25/11/2011

A boa fé das Famácias, dos grupos Farmacêuticos e outros que tal...

Transcrevo o integralmente, o recebi por e-mail, de pessoa devidamente identificada!
«O BURACÃO» (do jornal «O Médico») 
(alguém foi entrevistado por um jornalista, que disse o seguinte:) 
«- Há uma grande fraude que se está a passar nas farmácias. 
- Ai sim? Ora conte lá isso... 

- O senhor jornalista lembra-se de quando ia aviar remédios à farmácia e lhe cortavam um bocadinho da embalagem e a colavam na receita, que depois era enviada para o Ministério da Saúde, para reembolso às farmácias? 

- Lembro, perfeitamente... Mas isso já não existe, não é verdade? 

- É... Agora é tudo com código de barras. E é aí que está o problema... É aí que está a fraude. Deixe-me explicar: como o senhor sabe, há muita gente que não avia toda a receita. Ou porque não tem dinheiro, ou porque não quer tomar um dos medicamentos que o médico lhe prescreveu e não lhe diz para deixar de o receitar. Ora, em algumas farmácias - ao que parece, muitas - o que está a acontecer é que os medicamentos não aviados são na mesma processados como se o doente os tivesse levantado. É só passar o código de barras e já está. O Estado paga. 

- Mas o doente não tem que assinar a receita em como levou os medicamentos? - Perguntei.

- Tem. Mas assina sempre, quer o levante, quer não. Ou então não tem comparticipação... Teria que ir ao médico pedir nova receita... 

- Continue, continue - Convidei 

- Esta trafulhice acontece, também, com as substituições. Como também saberá, os medicamentos que os médicos prescrevem são muitas vezes substituídos nas farmácias. Normalmente, com a desculpa de que "não há... Mas temos aqui um igualzinho, e ainda por cima mais barato". Pois bem: o doente assina a receita em como leva o medicamento prescrito, e sai porta fora com um equivalente, mais baratinho. Ora, como não é suposto substituírem-se medicamentos nas farmácias, pelo menos quando o médico tranca as receitas, o que acontece é que no processamento da venda, simula-se a saída do medicamento prescrito. É só passar o código de barras e já está. E o Estado paga pelo mais caro... 

Como o leitor certamente compreenderá, não tomei de imediato a denúncia como boa. Até porque a coisa me parecia simples de mais. Diria mesmo, demasiado simples para que ninguém tivesse pensado nela. Ninguém do Estado, claro está, que no universo da vigarice há sempre gente atenta à mais precária das possibilidades. Telefonei a alguns farmacêuticos amigos a questionar... 

- E isso é possível, assim, de forma tão simples, perguntei. 

- É!... Sem funfuns nem gaitinhas. É só passar o código de barras e já está, responderam-me do outro lado da linha.

- E ninguém confere? - Insisti. 

- Mas conferir o quê? - Só se forem ter com o doente a confirmar se ele aviou toda a receita e que medicamentos lhe deram. De outro modo, não têm como descobrir a marosca. E ó Miguel, no estado a que as coisas chegaram, com muita malta à rasca por causa das descidas administrativas dos preços dos medicamentos... 

Não me admiraria nada se viessem a descobrir que a fraude era em grande escala...

As Greves Justas e os Oportunistas

Não se pode nadar na estrumeira para onde a roubalheira, a corrupção e a impunidade nos atiraram sem reclamar. As greves têm razão de ser. Sobretudo quando um governo se aproveita da ocasião parra aprofundar um fosse já único na Europa pelo seu tamanho. Porém, nem todos os grevistas tem razão de fazer greve.

Com o salário mínimo mais baixo da UE, é injusto diminuí-lo ainda mais. No entanto, caso seja imprescindível, são os que mais têm quem mais deve contribuir. Sobretudo aqueles que mais cooperaram para o estado de desgraça. É exemplo que os que nos roubam impunemente não dão. Daí, talvez, que tantos aceitem greves absurdas sem se darem conta de que nem todas as razões são razão. Algumas são mesmo ultrajantes, camufladas e falsas, em que os grevistas seguem os exemplos dos culpados.

Os ferroviários e maioria do que trabalham nos transportes, por exemplo, usufruem de autênticas mordomias que, ainda que os valores sejam num grau bastante inferior, comparam-se às dos corruptos e ladrões que nas governam, relativamente à restante população.

Em cima dos salários, os ferroviários da CP, se fizerem o especial favor de cumprirem o seu contrato de trabalho e não faltarem um só dia num mês, apenas por isso recebem um subsídio de €230, mensal, evidentemente. Os maquinistas usufruem dum subsídio por quilómetro, como se a sua profissão não fosse a de percorrer quilómetros. Se num mês faltarem menos de 5 horas ao trabalho têm mais um subsídio de €68. Se no mês que se segue não tiverem uma falta, têm mais outro subsídio de €223. Os prémios por fazerem o favor de se apresentarem ao trabalho chegam a atingir os €6 diários, ao qual se acumula um outro anual.

