25/01/2012

Cavaco, o Supercínico

Finalmente descuidou-se e revelou o que sempre pensou. Não é a primeira vez que acontece, mas parece que a maioria teima em não tomar os repetidos deslizes dos seus desabafos a sério. Não contente em ser o autor principal da miséria actual, quer ser também actor fantoche das políticas de miséria do governo. Tem feito grande algazarra contra a miséria e quis ser tomado como o paladino dos mais pobres, afirmando sem cessar que as desgraças deviam ser a dividir por todos. Simultaneamente, assinava – e tem continuado a assinar – toda a legislação que sacrifica os mais desprotegidos e poupa os que mais têm, mais ganham e mais recebem. Simples contrariedade? Pior que moeda falsa.

Deviam pô-lo com os bandalhos dos deputados e os sacanas dos ministros a viver três meses com €250 e daí pagar comida, remédios, água, luz, gás, telefone, etc. Aí sim, ele e outros da sua estirpe iriam perceber o que os nossos mais pobres pensionistas passam não para viver, mas sim para sobreviver. Ninguém se revolta com os discursos do F.d.P. do ministro da economia? Por tudo permitirem, os portugueses têm realmente aquilo que merecem.

Nem vale a pena repetir o que todos sabem: não consta que tivesse aproveitado a sua posição de primeiro-ministro para roubar como a canalha dos seus seguidores que por isso ficou e é tão conhecida. Raros se comportaram ou comportam honestamente. No entanto, como chefe, não pode rejeitar a alta responsabilidade que lhe cabe por direito e por obrigação e ainda não prestou contas.

Juntam-se agora assinaturas para uma petição visando a sua demissão, mas Portugal não é uma democracia e o caminho dado às mais de 200.000 assinaturas contra a lei do aborto, assim como outras, mostra-o claramente que a petição é como o livro de reclamações. Serve para os papalvos desabafarem, que é tudo aquilo de que os cobardes portugueses são capazes. É para isso que servem as petições e as outras areias que nos atiram aos olhos: enquanto o povo continuar a digerir os discursos-burlas a corrupção e a impunidade não terão fim. Apenas um controlo dos políticos pelo povo pode evitar o deboche político-partidário.

O destruidor de tudo o que produzia riqueza no país: agricultura, pesca, indústria, quer que os parolos o tomem pelo «provedor dos portugueses». Que arrojo. Que afronta. O coveiro da nação!

Segundo a constituição, ninguém e nada pode demitir o presidente da república. Nem o povo o pode fazer, o que, mais uma vez, atesta que o povo é lixo neste país. Ele mesmo poderia ter algum pudor e consideração e satisfazer o desejo popular em repeli-lo.

A petição, tal como vemos o caminho que se lhe pode dar de acordo com os que se tomam por órgãos soberanos, não tem qualquer valor. Se o único soberano numa democracia é o povo e os governantes não podem passar para além de mandatários, logo se constata que uma democracia não pode ter órgãos soberanos e conclui-se que se Portugal os tem não pode ser uma democracia.

Não interessa que se possam fazer petições. Tampouco interessaria a garantia de que elas seriam sempre aceites, como deveria ser. O que interessa é que ao soberano seja devolvido o poder de aceitar ou rejeitar as idiotices ou os projectos de roubo impune antes de se tornarem leis.

O Blog do Leão Pelado publicou não há muito tempo um artigo com uma importante transcrição de como a Islândia concebeu uma nova constituição que devolve o poder ao povo; de como rejeitaram as dívidas dos conglomerados financeiros que deles se serviram par sugar todos os lucros aos desventurados pagadores de impostos; dos julgamentos e das condenações dos governantes e banqueiros que levaram o país à bancarrota.

Esse artigo não se relaciona directamente com o caso actual, mas apresenta aquilo que a corja desinformadora nacional nos tem vindo a esconder há anos (só mais um caso entre um número sem fim, um preceito), como é de seu costume, para permitir aos políticos avassalarem a população. A transcrição ensina como o povo e não os políticos elaboraram uma constituição democrática. Assim como o povo passou a controlar os políticos e as suas políticas. Num caso semelhante, a importância de um qualquer partido no governo deixa de assumir uma importância capital, visto que, seguindo as regras democráticas, é apenas um mandatário do povo. Idem para juízes e magistrados. As funções de todos eles são as de cumprirem os desejos de quem os elegeu e de satisfazerem às suas necessidades. Nada do que cá se passa.

É actual. É na União Europeia, onde outros países estão a ser massacrados economicamente devido à consequências do controlo financeiro apoiado pelos EUA no seu interesse próprio, devido à sua própria dívida, a maior por habitante no planeta. Como o assunto do artigo não se encontra directamente na linha do presente, não parece apropriado ser aqui incluído.


Petição para a demissão do Cavaco

Com efeito há duas petições que decerto seria melhor juntar, já que a união faz a força. Coisas que em Portugal ainda não se compreenderam, e assim cada um puxa o seu cordelinho em lugar de juntos puxarem um cabo bem grosso que tudo arrastaria. Duas petições sobre o mesmo assunto, que loucura! Eis as duas petições, em que a primeira é a mais antiga e tem muito mais assinaturas:

Petição 1             Petição 2


Outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

14/01/2012

O Abate dos Carneiros

O ministro Álvaro Pereira chegou com intensões bombásticas de investigar os actos do governo anterior que tinham contribuído para o aumento da desgraça nacional e que, segundo ele apregoa para os ingénuos ou bêbados, cegos, surdos e mudos, foi a única causa. O PSD chamou-lhe parvalhão e obrigou-o a calar-se. Porquê?

