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28/04/2009

A (DES)EDUCAÇÃO, DA SRª MINISTRA...


É no mínimo, estranho... para não dizer outra coisa feia. Estes políticos da treta, partidarizados, só sabem uma coisa, GAMAR. É claro, que é tudo dentro da legalidade, nem se põe isso em questão. Os professores, que se amanhem, bebam cautelas ao pequeno almoço, porque um professor, daqueles com cartãozito de militante, foi promovido a imagine-se, a PRESIDENTE DO CONSELHO CIENTÍFICO PARA A AVALIAÇÃO DE PROFESSORES, organismo que depende directamente da ministra, sinistra, "Milu". Até aqui, tudo bem, mas o que é que este ministério decidiu fazer a mais, vejam a seguir, o despacho publicado em DR.

Despacho n.º 9810/2009: subsídio mensal de residência de € 941,25!


Despacho n.º 9810/2009 Considerando que, nos termos do disposto no Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, pode ser atribuído um subsídio de residência aos titulares do cargo de director -geral e de outros expressamente equiparados, à data da nomeação no local onde se encontre sediado o respectivo organismo; Considerando que o Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, lugar expressamente equiparado a director -geral, tem a sua residência permanente em Aveiro: Assim, nos termos do disposto no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, determina -se o seguinte: 1 -- É atribuído ao presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, um subsídio mensal de residência no montante de € 941,25, a suportar pelo orçamento da Secretaria -Geral do Ministério da Educação e actualizável nos termos da portaria de revisão anual das tabelas de ajudas de custo. 2 -- O presente despacho produz efeitos desde 1 de Novembro de 2008. 12 de Fevereiro de 2009. -- O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. -- Pela Ministra da Educação, Jorge Miguel de Melo Viana Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da Educação.

E agora, pergunto eu: - E os professores desterrados, e longe da família, obrigados a dar aulas muitas vezes a 200 Kms de distância, não recebem subsídio, Porquê?
E ainda lhe espetam com esta afronta, de porem um fulano para os avaliar, deslocam-no e pagam-lhe quase mil euros por mês de subsídio, para ele ROUBAR nas carreiras os professores, e dar ao estado milhares de euros todos os anos com esses roubos.

Pensem o que quiserem, mas isto tem dias... ai tem tem...

@Fernando Marques
Pulseira Electrónica