No Metropolitano de Lisboa e na Carris têm 30 dias de férias. Nestas e ainda na Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA (S.T.C.P.), têm subsídio de reforma que a nivela com o último salário recebido. As reformas nestas companhias estendem-se para bem além dos €5.000 sem perda desse subsídio. Com baixa por doença, em cima do subsídio relativo ainda lhes é oferecido um complemento.

Estes grevistas, no activo ou reformados, com suas famílias e parentes próximos viajam de graça na maioria das empresas de transportes. Como revelado, para satisfazer esta única mordomia só a REFER gasta mais de M€4 por ano. Juntem-se-lhes os subsídios, prémios e outras mordomias dos directores e dirigentes, os desvios para as contas privadas, etc., e não será difícil de adivinhar uma das causas dos buracos nas empresas de transportes. Quando se conhece (escondido pela jornaleiragem imunda em benefício da corrupção) que em todos os países há décadas que os transportes públicos dão prejuízo e são subsidiados, compreende-se que se neles há buracos, em Portugal há uma fossa descomunal.

São estes os que fazem as maiores greves e que mais afectam a vida de toda a população. Querem que lhes paguemos todas as exigências de roubo absurdo. Todos os prejuízos que eles causam nos saem do bolso, mas querem que não se lhes toque e exigem ainda mais.

14/11/2011

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

Como o homem é o único animal que repete os seus erros e os portugueses não perdem nenhuma oportunidade para demonstrarem que seguem a regra com maior afinco do que a generalidade, os políticos estão certos de os enrolar mais uma vez. Os carneiros provam sempre a sua carneirice. Que diferença esperar duma corrupção superior à da Grécia?

A miséria será maior e mais profunda. Os falsos subsídios do 13º e 14º mês – que na realidade são parte integrante dos ordenados e das pensões por assim terem sido sempre tratados oficialmente e de facto – são intocáveis de acordo com o Decreto-lei n.º496/80 de 20 Outubro. Enquanto isto, os ladrões corruptos afirmam que os sacrifícios são partilhados, mas não cortam os seus ganhos como outros países fizeram. Os hipócritas limitaram-se a um bluff ridículo de 5%, o que equivale a uma chapada na população, continuando com ordenados superiores aos dos países ricos. Tendo em conta a realidade do salário médio e do custo de vida, são três ou quatro vezes superiores aos dos seus homónimos europeus e de além-Atlântico.

Cortam os ditos pseudo-subsídios aos ordenados e às pensões aos reformados e outros mais necessitados e auto-exceptuam-se, como se lê do orçamento publicado no Diário da República, 1.ª série, N.º 200, de 18 de Outubro de 2011, página 4659: €2.093.650 de subsídio de férias e de natal aos broncos da Lavandaria Nacional. Aqueles que dizem que nos representam quanto se apresentam a eleições, que fazem o contrário do que disseram e do que queremos, parem leis estúpidas que atrasam o país e impedem o seu desenvolvimento e perdem tempo infinito corrigindo as anteriores. Ladrões incapazes.

O primeiro acto da Maria da Assunção como chefe das osgas que de vez em quando comparecem no Palácio de São Banto, reformada aos 42 anos e acumulando pensão com ordenado (a esta canalha o roubo é permitido de todos os modos e constantemente ainda inventam mais) ao ocupar o seu posto de chefe de quadrilha, foi o de oferecer um BMW 320 ao Mota Amaral, pago com o dinheiro daqueles a quem cortam as pensões. Não é facto evidente que casos destes só podem ter lugar por os carneiros tudo consentirem? Acabem com eles: enforquem os ladrões e exponham-nos em praça pública como fazem na Arábia Saudita aos executados em público.

01/11/2011

O "Génio" Cavaco.

