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13/11/2010

Políticas Corruptas de Partidarismo e Ganância Arruínam a Nação

Este artigo foi escolhido e evidenciado no site da Democracia Directa

Quanto mais se ouve falar a máfia oligárquica do actual PSD mais se confirma que para eles (tal como para uma larga maioria) o país não tem a mínima importância. O único interesse nas suas mentes de salteadores, ladrões e canalha reles, o único que importa é conquistarem os tachos que lhes permitem roubar impunemente à sombra das leis corruptas paridas por todos os partidos. O pobre Sá Carneiro deve revolver-se na sua sepultura com a actuação destes malditos que invocam o seu nome para atrair lorpas que caiem como moscas.

Para o assunto específico do título, pouco afecta o comportamento dos políticos de qualquer partido quando se encontram no governo. O que importa na conjuntura actual da profunda miséria nacional em que o Cavaco afundou o país, são os esforços no sentido do seu levantamento, a nível nacional e, evidentemente, a começar pelos políticos que se dizem ser esse o seu dever, pelo que devem dar o exemplo.

[Para os esquecidos, enumeram-se algumas das imensas acções do Cavaco que conduziram à infalível ruina nacional. O roubo, o extravio e o mau uso dos fundos de coesão da EU destinados à preparação de Portugal para a concorrência futura (hoje). O astronómico enriquecimento da máfia governamental de um dia para o outro, incluindo militantes, parentes e amigos. A isto acresceu a destruição da agricultura, da indústria, da pesca, dos estaleiros navais, dos caminhos de ferro e da maioria das fontes de riqueza nacionais. Aumentou os ganhos da sua corja no governo em 51%. No seu último tempo reduziu as vagas para medicina, provocando a presente falta de médicos.]

21/08/2010

Colonizados no seu Próprio País

A livre circulação europeia é certamente louvável e devia mesmo ser adoptada a nível mundial. Oferece uma maior liberdade humana e proporciona relações entre os povos, criando até amizades e evitando guerras. Aliás, foi essa a ideia de base da formação da União Europeia num continente continuamente rasgado pelas guerras entre os povos que o constituíam.

No entanto e como com quase tudo, o seu exagero ou aplicação desadequada ou imprópria, produzem efeitos contrários.

Um desses exemplos é o erro provocado pelo traidor Mário Soares em chamar «nossos irmãos» aos amaldiçoados espanhóis. Irmãos apenas como humanos, mas mais afastados que os Lusitanos ou Galegos, assim como Celtas, Suevos, Visigodos e todos os outros povos que nos invadiram e nos deixaram os seus descendentes, pois que as nossas relações com os espanhóis são unicamente devidas à proximidade e não consanguíneas como com os povos atrás citados. Os jornaleiros, incultos, ignorantes, incompetentes, falsos e desinformadores irresponsáveis, propagaram essa ideia incorrecta, idiota e falsa, ao ponto do povo, com baixíssima escolaridade e entendimento, passar a crer, enganado.