Realmente, o impostor nem raciocinou que se a sua ideia se concretizasse, logo os criminosos do PS trariam ao conhecimento geral os crimes e a contribuição para a miséria nacional muto maiores do PSD, que foi o que provocou a crise por o Cavaco ter desmantelado o país, aumentado os cargos dos parasitas partidários no governo em 51%, etc. Por demais, há ainda algumas memórias dos maiores roubos jamais perpetrados no país, em que governantes, militantes, apoiantes e familiares enriqueceram de um dia para o outro com os fundos de coesão da UE, roubados em lugar de serrem utilizados para preparar o país. Aliás, é esta a causa maior da miséria actual e que estimulou o desenvolvimento da corrupção geral que hoje se vive.

Há ainda quem pretenda fazer julgar o Sócrates pelos seus pequenos crimes esquecendo os maiores que ele cometeu. Erro de avaliação não só nisso, mas sobre outros pontos que tornam a ideia em mais um desvio no caminho certo e de que os próprios canalhas se aproveitem. Entre os muitos erros e inconvenientes, os seguintes são mais do que evidentes.

O Sócrates surgiu ao fim da miséria consumada. Nem mais nem menos. Um peixe oportunista que soube usar das artimanhas gerais das máfias corruptas em proveito próprio e do partido. Os seus crimes muito maiores e de que deveria realmente ser julgado, não são bem aqueles de que parolos e sectários o acusam, mas sobre tudo os que estão mencionados no Blog do Leão Pelado. Basta clicar.

É um erro incomensurável de cálculo e de senso pretender que uma tão profunda miséria se possa ter gerado nos poucos anos em que ele esteve no governo, pelo que se essa pretensão não for por erro crasso só pode ser motivada por partidarismo sectário, o que é o pior caminho a tomar. Este erro toma também a forma de crime por isentar implicitamente os verdadeiros culpados. Um crime maior do que aquele que se quer justiçar. Daí o partidarismo da ideia. Não é que ele não merecesse ser julgado, note-se, mas o caminho tomado está completamente errado, só pode ser por fanatismo político e vai no sentido de defender um partido contra outro quando nenhum deles é melhor, o diabo que escolha. É o melhor método escolhido por parolos e sectários para perpetuar o mal já tão enraizado

A possível condenação do Sócrates – com o sentido que se lhe quer dar e vista objectivamente – seria aproveitada pelas máfias oligárquicas para a transformarem num entrave de peso a juntar à real inexistência de democracia em Portugal.

Se o PSD apoiasse a directamente a perseguição do Sócrates, haveria pelo menos duas consequências graves. Uma seria para o próprio PSD ao o PS lhe apontar facilmente as verdadeiras causas da desgraça nacional, tão abafadas, mas de que muitos se recordam. A outra seria para agravar a falta de democracia no país. Ao darem um osso aos lobos (o povo esfomeado por justiça) evitariam que os lobos os comessem a todos, apoiando-se na já existente falsa ideia de que isto é uma democracia em que os políticos eram responsabilizados e julgados. Ridículo. Este acontecimento por si só, visto por um povo de parrecos desmiolados r ferrenhos sectários, evitaria que o único caminho para a democracia – o controlo dos políticos por um povo soberano – fosse barrado e o seu alcance mais hipotético do que nunca.

O ministro, afinal, não passa dum hipócrita faccioso, mas parvalhote. Ou então um desses impostores disfarçados de democratas que impedem que se escrevam comentários nos seus sites ou blogs contra as suas ideias em lugar de as debater (o que não parece que ele fizesse no seu blog pessoal, diga-se em abono da verdade), ou que os apagam ou de outro modo controlam que esses tipos de comentários não apareçam mediante a dita «moderação». É o que se encontra frequentemente em blogs e sites de sequazes partidaristas. São eles os maiores contribuintes para a ignorância da verdade, espalhando a crença na mentira. Alguns serão revelados num futuro próximo e muitos se espantarão indevidamente por terem sido logrados sem o notarem enquanto outros protestarão, dizendo serem afirmações partidárias, como já aconteceu.

Até agora apenas alguns dos ladrões foram declarados. Só um está em julgamento, mas o número deles é incalculável por nele se poder contar a quase totalidade dos políticos. Os restantes continuam bem ocultos pelos dois partidos principais: «Tu não revelas os meus crimes e eu não revelo os teus». Um acordo táctico e tácito entre as corjas de ladrões contra a justiça e os interesses nacionais. Verdadeiramente lamentável que o Álvaro Pereira tenha sido calado pelos interesses antinacionais do seu partido. Muitos crimes – que todos sabemos existirem – seriam revelados de ambos os lados.

Temos agora uma vicissitude conjuntural em que alguns pontos – ainda que poucos – são comparáveis aos do tempo do Cavaco no governo. Um gráfico que o Álvaro Pereira publicou no seu blog mostra uma progressão dos juros da dívida pública (a que os merdosos jornaleiros pedantes entenderam alcunhar de soberana) entre 1989 e 1993 da mesma ordem da actual, ainda que a nível inferior.

