em que ela reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários, políticos.
· Os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran
· Os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal.
· O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
· E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência

Pois é... a justiça portuguesa está de Parabéns! Depois de anos e anos a batalhar eis que surgem os primeiros resultados.

MULTADO POR GUIAR BURRA EMBRIAGADO

O agricultor que há umas semanas foi apanhado a conduzir embriagado uma carroça puxada por um burra, na EN 17, em Celorico da Beira, foi ontem, quinta-feira, condenado, em processo sumário, a pagar 450 euros de multa. Pena pode ser substituída por trabalho comunitário, (Pois este sr. trabalha e não vive com qualquer subsidio do governo)
Jorge Rodrigues, de 34 anos, agricultor, foi condenado pelo Tribunal Judicial de Celorico da Beira, neste caso, a juíza Cláudia Jesus, que considerou "muito grave" o crime pelo qual o agricultor ia acusado, aconselhou-o a nunca pegar num veículo, seja ele a motor ou de tracção animal, depois de ter bebido, condenou um homem apanhado com uma taxa de álcool no sangue a uma pena de 90 dias de multa, à razão de cinco euros por dia, por ter sido apanhado a 11 de Agosto a conduzir o veículo de tracção animal com uma taxa de alcoolemia de 2,85 g/l no sangue.

O valor mínimo da multa aplicada, que totaliza 450 euros, teve em conta, segundo a juíza de turno que ditou a sentença, a situação social do arguido e o facto de ser primário. Foi-lhe ainda aplicada, como pena acessória, a inibição de conduzir qualquer veículo motorizado por um período de sete meses.

A pena exclui a proibição de o arguido guiar a carroça puxada pela burra, o meio de transporte que mais utiliza, pese embora ter licença, segundo o próprio, para conduzir tractores e motociclos." Venda a burra se ela for uma tentação", desafiou

Até que enfim.... e em tempo recorde 8 dias depois julgado e condenado !!!!!!!!!!!!!!


Agora sim, sinto-me mais seguro!!!

08/12/2010

Uma ideia sem execução, mas que nos deixa a pensar.

Instale idosos nas prisões e os infractores em lares.

Assim, nossos idosos têm acesso a um chuveiro, passeios, medicamentos, exames odontológicos e médicos regulares. Receber cadeiras de rodas, etc
Receber o dinheiro em vez de pagar o seu alojamento.
Teria direito a vídeo vigilância contínua, que permite imediatamente receber assistência depois de uma queda ou outra emergência.
Limpeza do quarto, pelo menos duas vezes por semana, roupas lavadas e passadas regularmente.
Um guarda visita a cada 20 minutos e podem receber refeições directamente no seu quarto.
Ter um lugar especial para atender a família.
Ter acesso a uma biblioteca, sala de ginástica, fisioterapia e espiritual, bem como a piscina e até mesmo ensino gratuito.
Pijamas, sapatos, chinelos e assistência jurídica gratuita, mediante pedido.
Quarto, casa de banho e segurança para todos, com um pátio de exercícios, rodeado por um belo jardim.
Cada idoso teria direito a um computador, rádio, televisão.
Teria um "conselho" para ouvir denúncias e, além disso, os guardas terão um código de conduta a ser respeitado!

Moral:

Politicamente é correcto dar condições de existência a todos, mesmo aos reclusos.
Agora, o que não é admissível é a inversão dos valores em que se assiste à defesa dos mais fortes contra o desleixo dos que não se conseguem defender, como é o caso dos idosos e doentes.
Além do mais, é imoral que a sociedade se preocupe mais com aqueles que a não respeitam, que a atacam a cada dia e que a subvertem.
Que tal se sentem os que passaram uma vida a trabalhar para receberem umas migalhas em troca na sua velhice e sejam atacados directamente por aqueles a quem têm de sustentar???


A vida não é justa... mas não é necessário exagerar …

@Beezz
Carlos Rocha

31/07/2010

Democracia Sem Igualdade Nem Direito à Justiça?

Quem quer que continue a acreditar piamente na maior impostura nacional, que «Portugal é uma democracia», leia o que escreve uma vítima dessa «democracia», como anotado ao fim da transcrição deste e-mail.

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Em Março de 2002 comprei um PPR a um balcão do banco TOTTA. Abri com €1000 e era tirado da minha conta á ordem €50 todos os meses que eram acrescentados á conta do PPR. Achei que era boa ideia pois alguma coisa que acontecesse no futuro tinha ali um pé de meia onde me agarrar. Até porque não era o primeiro que fazia (noutras instituições) e nunca tinha tido problemas.

Li o contrato, ficando com as condições gerais em meu poder, as quais dizem bem explícito que não posso levantar o PPR em caso algum, antes de 5 anos, a menos que me encontrasse no desemprego de longa de duração ou doença que me impossibilitasse de trabalhar.