Naqueles longínquos anos 80 o Prof. Aníbal Cavaco Silva era docente na Universidade Nova de Lisboa. Mas o prestígio académico e político que entretanto granjeara, (recorde-se que havia já sido ministro das Finanças do 1º Governo da A.D.) cedo levaram a que fosse igualmente convidado para dar aulas na Universidade Católica. Ora, embora esta acumulação de funções muito certamente nunca lhe tivesse suscitado dúvidas ou sequer provocado quaisquer enganos, o que é facto é que, pelos vistos, ela se revelou excessivamente onerosa para o Prof. Cavaco Silva. Como é natural, as faltas às aulas obviamente às aulas da Universidade Nova começaram a suceder-se a um ritmo cada vez mais intolerável para os órgãos directivos da Universidade. A tal ponto que não restou outra alternativa ao Reitor da Universidade Nova, na ocasião o Prof. Alfredo de Sousa, que não instaurar ao Prof. Aníbal Cavaco Silva um processo disciplinar conducente ao seu despedimento por acumulação de faltas injustificadas. 
Instruído o processo disciplinar na Universidade Nova, foi o mesmo devidamente encaminhado para o Ministério da Educação a quem, como é bom de ver, competia uma decisão definitiva sobre o assunto. Na ocasião era ministro da Educação o Prof. João de Deus Pinheiro. Ora, o que é facto é que o processo disciplinar instaurado ao Prof. Aníbal Cavaco Silva, e que conduziria provavelmente ao seu despedimento do cargo de docente da Universidade Nova, foi andando aos tropeções, de serviço em serviço e de corredor em corredor, pelos confins do Ministério da Educação. Até que, ninguém sabe bem como nem porquê,... desapareceu sem deixar rasto... E até ao dia de hoje nunca mais apareceu. Dos intervenientes desta história, com um final comprovadamente tão feliz, sabe-se que entretanto o Prof. Cavaco Silva foi nomeado Primeiro-ministro. E sabe-se também que o Prof. João de Deus Pinheiro veio mais tarde a ser nomeado ministro dos Negócios Estrangeiros de um dos Governos do Prof. Cavaco Silva, sem que tivesse constituído impedimento a tal nomeação o seu anterior desempenho, tido geralmente como medíocre, à frente do Ministério da Educação. Do mesmo modo, o seu desempenho como ministro dos Negócios Estrangeiros, pejado de erros e sucessivas gaffes , a tal ponto de ser ultrapassado em competência e protagonismo por um dos seus jovens secretários de Estado, de nome José Manuel Durão Barroso, não constituiu impedimento para que o Primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva viesse mais tarde a guindar João de Deus Pinheiro para o cargo de Comissário Europeu. De qualquer modo, e como é bom de ver, também não foi o desempenho do Prof. João de Deus Pinheiro como Comissário Europeu, sempre pejado de incidentes e críticas, e de quem se dizia que andava por Bruxelas a jogar golfe e pouco mais, que impediu mais tarde o Primeiro-ministro Cavaco Silva de o reconduzir no cargo. A amizade é, de facto, uma coisa muito bonita...

Recbido por e-mail de pessoa devidamente identificada

Reflexão: Como não havemos de ser um país de merda, se somos "governados" por merdosos???

29/09/2011

Dizem-se Trabalhadores!

Há já tempo demasiado que os funcionários nos massacram com a sua incompetência em engatarem os nossos processos em geral e com a sua conhecida mândria, ininterruptas paragens e pausas no trabalho, bate-papo com os colegas, etc. Ultimamente mudou. Só que, como quase tudo em Portugal, a mudança foi para pior.

Tendo tomado conhecimento de que este governo se empenha em acabar com a mândria nacional, em que os funcionários detêm o Prémio Nobel, posto que nada podem fazer sem patentearem a sua desonestidade, tomaram medidas altamente agressivas contra quem lhes paga: Nós. A ronha e parasitagem estão imbuídas no comportamento geral nacional, mas nos funcionários atingem o completo sumo dos sumos. Intitulam-se de trabalhadores.

O roubo de pequeno material, o desleixe, a incompetência e o desinteresse por nos servirem com que nos tratam, transformaram-se agora no mais agressivo desprezo por quem lhes paga. Sabendo que as suas atitudes incivilizadas e de parasitas imbecis, de baixos sentimentos e maldade, vão ser atacadas por, neste caso, justas decisões governamentais, tomam medidas dissuasoras vingando-se em nós.

Só quem se lhes compare e neles se reveja pode aprovar um governo encabeçado por um criminoso1 e composto por uma baixa ralé2 onde predominam os ministros sem envergadura, ordinários, sacanas e vigaristas mesquinhos3, e fazendo disso bandeira como jamais aconteceu neste país. Fazem da ordinarice bandeira e com isso se pavoneiam porque o povo aprova (dá votos). Por isso tem o que quer e merece. É de certo o pior de sempre, mas relativo ao grau que a mentalidade nacional atingiu. Todavia, as medidas acertadas devem ser reconhecidas em quaisquer circunstâncias. Não vamos agora aprovar o caixeiro-viajante que anda a vender Portugal aos sugadores estrangeiros e nos vai deixar uns miseráveis deserdados, quando se desaprovou o outro caixeiro-viajante que tentou vender o impingir o lixo português aos outros países para entrarem alguns cobres. Tanto o certo como o errado devem ser denunciados, seja de que lado vier, e a decisão de acabar com os calões improdutivos é de certo uma das mais necessárias, benéficas e mais bem vindas a nível nacional. Quer eles se intitulem ou não de trabalhadores.

Só quem não necessitou ultimamente dos serviços da administração pública pode não estar ao corrente. A corja dos já tradicional e monstruosamente calões, num acesso de pura maldade, na insustentável reivindicação do direito à mândria, tomaram a decisão comum de diminuírem drasticamente a sua já mais baixa produtividade no país onde ela já é a mais baixa da Europa. Se já eram lentos passaram a sê-lo bem mais para queimarem o tempo e se fingirem ocupados. Se passavam tempo em saídas ao café ou a tratar dos seus negócios, passam agora muito mais. As baixas por motivos de saúde subiram a pique – as férias foram-lhes adversas à saúde, não as deveriam ter, já que nem as merecem por não as ganharem. Para acrescerem o prejuízo causado, o serviço de informação do tempo de espera deixou de funcionar e ainda desligaram o de SMS. Poderão mostrar um maior desprezo por quem lhes paga tudo o que ganham? Não se querem escravos, mas quem faça simplesmente o trabalho que lhe é pago.