Outra coincidência, Portugal está a receber dinheiro do exterior, em condições diferentes e desastrosas, mas recebe. O partido no governo é o mesmo do Cavaco. Observemos como mexem os cordelinhos das bolsas e como vão enriquecer, sobretudo com nomeações para cargos a que são atribuídos ordenados fantásticos. Entre eles não nos esqueçamos de vigiar de mais perto aquele que já provou ser ladrão crónico: o Relvas ordinário. Entrou para a política quase tão pelintra como um sem-abrigo e já tem uma grande empresa no Brasil. Em Novembro passado tornou-se público que estava a roubar o subsídio de habitação. Com alegações características dos vigaristas, desistiu, mas não reembolsou o que recebera, como agora é exigido aos demais cidadãos, pelo que o roubo não foi anulado e permaneceu. Os dois pesos e as duas medidas continuam de vento em poupa, mostrando a falsidade congénita do Coelho. O Relvas é um indivíduo a ter bem debaixo de olho, que só não roubará o que não puder, e não é o único.

As causas da miséria actual, evidentemente, são múltiplas, mas todas elas, sem excepção, tiveram a sua origem nos governos do Cavaco. Neste amplo sector, não há praticamente nada de mal neste país que não tenha aí a sua origem. A grande corrupção, o roubo, as mordomias dos políticos e os aumentos dos seus ganhos exagerados e exorbitantes (51%, decretou ele), as leis que lhes dão impunidade, as destruições do tecido industrial, da agricultura, das pescas, etc., etc. A política que tendeu a destruir o parque habitacional de aluguer e incentivar a população na compra de casa, que a arruinou. É o país em que uma maior percentagem de habitantes tem casa própria, mas que não produz para o justificar: esta combinação é impossível e mais cedo ou mais tarde estoira.

Basta nomear um qualquer problema deste âmbito e logo constatamos a sua origem, até o doutrinamento e a mentalização da população sob marketing político. Estes últimos incluem as lavagens cerebrais, o aproveitamento da imaturidade política dos portugueses e os correspondentes esforços sobrenaturais por eles utilizados para os manter nesse estado, convencendo-os de que têm maturidade.

Este caminho, e outros com consequências desastrosas semelhantes, foram aproveitados pelos governos seguintes para fazer circular grandes massas de dinheiro, dando a ilusória sensação de riqueza, enquanto na realidade afundava o país, que nunca produziu para poder pagar tais fantasias. Este procedimento levou a que os carneiros ignorantes consentissem, achando os pobres diabos que se lhes coubessem umas migalhas não faria mal que desfalcassem o país. Só que o país são esses próprios papalvos.

Não estamos na época dos descobrimentos, em que nos chagavam carregamentos de bens, nem na do grande comércio realizado com a política dos entrepostos comerciais portugueses através do mundo. (Há pulhas que vêm agora afirmar aos crentes e ignorantes que os descobrimentos foram emigrações de portugueses pobres. Que são eles senão canalhas a quererem reescrever a história num estilo idêntico ao do Rosas?) Hoje, para se poder conduzir uma tal política é necessário explorar e sacar os bens dos outros países num colonialismo moderno, seja depreciando-os para os obter a um valor abaixo da realidade ou apossando-se deles por guerras que obrigam os explorados a aceitar contratos de extorsão, como fazem os EUA e a França. Esta, logo ao início dos primeiros bombardeamentos pobre a Líbia, acordou com os revoltosos em ajudá-los a derrubar o Kadafi sob a condição de contrato de entrega do petróleo a baixo preço. E assim aconteceu…

Ora, como tais políticas e imposições internacionais não são possíveis a Portugal por razões óbvias, o país tem que suportar as suas necessidades mediante a produção, como outros países pequenos da Europa: Luxemburgo, Suíça, Suécia, Dinamarca, Noruega, etc. e ainda a Irlanda, onde os problemas foram de outra ordem. Outros caminhos conduzem ao estado actual.

Os governos seguintes continuaram na trilha iniciada pelos cavaquistas, já que só ganharam como isso, não lhes importando a miséria a que essa senda levaria o país. Não o iniciaram, mas por evidente conveniência consideram o assunto como mortos que não querem desenterrar. Daí o PSD ter posto uma rolha na comua do Álvaro Pereira.

É bem claro que as obras de destruição destes criminosos não poderiam ter sido tão fáceis aos políticos corruptos e ladrões sem a imprescindível ajuda da jornaleiragem que lhes limpa os escolhos do caminho, encobrindo-os e impingindo-nos historietas e coscuvilhices ou fabricando ou encenando notícias para embrutecer, resultados que têm alcançado com êxito neste conluio obsceno.

08/01/2012

Os Sórdidos Facínoras Que Nos Governam

Está a começar a compreender-se a origem da crise nacional agravada pela europeia e mundial. A corrupção dos governos do Cavaco (roubo e desbarato dos fundos de coesão), a mentalização que tronou os portugueses mais improdutivos e mais gastadores do que não produziam e importavam, assim como a corrupção do OLAF (Office Européen de Lute Anti-Fraude – UE), do seu director e do seu responsável, Comissário europeu Siim Kallas. A página sobre este assunto, há vários anos publicada, tem aumentado o número de visitantes.

Este artigo contém várias transcrições e citações em itálico, cujo mérito cabe aos respectivos autores. Alguns não são referidos por terem caído no domínio público ou por se ignorar quem sejam, mas se se declararem, os seus nomes serão mencionados. Este artigo é também uma repetição daquilo que há anos tem sido escrito nos blogs dos links que se seguem ao seu final e no site do autor, pois que o procedimento geral é também uma repetição do que engendrou a desgraça ao ponto a que a conhecemos. Não há muito mais sobre que falar, pois que a origem dos males é pouco diversificada. Repetem-se. Os políticos não mudam os seus métodos e, defendidos por uma corja de jornaleiros em conluio, o povo aguenta-os, elege-os e defende-os. Depois reclama. Paradoxo?