07/04/2010

Irresponsabilidade da Justiça –
A Conhecida Justiça Corrupta


O jornalista Emídio Rangel reiterou hontem as acusações que fez no Parlamento, apesar de os visados - Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMM) e Associação Sindical dos Juízes (ASJ) - terem anunciado que o vão processar. [Jornal Público - Seguir o link para ler o artigo completo.]

É o cúmulo! Juízes calões – a deduzir das publicações do Eurostat que diz por ano não resolverem mais do que metade da média dos casos dos seus colegas europeus – formados em sindicato como os funcionários públicos, recusam responsabilidade pelo que lhes é pago em exagerados ordenados e privilégios inexistentes em qualquer estado democrático. Os arrogantes incapazes, altamente politizados e a quem cabe a maioria da culpa do miserável estado da justiça em Portugal, na qual só os políticos dizem acreditar devido à sua influência sobre os juízes corruptos, pretendem desresponsabilizar-se tal e qual como os políticos corruptos que ficam sempre impunes.

Os juízes são oficialmente os primeiros responsáveis pelo que se passa nas suas varas ou juízos. Se rejeitam esta responsabilidade, então que rejeitem os ordenados que para isso lhes é pago e que vão cavar batatas para as suas terreolas – livrar-se-ão, assim, de responsabilidades por que responder.

Porém, sendo como é, são eles os incontestáveis primeiros responsáveis pela divulgação de documentos processuais ocorridos dentro das fronteiras dos seus feudos.

Juntando-se sindicalmente em bando de cobardes, prometem processar Emídio Rangel por (como diz o ditado popular) lhes ter descoberto a careca. Juram processá-lo e exigir uma indemnização por os ter justamente acusado. Quem estará mais apto a fazer tais declarações profissionais do que o Rangel? É um verdadeiro jornalista conhecido pela sua comprovada integridade, não como tantos paspalhos aldrabões da sua profissão que por aí pululam e que degradaram um ofício outrora honroso.

Algumas perguntas nos surgem sobre estes acontecimentos. Iria o Rangel, homem experiente, aventurar-se avançando acusações no ar? Sem provas concretas? O futuro o dirá, mas não é de crer que seja tão ingénuo e desprevenido? Sobretudo tendo um irmão juiz, o qual possivelmente lhe teria falado em casos concretos de seu perfeito conhecimento.

Ao que assistimos não é mais do que mais um circo montado onde palhaços galhofeiros pretendem representar a seriedade. Que risota, que pouca vergonha dos juízes, que malandragem por todo o país, que fantochada de justiça em que se deixou de acreditar e que apenas serve para distribuir o nosso dinheiro por pantomineiros a quem se atribuem privilégios inexistentes em sistemas democráticos. Cuja profissão é, como se conhece, arruinar a vida das pessoas com o incompreensível arrastar dos processos, como os mandriões incapazes permitem, ou por sentenças e acórdãos irrazoáveis e em contradição com os factos.

Se o povo não toma conta dos políticos e a justiça não cumpre o seu dever de servir o mesmo povo, cada vez esta paródia que enche algibeiras a ladrões será mais aquilo que já é. Não se espere que eles se emendem – utopia – e ninguém nem nenhum santo virá modificar seja o que for. Se os portugueses continuarem a esperar e não o fizerem eles mesmos nada mudará. Apenas mezinhas para atirar areia aos olhos, enquanto por trás e na realidade tudo continuar na mesma.


Adenda

1. Foi finalmente conhecido o acórdão da condutora que matou peões numa passadeira do Terreiro do Paço, indo a cerca de 120Km/h. Trata-se dum crime pesado que em qualquer país civilizado é severamente punido. A cegueira da justiça revelada até hoje sobre casos de atropelamento mostra a sua desumanização e incompetência. O que se pergunta é se a justiça tem o direito de fazer dum caso comum (porque é um crime comum sem premeditação, como tratado em qualquer país civilizado) um exemplo? Será necessário um exemplo? De acordo com os Direitos Humanos, tem a justiça o direito de fazer exemplos dos réus em lugar de todos os julgamentos serem exemplares? Segundo se ouviu, a pena foi mais pesada por a criminosa não ter carpido rios de lágrimas. Teremos ouvido bem, que com um pouco de teatro a pena teria sido mais leve?

Um criminoso é um criminoso. A acção foi cometida e comprovada. Que porcaria de justiça é esta que pretende fazer exemplos de casos comuns e que se apoia em golpes teatrais para julgar? De certo que a defesa não contou com este tique dos juízes, senão teria montado a cena teatral apropriada.

2. Ainda sobre a corrupção, o a defesa dos tachos, o compadrio e as parcialidades de juízes e magistrados, vale a pena ver um comentário deixado no blog do autor, assim como o link lá indicado para um outro artigo no Correio da Manhã.