Sabemos que por enquanto os calões ainda não foram corridos. Sabemos que o trabalho desses parasitas não aumentou sensivelmente nos últimos tempos. Donde o que se segue não pode por isso ser justificado. Pois quem seja obrigado a necessitar dos serviços do estado verificará o exponencial aumento do tempo de espera. Nalguns locais as suas atitudes são mesmo uma afronta descarada e maldosa aos utentes. Nas lojas do cidadão, que fecham às 19h00, nos serviços do estado com mais concorrência habitual, como a Segurança Social, os canalhas param a distribuição de senhas de atendimento cerca do meio-dia. Grande parte encontra-se em baixa médica fraudulenta, o que é uma burla e faz deles criminosos.

Que se passa, então? Todas estas atitudes foram recentemente tomadas no pretendido fingimento de mostrarem ser poucos, tentando convencer a população e a administração de que fazem falta e não devem ser corridos da mamadeira. Isto, no país da UE com a maior percentagem de funcionários relativamente ao número de habitantes. Fora com os calões para diminuir os encargos do estado – os nossos. Não ganham muito, mas já ganham mais do dobro do valor que merecem. Paralelamente, diminua-se a burocracia, que impede o crescimento, promove a corrupção e faz aumentar o número de funcionários.

Estes trabalhadores são ladrões do erário público. Não como os políticos, mas roubam igualmente e como são tantos a roubar o roubo não pode ser pequeno. Fora com os calões, ladrões, vigaristas, parasitas e burlões, que também impedem o crescimento, fruto duma cultura implantada pelos interesses da corrupção política, como previsto e exposto há décadas4. Nem outras consequências se podiam ter esperado dum povo tão atrasado que nunca compreendeu na armadilha em que caía constantemente. Um povo completamente embrutecido por uma jornaleiragem em aberto conluio com os corruptos políticos em cujas mãos entregou os miseráveis depois de os desmiolar, como quem entrega carneiros mansos no matadouro.

24/09/2011

O Poder da Desinformação

A desinformação jornaleira – mais do que o comportamento dos políticos – é a principal responsável pela desgraça, pela miséria e pelo atraso da população nacional a todos os níveis.

Escondem o conhecimento, substituindo-o por ideias que apoiam no seu conluio e implantam a ignorância geral da realidade europeia naquilo que interessa e conduz verdadeiramente a vida das pessoas. Deste modo, na sua profunda falta de conhecimento, o povo aceita, aprova e vota tudo o que apenas interessa à corrupção política. Inconscientemente, corre para a estrumeira que lhe preparam e lança-se nela numa euforia demente. Desaprova a corrupção, mas apoia o que a permite e o roubo legalizado.

Temos ainda mais uma outra prova da desinformação jornaleira. Esta sobre a DECO. Praticamente, toda a gente crê que se trate duma organização de defesa dos consumidores, como o seu nome indica, e é, mas apenas com uma pequena diferença Não é reconhecida como tal pela verdadeira entidade oficial, que a aponta como uma organização estritamente comercial que apenas faz o seu trabalho gratuitamente quando os lucros lhe são assegurados por outro caminho. Ou seja, quando a publicidade gerada lhe engrossa a pasta de clientes. Desde logo, são logros publicitários que os jornaleiros desinformadores nos atiram à cara a cada vez que essa defesa se efectua exclusivamente nas condições aqui citadas.

Quem continue enganado por esta impostura desinformativa e não tenha assistido às declarações feitas pelo presidente da Associação Portuguesa de Direito do Consumidor sobre este assunto no Direito de Antena da RTP, veja aqui as suas declarações sobre a infâmia jornaleira.




Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

14/09/2011

Maria da Assunção Esteves Já Se Reformou

Mais Um Caso da Corrupção Geral

Publicação dum e-mail recebido dum autor dum blog pelos autores deste.


É mais um caso para dizer "Mas que grandes filhos duma puta!" Desagravando, obviamente a mulher que se prostitui!