Os roubos dos juízes
€700/mês para renda de casa, mesmo para os que têm casa e trabalham na área de residência = roubo incondicional. Agora, quando o governo pretende cobrar imposto sobre esse produto de roubo irracional e nacional, vem o João Palma, um dos gozadores dos lorpas, queixar-se de que A proposta não está estruturada com critérios justos e equitativos, nem é sensível ao facto de os magistrados serem obrigados a exercerem a sua actividade em regime de exclusividade. Nada admira quando a «pauvre pétasse», deputada do PS que residia em França, recebia um subsídio para viajar até ao parlamento. Pensar que a maioria dos portugueses têm reformas inferiores a esse montante justifica a mentira da chamar democracia a esta palhaçada dirigida por vigaristas e ladrões confirmados. Só para rir, o que dizem, enquanto uns rebentam com a barriga cheia e os outros de fome: o maior fosso europeu entre ricos e pobres que não pára de aumentar com todos os governos,

Desorganização
Os parasitas políticos, incapazes, colocados à frente das chefias, desorganizaram o país do modo que se vê: nada funciona. Exemplos? Bombeiros transformados em firmas de transporte. Os bombeiros são táxis para transporte de doentes. Porquê assim, se nunca o foi, nem cá nem noutro qualquer país? A nomeação dum contabilista para ministro da saúde foi o arauto das intenções dos abjectos biltres do governo. A desorganização do sistema de saúde que absorve tanto dinheiro quanto o sueco, mas com a diferença que se conhece. Nem merece a pena citar mais onde a desorganização foi generalizada.

Tudo é roubo. Exemplo, os canais emitidos na TDT para permitir o roubo das operadoras privadas em depreciação dos interesses nacionais gerais. Não é o que se passa nos outros países, mas em Portugal ou se copia o que está mal ou se inventa pior. É o que tem sido a fonte do progresso nacional. Nas escolas não se ensinam as crianças como se defenderem contra a publicidade para poderem ser facilmente presas do roubo; formam-se lorpas.

Publicidade: DECO – sociedade comercial que tem ganho fortunas com a publicidade dos abortos jornaleiros, encobrindo o trabalho daqueles que o fazem gratuitamente.

Mezinhas em lugar de medidas adequadas
Matam-se os cães que mordem e isentam-se os donos culpados. Abandonam os cães, mas não são tomadas medidas para o evitar, condenando os donos.
Os serviços de saúde quase não funcionam devido à desorganização e aplicam-se taxas para roubar e afastar os doentes. Matando-os.
Não há excepções, a desorganização é paga pelos que a ela são submetidos e nunca pelos seus autores.
A burocracia, outra fonte do atraso e de corrupção, é mantida intencionalmente.
São apenas exemplos expressivos que podem despertar menos interesse, mas que se repetem a todos os níveis e produzem os resultados constatados.

A razão da desorganização, da legislação inadequada e de tudo o que atrasa o país deve-se exclusivamente aos deputados defenderem os seus interesses profissionais e dos grupos de interesse em que se inserem em depreciação dos interesses nacionais; aos cargos de responsabilidade terem sido tomados de assalto pelas máfias oligárquicas políticas que os fazem ocupar por parasitas incapazes, incompetentes e usurpadores, sejam militantes, familiares ou amigalhaços, mas todos partidários; razões sempre alheias à competência e capacidade. Os lugares nem são postos a concurso, mas tomados de assalto como direito garantido, como despojos duma batalha ganha em que o povo é o incondicional perdedor. Uma batalha que se termina contra a população. O resultado é o que se vê. É bem simples, mas os políticos nem nisso falam.

Os deputados não são eleitos. Ninguém é eleito, salvo o presidente da república. Quando os lorpas vão votar, as caras e os nomes são todos falsos. Os votos são nos partidos e não nos que vomitaram a banha da cobra.

25/11/2011

A boa fé das Famácias, dos grupos Farmacêuticos e outros que tal...

Transcrevo o integralmente, o recebi por e-mail, de pessoa devidamente identificada!
«O BURACÃO» (do jornal «O Médico») 
(alguém foi entrevistado por um jornalista, que disse o seguinte:) 
«- Há uma grande fraude que se está a passar nas farmácias. 
- Ai sim? Ora conte lá isso... 

- O senhor jornalista lembra-se de quando ia aviar remédios à farmácia e lhe cortavam um bocadinho da embalagem e a colavam na receita, que depois era enviada para o Ministério da Saúde, para reembolso às farmácias? 

- Lembro, perfeitamente... Mas isso já não existe, não é verdade? 

- É... Agora é tudo com código de barras. E é aí que está o problema... É aí que está a fraude. Deixe-me explicar: como o senhor sabe, há muita gente que não avia toda a receita. Ou porque não tem dinheiro, ou porque não quer tomar um dos medicamentos que o médico lhe prescreveu e não lhe diz para deixar de o receitar. Ora, em algumas farmácias - ao que parece, muitas - o que está a acontecer é que os medicamentos não aviados são na mesma processados como se o doente os tivesse levantado. É só passar o código de barras e já está. O Estado paga. 

- Mas o doente não tem que assinar a receita em como levou os medicamentos? - Perguntei.

- Tem. Mas assina sempre, quer o levante, quer não. Ou então não tem comparticipação... Teria que ir ao médico pedir nova receita... 

