21/08/2010

Colonizados no seu Próprio País

A livre circulação europeia é certamente louvável e devia mesmo ser adoptada a nível mundial. Oferece uma maior liberdade humana e proporciona relações entre os povos, criando até amizades e evitando guerras. Aliás, foi essa a ideia de base da formação da União Europeia num continente continuamente rasgado pelas guerras entre os povos que o constituíam.

No entanto e como com quase tudo, o seu exagero ou aplicação desadequada ou imprópria, produzem efeitos contrários.

Um desses exemplos é o erro provocado pelo traidor Mário Soares em chamar «nossos irmãos» aos amaldiçoados espanhóis. Irmãos apenas como humanos, mas mais afastados que os Lusitanos ou Galegos, assim como Celtas, Suevos, Visigodos e todos os outros povos que nos invadiram e nos deixaram os seus descendentes, pois que as nossas relações com os espanhóis são unicamente devidas à proximidade e não consanguíneas como com os povos atrás citados. Os jornaleiros, incultos, ignorantes, incompetentes, falsos e desinformadores irresponsáveis, propagaram essa ideia incorrecta, idiota e falsa, ao ponto do povo, com baixíssima escolaridade e entendimento, passar a crer, enganado.

Daí, substituiu-se a expressão correcta de Península Luso-Ibérica por Península Ibérica e para contentamento do povo selvagem vizinho, começou a chamar-se Ibérico a tudo o que estivesse na península ou que com ela se relacionasse. Errado, pois que nada temos a ver com os Iberos. Até os laços entre iberos e castelhanos – estes geograficamente situados de permeio – são relativamente ténues, visto os primeiros terem ocupado, histórica e arqueologicamente, uma região limitada ao Leste da península, como se pode ver neste mapa na Wikipedia (mapa 1), tendo-se posteriormente alongado mais para o Sul (mapa 2 e mapa 3).

Como se pode verificar, os lusitanos e os iberos nem fronteiras comuns alguma vez tiveram.

A história das áreas ocupadas é muito complicada devido às inúmeras invasões de povos do exterior, pelo que a sua descrição se estenderia imenso e pouco adiantaria à finalidade do presente artigo.

Com efeito, os Portugueses não têm nem jamais tiveram qualquer relação, sanguínea ou de vizinhança, com os iberos, donde o nome correcto da península só pode ser como atrás mencionado. Já teve outros nomes ao longo da história, mas deve ser esse o nome moderno por corresponder aos dois estados que actualmente a ocupam. Mais uma vez se destaca a bestialidade dos pedantes animais desinformadores nacionais. Só podem haver duas causas pelo seu procedimento: (1) pura ignorância e estupidez ou (2) intenção premeditada de enganar, mentindo.

A consequência de qualquer dessas causas é a admissão das empresas espanholas que vêm sacar o dinheiro aos portugueses e a venda dos produtos de baixa qualidade de sua fabricação, contribuindo efectivamente para o seu empobrecimento. Alguns dirão que os produtos portugueses não são melhores. Isso é outra história e tem causas diferentes, mas nesse caso não seria preferível comprar doutra origem, se de melhor qualidade e por preço idêntico? Porque existe! Ou será a finalidade a de simplesmente escoar o lixo castelhano e enriquecê-los com a nossa miséria?

Estamos a ser economicamente colonizados pelos castelhanos, fruto das ideias do traidor Mário Soares e desses monstros que em lugar de nos informarem nos mentem e enganam. Estamos, todavia, a ser colonizados por outras gentes, de modo diferente: culturalmente e parasitariamente.

Os imigrantes improdutivos admitidos, assim como outros parasitas, estão todos a viver à nossa custa, recebendo o Rendimento Social de Inserção que lhes é atribuído por leis contra a restante população e por assistentes sociais irresponsáveis que nem verificam se os muitos que dele auferem não precisam. A propósito deste direito ao RSI, veja-se este artigo de outra autoria.

Somos colonizados por gentes que em nome das suas liberdades, que não devem ser contestadas, nos querem impor as suas culturas, geralmente atrasadas e desumanas disfarçadas. Em lugar de se adaptarem ao país em que vivem, pretendem colonizá-lo, tentando adaptar os autóctones aos seus costumes, geralmente bárbaros. A este propósito, transcreve-se aqui parte dum discurso feito há algum tempo pelo primeiro-ministro da Austrália, John Howard, dirigido aos muçulmanos que lá queriam viver sob a lei da sharia.


Os imigrantes não australianos, devem adaptar-se. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.

A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade. A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!'

A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura. Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.

Este é o nosso país, a nossa terra e o nosso estilo de vida. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade australiana: o direito de partir. Se não são felizes aqui, então partam.

Não vos forçámos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou.



Tolerância exagerada e mal aplicada, como concebida em Portugal torna-se laxismo maléfico para toda a nação.

Entretanto, por motivo idêntico, um outro movimento anti-islâmico nasceu na Holanda, liderado por Geert Wilders e está a espalhar-se pela Europa. [Descrito pelo jornal The Australian (ou a tradução defeituosa do Google)] Devido aos abusos desses imigrantes a desadequada tolerância dos governos, este movimento pretende banir a imigração islâmica e está a alcançar os Estados Unidos e o Canadá.

O problema não é de ordem racial nem de anti-imigração na sua generalidade, mas visa os motivos sólidos e específicos nomeados pelo primeiro-ministro australiano. Note-se que a Austrália sempre foi terra de imigração e sempre recebeu a todos de modo igual e humanitário, reconhecendo-lhes os mesmos direitos dos australianos. Porém, nenhum povo tolera ser colonizado, seja duma ou doutra forma. Não se pode permitir que, em nome duma falsa humanidade, os nossos governos nos massacrem, permitindo que os autóctones sejam colonizados pelos imigrantes. Que sejam os que recebem a adoptar os costumes e as leis dos que são recebidos.



Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).

2 comentários:

Beezzblogger disse...

Bom dia caro Amigo, Não posso estar mais de acordo com as palavras do 1º Ministro Australiano, acho que temos de ser tolerantes, mas não humilhados, nem obrigados a aceitar dentro das nossas portas, imposições sobre crenças ou credos.

Mas cuidado, cuidado para não resvalar-mos para a estupidez de cairmos no erro de exagerar-mos na prevenção ou repulsa destas imposições ou queixas.

Os povos Emigrantes, sejam de que raça, credo ou cor, devem adaptar-se ao estilo de vida para onde emigram, vejamos os nossos emigrantes, famosos em todo mundo pela capacidade de adaptação e criação de riqueza. É a velha máxima.

"À terra onde fores ter, faz como vires fazer"

Bom domingo

Abraços do Beezz

Carlos Rocha

Mentiroso disse...

Pois é, caro Beez, é esse um dos problemas maiores: está-se a proceder ao invés da lógica e do que seria normal.