ASSUNÇÃO ESTEVES - Presidente da Assembleia da República


por Guilherme Antunes a quinta-feira, 1 de Setembro de 2011 às 12:01

Reformou-se aos 42 anos de idade... cansada... muito cansada...
Quadro do partido laranja, e pelo seu partido escolhida para o cargo mais alto da representação do Estado, a seguir ao presidente da República. Aqui se denuncia uma ética política, aqui se denuncia um açambarcamento faccioso, aqui se denuncia uma mentalidade de rapina.
Uns têm que trabalhar até aos 65 anos com reformas cortadas em 20%, mesmo que tenham descontado para a reforma durante 40 anos ou mais. São os trabalhadores portugueses, o grosso da população, a classe mais débil, a mais necessitada, a que deveria de ter mais apoios do Estado. Aquela que tudo produz!
Esta personagem importante da quadrilha que governa Portugal, reformou-se aos 42 anos, com €2.445/mês, após 10 anos de trabalho.
Os portugueses todos, têm de ganhar a consciência que esta canalha de gente nos destruirá. Dizimar-nos é o objectivo central do grande capital financeiro. Fá-lo-ão de qualquer maneira, sabedores que são, que o seu sistema político não lhes resolve o problema de enriquecimento ilícito ao mesmo tempo acompanhado de algum bem-estar social de décadas atrás. O capitalismo tem como meta a atingir a dominação total dos povos e reduzi-los a uma nova forma de escravatura.
PAUL ELOUARD - "É preciso voltar a despertar veredas, a descerrar caminhos, a extravasar as praças e a gritar o teu nome - LIBERDADE"


Adenda
Ao que tudo indica, trata-se de mais uma
sumidade fabricada pela corrupção política.
Após terminado o curso e ter sido uma(a) desses juízes imberbes e incapazes que pululam pelos tribunais nacionais e de cuja incompetência toda a população reclama, a sua pertença à juventude do PSD (como com o Coelho) valeu-lhe que o Governo do Cavaco, claro, nomeasse a então incompetente parasita para Juíza-Conselheira do Tribunal Constitucional. Lá permaneceu desde 2 de Agosto de 1989 até 4 de Março de 1998. Segundo a legislação que a canalha corrupta pare para sua protecção e impunidade criminal, os quase 10 anos de serviço deram-lhe direito à reforma.
Após isto foi mandada vegetar para o Parlamento Europeu, de 20-07-2004 a 13-07-2009, o que lhe dará direito a outra reforma. A estas reformas tem ainda o direito legal de juntar mais meia dúzia ou duas dúzias de reformas – tantas quantas lhe aprouver. São as leis que os portugueses aprovam mediante a sua eleição de quem as faz sem o mínimo controlo dum povo que dele prescinde voluntariamente por não querer viver em democracia. Quem tem o direito de se queixar por ter aquilo que mostra querer ao o aprovar pelo voto?
Revoltante? Não tanto, porque é aceite pelos carneiros.

A miséria provocada no país, a incapacidade dos dirigentes e a sua ausência de controlo, formam um conjunto quase impossível de curar sem que as medidas necessárias sejam tomadas: reeducação do povo deseducado pelos oportunistas da Abrilada e controlo completo dos políticos e das suas decisões e leis pelo povo. Como estes requisitos não parecem ser concretizáveis, devido ao primeiro ser de difícil cumprimento, há uma esmagadora maioria que crê que Portugal jamais levantará cabeça, como se constata numa das sondagens do Leão Pelado. Ao contrário do que as máfias nos querem convencer para nos sacarem os votos e garantirem a impunidade no roubo e na feitura da desgraça nacional, todos parecem ter já compreendido que a miséria não vai durar menos de 10 anos. Vale a pena ir acompanhando os resultados destas sondagens. No entanto, existe uma forma, ainda que não desejável para endireitar o país: a perda da maioria da sua independência por ser incluída numa Europa federal submeterá os políticos a um controlo que o povo recusa ter e cuja falta é, afinal, o factor primordial da desgraça em que vivemos. Sem o seu controlo a nada se chegará. Jamais. O resto são logros para permitirem a continuidade da corrupção e do roubo. Ou controlo completo ou nada.


Quando a injustiça se torna lei, a resistência torna-se um dever.


Outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

05/09/2011

Fome e Miséria Para Uns – Esbanjamento Para Outros à Conta da Miséria dos Esfomeados

O governo anunciou um assassínio em massa para muito em breve. Quem o ouviu, decerto o compreendeu. Todas as prestações do sistema de saúde vão ser reduzidas. Apenas para os que não possam pagá-las, entenda-se bem, porque se estes não podem pagá-las, outros podem. Até existe uma linha de tráfico de influências para se tratarem no estrangeiro à nossa custa.

A declaração mais clara a este respeito foi o anúncio de que iriam assassinar a maioria dos que necessitam do implante dum órgão para poderem viver. A declaração da intenção de matar mais clara seria impossível, pois que foi literalmente mencionada na reportagem que a mostrou.

Isto é intolerável, pois que nenhum estado das finanças o justifica. Temos dois exemplos de serviços de saúde autofinanciados: o da Suécia e o da Suíça. São sistemas opostos.

11/08/2011

Nova Explosão
Novamente Abafada

Explodiu de novo em Inglaterra. Não é novidade, as explosões sucedem-se há anos, principalmente lá e na Alemanha. A frequência não tem parado de aumentar desde há cerca de duas décadas, mas há já alguns anos que quase deixou de se ouvir falar. Passaram a ser abafadas em nome do multiculturismo e a acusar de racistas àqueles que expõem a sua origem.