- Continue, continue - Convidei 

- Esta trafulhice acontece, também, com as substituições. Como também saberá, os medicamentos que os médicos prescrevem são muitas vezes substituídos nas farmácias. Normalmente, com a desculpa de que "não há... Mas temos aqui um igualzinho, e ainda por cima mais barato". Pois bem: o doente assina a receita em como leva o medicamento prescrito, e sai porta fora com um equivalente, mais baratinho. Ora, como não é suposto substituírem-se medicamentos nas farmácias, pelo menos quando o médico tranca as receitas, o que acontece é que no processamento da venda, simula-se a saída do medicamento prescrito. É só passar o código de barras e já está. E o Estado paga pelo mais caro... 

Como o leitor certamente compreenderá, não tomei de imediato a denúncia como boa. Até porque a coisa me parecia simples de mais. Diria mesmo, demasiado simples para que ninguém tivesse pensado nela. Ninguém do Estado, claro está, que no universo da vigarice há sempre gente atenta à mais precária das possibilidades. Telefonei a alguns farmacêuticos amigos a questionar... 

- E isso é possível, assim, de forma tão simples, perguntei. 

- É!... Sem funfuns nem gaitinhas. É só passar o código de barras e já está, responderam-me do outro lado da linha.

- E ninguém confere? - Insisti. 

- Mas conferir o quê? - Só se forem ter com o doente a confirmar se ele aviou toda a receita e que medicamentos lhe deram. De outro modo, não têm como descobrir a marosca. E ó Miguel, no estado a que as coisas chegaram, com muita malta à rasca por causa das descidas administrativas dos preços dos medicamentos... 

Não me admiraria nada se viessem a descobrir que a fraude era em grande escala...

As Greves Justas e os Oportunistas

Não se pode nadar na estrumeira para onde a roubalheira, a corrupção e a impunidade nos atiraram sem reclamar. As greves têm razão de ser. Sobretudo quando um governo se aproveita da ocasião parra aprofundar um fosse já único na Europa pelo seu tamanho. Porém, nem todos os grevistas tem razão de fazer greve.

Com o salário mínimo mais baixo da UE, é injusto diminuí-lo ainda mais. No entanto, caso seja imprescindível, são os que mais têm quem mais deve contribuir. Sobretudo aqueles que mais cooperaram para o estado de desgraça. É exemplo que os que nos roubam impunemente não dão. Daí, talvez, que tantos aceitem greves absurdas sem se darem conta de que nem todas as razões são razão. Algumas são mesmo ultrajantes, camufladas e falsas, em que os grevistas seguem os exemplos dos culpados.

Os ferroviários e maioria do que trabalham nos transportes, por exemplo, usufruem de autênticas mordomias que, ainda que os valores sejam num grau bastante inferior, comparam-se às dos corruptos e ladrões que nas governam, relativamente à restante população.

Em cima dos salários, os ferroviários da CP, se fizerem o especial favor de cumprirem o seu contrato de trabalho e não faltarem um só dia num mês, apenas por isso recebem um subsídio de €230, mensal, evidentemente. Os maquinistas usufruem dum subsídio por quilómetro, como se a sua profissão não fosse a de percorrer quilómetros. Se num mês faltarem menos de 5 horas ao trabalho têm mais um subsídio de €68. Se no mês que se segue não tiverem uma falta, têm mais outro subsídio de €223. Os prémios por fazerem o favor de se apresentarem ao trabalho chegam a atingir os €6 diários, ao qual se acumula um outro anual.

No Metropolitano de Lisboa e na Carris têm 30 dias de férias. Nestas e ainda na Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA (S.T.C.P.), têm subsídio de reforma que a nivela com o último salário recebido. As reformas nestas companhias estendem-se para bem além dos €5.000 sem perda desse subsídio. Com baixa por doença, em cima do subsídio relativo ainda lhes é oferecido um complemento.

Estes grevistas, no activo ou reformados, com suas famílias e parentes próximos viajam de graça na maioria das empresas de transportes. Como revelado, para satisfazer esta única mordomia só a REFER gasta mais de M€4 por ano. Juntem-se-lhes os subsídios, prémios e outras mordomias dos directores e dirigentes, os desvios para as contas privadas, etc., e não será difícil de adivinhar uma das causas dos buracos nas empresas de transportes. Quando se conhece (escondido pela jornaleiragem imunda em benefício da corrupção) que em todos os países há décadas que os transportes públicos dão prejuízo e são subsidiados, compreende-se que se neles há buracos, em Portugal há uma fossa descomunal.

São estes os que fazem as maiores greves e que mais afectam a vida de toda a população. Querem que lhes paguemos todas as exigências de roubo absurdo. Todos os prejuízos que eles causam nos saem do bolso, mas querem que não se lhes toque e exigem ainda mais.

14/11/2011

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

Como o homem é o único animal que repete os seus erros e os portugueses não perdem nenhuma oportunidade para demonstrarem que seguem a regra com maior afinco do que a generalidade, os políticos estão certos de os enrolar mais uma vez. Os carneiros provam sempre a sua carneirice. Que diferença esperar duma corrupção superior à da Grécia?

A miséria será maior e mais profunda. Os falsos subsídios do 13º e 14º mês – que na realidade são parte integrante dos ordenados e das pensões por assim terem sido sempre tratados oficialmente e de facto – são intocáveis de acordo com o Decreto-lei n.º496/80 de 20 Outubro. Enquanto isto, os ladrões corruptos afirmam que os sacrifícios são partilhados, mas não cortam os seus ganhos como outros países fizeram. Os hipócritas limitaram-se a um bluff ridículo de 5%, o que equivale a uma chapada na população, continuando com ordenados superiores aos dos países ricos. Tendo em conta a realidade do salário médio e do custo de vida, são três ou quatro vezes superiores aos dos seus homónimos europeus e de além-Atlântico.

Cortam os ditos pseudo-subsídios aos ordenados e às pensões aos reformados e outros mais necessitados e auto-exceptuam-se, como se lê do orçamento publicado no Diário da República, 1.ª série, N.º 200, de 18 de Outubro de 2011, página 4659: €2.093.650 de subsídio de férias e de natal aos broncos da Lavandaria Nacional. Aqueles que dizem que nos representam quanto se apresentam a eleições, que fazem o contrário do que disseram e do que queremos, parem leis estúpidas que atrasam o país e impedem o seu desenvolvimento e perdem tempo infinito corrigindo as anteriores. Ladrões incapazes.

O primeiro acto da Maria da Assunção como chefe das osgas que de vez em quando comparecem no Palácio de São Banto, reformada aos 42 anos e acumulando pensão com ordenado (a esta canalha o roubo é permitido de todos os modos e constantemente ainda inventam mais) ao ocupar o seu posto de chefe de quadrilha, foi o de oferecer um BMW 320 ao Mota Amaral, pago com o dinheiro daqueles a quem cortam as pensões. Não é facto evidente que casos destes só podem ter lugar por os carneiros tudo consentirem? Acabem com eles: enforquem os ladrões e exponham-nos em praça pública como fazem na Arábia Saudita aos executados em público.

01/11/2011

O "Génio" Cavaco.

Naqueles longínquos anos 80 o Prof. Aníbal Cavaco Silva era docente na Universidade Nova de Lisboa. Mas o prestígio académico e político que entretanto granjeara, (recorde-se que havia já sido ministro das Finanças do 1º Governo da A.D.) cedo levaram a que fosse igualmente convidado para dar aulas na Universidade Católica. Ora, embora esta acumulação de funções muito certamente nunca lhe tivesse suscitado dúvidas ou sequer provocado quaisquer enganos, o que é facto é que, pelos vistos, ela se revelou excessivamente onerosa para o Prof. Cavaco Silva. Como é natural, as faltas às aulas obviamente às aulas da Universidade Nova começaram a suceder-se a um ritmo cada vez mais intolerável para os órgãos directivos da Universidade. A tal ponto que não restou outra alternativa ao Reitor da Universidade Nova, na ocasião o Prof. Alfredo de Sousa, que não instaurar ao Prof. Aníbal Cavaco Silva um processo disciplinar conducente ao seu despedimento por acumulação de faltas injustificadas. 
Instruído o processo disciplinar na Universidade Nova, foi o mesmo devidamente encaminhado para o Ministério da Educação a quem, como é bom de ver, competia uma decisão definitiva sobre o assunto. Na ocasião era ministro da Educação o Prof. João de Deus Pinheiro. Ora, o que é facto é que o processo disciplinar instaurado ao Prof. Aníbal Cavaco Silva, e que conduziria provavelmente ao seu despedimento do cargo de docente da Universidade Nova, foi andando aos tropeções, de serviço em serviço e de corredor em corredor, pelos confins do Ministério da Educação. Até que, ninguém sabe bem como nem porquê,... desapareceu sem deixar rasto... E até ao dia de hoje nunca mais apareceu. Dos intervenientes desta história, com um final comprovadamente tão feliz, sabe-se que entretanto o Prof. Cavaco Silva foi nomeado Primeiro-ministro. E sabe-se também que o Prof. João de Deus Pinheiro veio mais tarde a ser nomeado ministro dos Negócios Estrangeiros de um dos Governos do Prof. Cavaco Silva, sem que tivesse constituído impedimento a tal nomeação o seu anterior desempenho, tido geralmente como medíocre, à frente do Ministério da Educação. Do mesmo modo, o seu desempenho como ministro dos Negócios Estrangeiros, pejado de erros e sucessivas gaffes , a tal ponto de ser ultrapassado em competência e protagonismo por um dos seus jovens secretários de Estado, de nome José Manuel Durão Barroso, não constituiu impedimento para que o Primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva viesse mais tarde a guindar João de Deus Pinheiro para o cargo de Comissário Europeu. De qualquer modo, e como é bom de ver, também não foi o desempenho do Prof. João de Deus Pinheiro como Comissário Europeu, sempre pejado de incidentes e críticas, e de quem se dizia que andava por Bruxelas a jogar golfe e pouco mais, que impediu mais tarde o Primeiro-ministro Cavaco Silva de o reconduzir no cargo. A amizade é, de facto, uma coisa muito bonita...

Recbido por e-mail de pessoa devidamente identificada

Reflexão: Como não havemos de ser um país de merda, se somos "governados" por merdosos???

29/09/2011

Dizem-se Trabalhadores!

Há já tempo demasiado que os funcionários nos massacram com a sua incompetência em engatarem os nossos processos em geral e com a sua conhecida mândria, ininterruptas paragens e pausas no trabalho, bate-papo com os colegas, etc. Ultimamente mudou. Só que, como quase tudo em Portugal, a mudança foi para pior.