Os jornais nada dizem sobre essa origem. Só a internet permite uma auscultação mais próxima. Os jornais na internet raramente mencionam a origem, mas também raramente apagam os comentários, como por vezes se constata em Portugal. É neles que se reconhece a opinião popular e não nos noticiários ao serviço das multinacionais que pagam as campanhas eleitorais da política corrupta e se tornam seus mestres e donos. Estes, bombardeando-nos constantemente com mentiras que defendem os interesses dos grandes capitais. Os grandes capitais estão interessados na imigração para mão-de-obra barata dos latifundiários internacionais que cada vez mais se aglomeram.

Como exemplo a uma escala muito pequena, não há ainda muito que vimos Sonaecom, do grupo Sonae, apoderar-se do Clix e pouco depois da Rede4. Sob uma enorme propaganda publicitária de baixas de preços, os clientes da Rede4 viram as suas tarifas aumentadas e regalias confiscadas. Sempre dizendo que tudo era melhor e mais barato. Os lorpas acreditam e compram. Como sempre. Os carneiros, como se lê nos sites dos jornais ingleses.

O descontentamento sobre a imigração muçulmana, sobretudo a africana muçulmana, não pára de crescer pela Europa, sobretudo nos países onde ela é mais forte. O problema é esses indivíduos virem cheios de ódio e de inveja. Os governos apoiam a sua liberdade selvagem e os tribunais não os condenam. Os ingleses dizem que dentro de duas gerações 70% da população será de origem de países muçulmanos.

Os repetidos motins, raramente noticiados, são simples e pura destruição, em grande parte dos seus próprios bairros para que os governos lhes construam casas novas gratuitamente com o dinheiro da população trabalhadora autóctone. Sobre últimos, os dirigentes policiais dizem que nunca presenciaram tal destruição sem motivo aparente: destruir por destruir. Segundo dizem também os comentários dos leitores nos jornais,

06/08/2011

Destruição Nacional
Segunda Vaga

Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.

No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.

O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!

Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.

O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.

Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)

Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.

Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.

27/07/2011

Explosão Abafada

Após os grandes scoops jornaleirsticos sobre a carnificina na Noruega, começou-se a abafar o caso, ou melhor, a desviar a atenção da possível realidade, aliás muito mais provável do que aquilo em que querem que acreditemos

Nem todos os meios são bons para atingir os fins. Certamente que haveria outros métodos e que o Anders Breivik não tirasse a vida aos seus próprios compatriotas, ou pensaria ele que o tempo urgia e que algo chocante seria indispensável? Mesmo assim, não se justifica tal matança bárbara. Foi longe demais e merece ser condenado pelo seu exagero. Este facto, porém, não pode desmentir a maioria dos argumentos que elege no vídeo citado nos noticiários. Embora lá encontre algumas misturas que parecem incorrectas, o fundo é correcto.

Para se ter uma ideia mais certa sobre os sentimentos dos povos, nada melhor que ler os seus comentários na página do seu vídeo. Constatar-se-á que os há três opiniões que sobressaem. Uma é a dos muçulmanos e não vale a pena contar aqui; outra, é a dos seus mesmos compatriotas que condenam a acção sem mais juntarem; outra ainda, a maioritária dos europeus, é a dos seus mesmos compatriotas que compreendem e apoiam a sua intenção, mas que na maioria também o condenam. Muitos comentários contrariam a realidade, como aqueles que o tomam por neonazi, quando o próprio vídeo expressa claramente o contrário. É considerado anti-racista, pró-homossexual e pró-Israel.

Desde o dia do ataque que se desconfia que ele tenha tido o alto patrocínio da Mossad. Começam a levantar-se sérias dúvidas sobre isso. Porém, tudo nos é ocultado. Não parece possível que uma única pessoa pudesse organizar uma acção tão especializada e complicada como a jornaleirada nos quer convencer.

Alguns sites dignos de leitura referem o caso. Sionistas dizem que não lamentam os que morreram: «Nós judeus não somos cristãos. Na religião judaica não há nenhuma obrigação de amar ou lamentar o inimigo». (comentário 41) Outros chamam-lhe «justiça profética». É evidente que para esse povo, os sentimentos humanos pelos outros não têm valor. Ser judeu é muito diferente e pior do que ser árabe. Há árabes cristãos ou de outra religião, mas não não judeus. Ser judeu um misto de raça, religião e intolerância. É desumanização superior à da chária muçulmana.

Do lado palestino, a visão é outra. A Voz da Palestina também acusa os EUA de incitamento à campanha de Israel em sitiar os palestinos.

O facto é que, como se pode ler, tanto do lado sionista como do palestino, o massacre deu-se no dia seguinte àquele em que um ministro visitou a juventude do Partido Trabalhista, precisamente aqueles que no dia seguinte seriam assassinados pelo Breivik. O chefe do movimento (Eskil Pedersen), que deu uma entrevista a um tabloid norueguês disse que ia pedir ao ministério dos negócios estrangeiros um boicote económico de Israel até que acabassem com a matança em Gaza, libertassem esse campo de concentração, acabassem com a construção em terras colonizadas, reconhecessem o estado da Palestina e devolvessem todos os territórios roubados desde 1967. Talvez inútil, tendo em conta o que se segue.