Tendo tomado conhecimento de que este governo se empenha em acabar com a mândria nacional, em que os funcionários detêm o Prémio Nobel, posto que nada podem fazer sem patentearem a sua desonestidade, tomaram medidas altamente agressivas contra quem lhes paga: Nós. A ronha e parasitagem estão imbuídas no comportamento geral nacional, mas nos funcionários atingem o completo sumo dos sumos. Intitulam-se de trabalhadores.

O roubo de pequeno material, o desleixe, a incompetência e o desinteresse por nos servirem com que nos tratam, transformaram-se agora no mais agressivo desprezo por quem lhes paga. Sabendo que as suas atitudes incivilizadas e de parasitas imbecis, de baixos sentimentos e maldade, vão ser atacadas por, neste caso, justas decisões governamentais, tomam medidas dissuasoras vingando-se em nós.

Só quem se lhes compare e neles se reveja pode aprovar um governo encabeçado por um criminoso1 e composto por uma baixa ralé2 onde predominam os ministros sem envergadura, ordinários, sacanas e vigaristas mesquinhos3, e fazendo disso bandeira como jamais aconteceu neste país. Fazem da ordinarice bandeira e com isso se pavoneiam porque o povo aprova (dá votos). Por isso tem o que quer e merece. É de certo o pior de sempre, mas relativo ao grau que a mentalidade nacional atingiu. Todavia, as medidas acertadas devem ser reconhecidas em quaisquer circunstâncias. Não vamos agora aprovar o caixeiro-viajante que anda a vender Portugal aos sugadores estrangeiros e nos vai deixar uns miseráveis deserdados, quando se desaprovou o outro caixeiro-viajante que tentou vender o impingir o lixo português aos outros países para entrarem alguns cobres. Tanto o certo como o errado devem ser denunciados, seja de que lado vier, e a decisão de acabar com os calões improdutivos é de certo uma das mais necessárias, benéficas e mais bem vindas a nível nacional. Quer eles se intitulem ou não de trabalhadores.

Só quem não necessitou ultimamente dos serviços da administração pública pode não estar ao corrente. A corja dos já tradicional e monstruosamente calões, num acesso de pura maldade, na insustentável reivindicação do direito à mândria, tomaram a decisão comum de diminuírem drasticamente a sua já mais baixa produtividade no país onde ela já é a mais baixa da Europa. Se já eram lentos passaram a sê-lo bem mais para queimarem o tempo e se fingirem ocupados. Se passavam tempo em saídas ao café ou a tratar dos seus negócios, passam agora muito mais. As baixas por motivos de saúde subiram a pique – as férias foram-lhes adversas à saúde, não as deveriam ter, já que nem as merecem por não as ganharem. Para acrescerem o prejuízo causado, o serviço de informação do tempo de espera deixou de funcionar e ainda desligaram o de SMS. Poderão mostrar um maior desprezo por quem lhes paga tudo o que ganham? Não se querem escravos, mas quem faça simplesmente o trabalho que lhe é pago.

Sabemos que por enquanto os calões ainda não foram corridos. Sabemos que o trabalho desses parasitas não aumentou sensivelmente nos últimos tempos. Donde o que se segue não pode por isso ser justificado. Pois quem seja obrigado a necessitar dos serviços do estado verificará o exponencial aumento do tempo de espera. Nalguns locais as suas atitudes são mesmo uma afronta descarada e maldosa aos utentes. Nas lojas do cidadão, que fecham às 19h00, nos serviços do estado com mais concorrência habitual, como a Segurança Social, os canalhas param a distribuição de senhas de atendimento cerca do meio-dia. Grande parte encontra-se em baixa médica fraudulenta, o que é uma burla e faz deles criminosos.

Que se passa, então? Todas estas atitudes foram recentemente tomadas no pretendido fingimento de mostrarem ser poucos, tentando convencer a população e a administração de que fazem falta e não devem ser corridos da mamadeira. Isto, no país da UE com a maior percentagem de funcionários relativamente ao número de habitantes. Fora com os calões para diminuir os encargos do estado – os nossos. Não ganham muito, mas já ganham mais do dobro do valor que merecem. Paralelamente, diminua-se a burocracia, que impede o crescimento, promove a corrupção e faz aumentar o número de funcionários.

Estes trabalhadores são ladrões do erário público. Não como os políticos, mas roubam igualmente e como são tantos a roubar o roubo não pode ser pequeno. Fora com os calões, ladrões, vigaristas, parasitas e burlões, que também impedem o crescimento, fruto duma cultura implantada pelos interesses da corrupção política, como previsto e exposto há décadas4. Nem outras consequências se podiam ter esperado dum povo tão atrasado que nunca compreendeu na armadilha em que caía constantemente. Um povo completamente embrutecido por uma jornaleiragem em aberto conluio com os corruptos políticos em cujas mãos entregou os miseráveis depois de os desmiolar, como quem entrega carneiros mansos no matadouro.

24/09/2011

O Poder da Desinformação

A desinformação jornaleira – mais do que o comportamento dos políticos – é a principal responsável pela desgraça, pela miséria e pelo atraso da população nacional a todos os níveis.

Escondem o conhecimento, substituindo-o por ideias que apoiam no seu conluio e implantam a ignorância geral da realidade europeia naquilo que interessa e conduz verdadeiramente a vida das pessoas. Deste modo, na sua profunda falta de conhecimento, o povo aceita, aprova e vota tudo o que apenas interessa à corrupção política. Inconscientemente, corre para a estrumeira que lhe preparam e lança-se nela numa euforia demente. Desaprova a corrupção, mas apoia o que a permite e o roubo legalizado.

Temos ainda mais uma outra prova da desinformação jornaleira. Esta sobre a DECO. Praticamente, toda a gente crê que se trate duma organização de defesa dos consumidores, como o seu nome indica, e é, mas apenas com uma pequena diferença Não é reconhecida como tal pela verdadeira entidade oficial, que a aponta como uma organização estritamente comercial que apenas faz o seu trabalho gratuitamente quando os lucros lhe são assegurados por outro caminho. Ou seja, quando a publicidade gerada lhe engrossa a pasta de clientes. Desde logo, são logros publicitários que os jornaleiros desinformadores nos atiram à cara a cada vez que essa defesa se efectua exclusivamente nas condições aqui citadas.

Quem continue enganado por esta impostura desinformativa e não tenha assistido às declarações feitas pelo presidente da Associação Portuguesa de Direito do Consumidor sobre este assunto no Direito de Antena da RTP, veja aqui as suas declarações sobre a infâmia jornaleira.


video


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

14/09/2011

Maria da Assunção Esteves Já Se Reformou

Mais Um Caso da Corrupção Geral

Publicação dum e-mail recebido dum autor dum blog pelos autores deste.


É mais um caso para dizer "Mas que grandes filhos duma puta!" Desagravando, obviamente a mulher que se prostitui!

ASSUNÇÃO ESTEVES - Presidente da Assembleia da República


por Guilherme Antunes a quinta-feira, 1 de Setembro de 2011 às 12:01

Reformou-se aos 42 anos de idade... cansada... muito cansada...
Quadro do partido laranja, e pelo seu partido escolhida para o cargo mais alto da representação do Estado, a seguir ao presidente da República. Aqui se denuncia uma ética política, aqui se denuncia um açambarcamento faccioso, aqui se denuncia uma mentalidade de rapina.
Uns têm que trabalhar até aos 65 anos com reformas cortadas em 20%, mesmo que tenham descontado para a reforma durante 40 anos ou mais. São os trabalhadores portugueses, o grosso da população, a classe mais débil, a mais necessitada, a que deveria de ter mais apoios do Estado. Aquela que tudo produz!
Esta personagem importante da quadrilha que governa Portugal, reformou-se aos 42 anos, com €2.445/mês, após 10 anos de trabalho.
Os portugueses todos, têm de ganhar a consciência que esta canalha de gente nos destruirá. Dizimar-nos é o objectivo central do grande capital financeiro. Fá-lo-ão de qualquer maneira, sabedores que são, que o seu sistema político não lhes resolve o problema de enriquecimento ilícito ao mesmo tempo acompanhado de algum bem-estar social de décadas atrás. O capitalismo tem como meta a atingir a dominação total dos povos e reduzi-los a uma nova forma de escravatura.
PAUL ELOUARD - "É preciso voltar a despertar veredas, a descerrar caminhos, a extravasar as praças e a gritar o teu nome - LIBERDADE"


Adenda
Ao que tudo indica, trata-se de mais uma
sumidade fabricada pela corrupção política.
Após terminado o curso e ter sido uma(a) desses juízes imberbes e incapazes que pululam pelos tribunais nacionais e de cuja incompetência toda a população reclama, a sua pertença à juventude do PSD (como com o Coelho) valeu-lhe que o Governo do Cavaco, claro, nomeasse a então incompetente parasita para Juíza-Conselheira do Tribunal Constitucional. Lá permaneceu desde 2 de Agosto de 1989 até 4 de Março de 1998. Segundo a legislação que a canalha corrupta pare para sua protecção e impunidade criminal, os quase 10 anos de serviço deram-lhe direito à reforma.
Após isto foi mandada vegetar para o Parlamento Europeu, de 20-07-2004 a 13-07-2009, o que lhe dará direito a outra reforma. A estas reformas tem ainda o direito legal de juntar mais meia dúzia ou duas dúzias de reformas – tantas quantas lhe aprouver. São as leis que os portugueses aprovam mediante a sua eleição de quem as faz sem o mínimo controlo dum povo que dele prescinde voluntariamente por não querer viver em democracia. Quem tem o direito de se queixar por ter aquilo que mostra querer ao o aprovar pelo voto?
Revoltante? Não tanto, porque é aceite pelos carneiros.

A miséria provocada no país, a incapacidade dos dirigentes e a sua ausência de controlo, formam um conjunto quase impossível de curar sem que as medidas necessárias sejam tomadas: reeducação do povo deseducado pelos oportunistas da Abrilada e controlo completo dos políticos e das suas decisões e leis pelo povo. Como estes requisitos não parecem ser concretizáveis, devido ao primeiro ser de difícil cumprimento, há uma esmagadora maioria que crê que Portugal jamais levantará cabeça, como se constata numa das sondagens do Leão Pelado. Ao contrário do que as máfias nos querem convencer para nos sacarem os votos e garantirem a impunidade no roubo e na feitura da desgraça nacional, todos parecem ter já compreendido que a miséria não vai durar menos de 10 anos. Vale a pena ir acompanhando os resultados destas sondagens. No entanto, existe uma forma, ainda que não desejável para endireitar o país: a perda da maioria da sua independência por ser incluída numa Europa federal submeterá os políticos a um controlo que o povo recusa ter e cuja falta é, afinal, o factor primordial da desgraça em que vivemos. Sem o seu controlo a nada se chegará. Jamais. O resto são logros para permitirem a continuidade da corrupção e do roubo. Ou controlo completo ou nada.


Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever.


Outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).