De facto, a Noruega, país profundamente democrático, não pôde continuar a apoiar Israel, como o fizera durante algumas décadas, em vista do seu continuado comportamento contra os Direitos Humanos e incumprimento das decisões do Conselho de Segurança das NU, os métodos usados pelos sionistas, criminosamente apoiados pelos EUA, desde há muito ambos os maiores obstáculos para a paz e não só na região. Os EUA apoiam qualquer ditadura e sistema desde que lhes convenha financeiramente. Tanto apoiam Israel como a Arábia Saudita.

Este último é também um dos casos mais antidemocráticos apoiados pelo ocidente. Já começou mal. A França e a Inglaterra estiveram na base da fundação daquele país constituído por inúmeras tribos que viviam na região, cada uma com seu chefe e mais ou menos independentes, que a união, tal como anda hoje, nunca foi julgada de grande interesse pelos árabes. Faiçal era um dos principais chefes, mas não o único, que se fazia chamar de príncipe. Juntamente com ingleses, franceses e futuros israelitas (a sabra Golda Mehir e o chefe dos terroristas que assassinavam os ocupantes do então protectorado, Bem Gurion, mais tarde presidente de Israel, claro, e cujo nome foi dado ao aeroporto de Jerusalém), resolveram entregar o novo estado da península arábica a Faiçal e este decidiu de lhe dar o nome da sua família, Ben Saud – daí a designação Saudita. A Arábia dos Sauditas, ou seja, da família Ben Saud. Afastou os outros chefes que não se lhe submeteram à facada e ele mesmo teve morte idêntica aí pela segunda metade da década de 1970, se bem me lembro. O reino, propriedade privada da família Ben Saud, é evidentemente administrado apenas pela família. Com a bênção dos EUA, o país que passa a maioria do tempo a apregoar democracia e que se pretende impor como um exemplo a seguir. Se os outros admitem…

Neste contexto, Israel sionista tem perpetrado os maiores crimes humanitários desde os genocídios dos castelhanos nas Américas. Impunemente, graças aos EUA exercem sempre o seu direito de veto no Conselho de Segurança da ONU para impedir que os seus actos malignos lhes acarretem sanções. Isto não pode ser aceite num país realmente democrático. Daí, o boicote planeado a Israel pela Noruega, assim como imensas outras medidas, sendo as mais significativas o seu afastamento de investimentos ou participação no que quer que o estado sionista esteja associado. Destas medidas, as mais conhecidas são talvez as dos negócios e explorações petrolíferas.

Breivik, não é nazi, como alguns afirmam. O que se pode ler claramente nos seus escritos e ver no vídeo fazem dele um ferrenho anti-nazi, não obstante a desinformação ter dito o contrário. É, porém, um adepto do sionismo, o que não é melhor, mas isso nem foi mencionado nos noticiários por ser demasiado significativo contra alguns interesses. Não convém porque existe a possibilidade de que Israel o tenha utilizado como um «shabath goy» (descrição mais completa) para perpetrar o massacre no tradicional dia santo judaico após o ter ajudado na preparação. Também não é provável que ele o venha a confessar, precisamente devido à sua dedicação à causa sionista. Se assim foi, a sua confissão desvalorizaria ainda a sua causa própria: evitar a islamização do seu país e da Europa, a destruição da nossa civilização.

25/07/2011

Explodiu!

Os acontecimentos destes últimos dias na Noruega não são mais do que o levantar da ponta de um véu sobre o resultado dos governos europeus terem obrigado a polícia e os bombeiros a esconder, proibindo-os de revelar a realidade à imprensa. A isto junta-se ainda a irresponsabilidade e pura estupidez jornaleira em que uns 90% a 95% acredita e tenta impingir a ideia de que na conjuntura mundial vigente é possível incluir semitas (muçulmanos e judeus) numa multicultura europeia.

Sim, poderia ser possível, se os EUA não tivessem provocado a clivagem que impuseram no médio oriente em defesa do espírito do mal nazi que habita no povo maldito de Israel sionista. O desaparecimento ou a exterminação dessa ramificação judaica seria a maior contribuição para a paz mundial. Sem essa semente do mal poderia talvez formar-se uma monocultura euro-judaico-muçulmana. Todavia, com os espíritos dos perseguidos pelos EUA revoltados e ao rubro, nem uma miragem chaga a ser.

Este sentimento tem sido aproveitado por organizações extremistas e terroristas para angariar militantes com uma aumentada facilidade, fomentando o seu crescimento. De nada serve lutar contra eles enquanto se lhes incrementem as condições de existência e de expansão.

Se os EUA não solucionarem o problema que eles próprios criaram no médio oriente e a Europa continuar com um cachorro, atrás e a dar ao rabo, que outro país – talvez o Irão – tome a iniciativa de o fazer. Como estamos, a Europa corre cada ano mais e maiores riscos face à sua indecisão e tolerância do mal. Vamos nós ou a s nossas famílias morrer em ataques anticondescendência europeus face ao mal?

Entretanto, os governos, com o conluio dos grandes conglomerados da desinformação, iludem as populações, fazem-lhes acreditar que uma multicultura europeia é possível nestas circunstâncias. Antes (e depois) dos tumultos de 2009, em França, foram ocultados muitos acontecimentos. Notícias do género da padeira que correu com um magrebino da sua padaria provincial armada duma caçadeira, na década de 1980, deixaram de aparecer na imprensa. A França tem culpas diferentes e mais agravantes que os outros países por ter sido ela mesma que, durante a década de 1960, foi contratar um grande número de magrebinos para as suas fábricas de automóveis. Construíram-lhes bairros (guetos), que quando, menos de vinte anos depois, as fábricas deixaram progressivamente de exportar, salvo para países do terceiro mundo (como Portugal) e seus territórios ou DOMTOM (ultramar francês – não, não rejeitaram as suas colónias como Portugal), foram obrigadas a reorganizar-se, modernizar-se e fazer despedimentos em massa e o estado nada fez para evitar que a miséria desses imigrantes convertesse os seus guetos em antros do pequeno crime pela sobrevivência. Os filhos e os netos, que sofram com os pais, odeiam justamente os franceses.

Não é o mesmo em toda a Europa, mas cada país tem os seus problemas semelhantes. Escondem o descontentamento dos autóctones em serem literalmente colonizados pelos imigrantes. Destroem os valores, as tradições e o modo de vida seculares, a religião e os costumes dos povos. Trocaram a política lógica e correcta de imigração em que os imigrantes deviam adaptar-se aos países que os acolhiam pela obrigação dos nacionais a submeterem-se ao modo de vida e cultura dos imigrantes. Erro colossal que os povos, assim colonizados se recusam aceitar, não obstante o encobrimento do facto pelos governos, que escondem actos populares espontâneos originados na revolta e desculpam actos de imposições da parte dos imigrantes.

Na Grã-Bretanha, a maioria dos muçulmanos nas gerações de cerca de 15 a 25 anos de idade apoiam abertamente a Al-Qaeda e todas as suas façanhas terroristas. Embora mais tolerante, o povo inglês não pode nem quer aceitar a sua verdadeira perda de independência. Na Alemanha, na Suécia, na Noruega e na Itália as revoltas populares vêm há muito aumentando, mas continuamente encobertas pelos respectivos governos que dão instruções à polícia e aos bombeiros para esconderem os factos a uma imprensa já por si dominada pelas grandes empresas de comunicações e povoada por gente crédula, como citado acima. Continuem assim e não se admirem pelas consequências.

De sublinhar que nos raros países em que a imigração não é excluída, mas controlada, estes casos não têm lugar. No caso da Suíça, existem quotas de imigração por origem adaptadas às circunstâncias nacionais. Os imigrantes são distribuídos pelos cantões e neles fixados, por cotas, evitando a formação de guetos, favorecendo a sua adaptação ao modo de vida, aos vizinhos, ao clima, ao país em si. «De 5,9% em 1950, a proporção de estrangeiros não cessou de aumentar para atingir 21,7% em 2009. E o aumento prossegue.» É de longe o país europeu com a maior percentagem de imigrantes e refugiados, com cerca do triplo da média daqueles que mais imigrantes albergam, exceptuando os casos especiais do Luxemburgo, da Estónia e da Lituânia. Porém, os problemas aqui em questão não têm lugar nesse país. Os imigrantes adaptam o seu modo de vida ao do país que os recebe em lugar de quererem colonizar os autóctones e de lhes impor o seu próprio modo de vida. Não estão contentes? Desopilem. Prevarica? São repatriados após julgamento e cumprimento de pena, directamente à saída da prisão. Nestas condições não admira que a população os aceite nem que não haja demonstrações contra eles.

Portugal, ainda bem longe dos 5%, já demonstra problemas básicos. A taxa de emprego dos imigrantes é superior à dos nacionais. Alguma coisa parece estar errada. Os gráficos no site da Presidência da República apenas consideram os países da UE, como se os restantes não fossem europeus. Alarves.

16/07/2011

Cavaco, o Chefe da Quadrilha que Desgraçou o País e Assassina os Cidadãos

Que o bandido destruiu as pescas, a agricultura e a indústria é do conhecimento geral, embora a corja jornaleira encubra tanto quanto pode, a fim de provocar a sua eleição e reeleição por um povo desinformado e por ela embrutecido. Muitas dos seus feitos gloriosos, porém, não voltaram ainda à superfície e continuam escondidos e abafados pela mesma corja jornaleira que manipula as notícias.

Quem colocou os primeiros professores a contrato, simultaneamente aumentando os próprios vencimentos e da malta do partido em serviço no governo, direcções, gestores, deputados, em 51%?

A máfia cavaquista caiu em cima dos fundos europeus de coesão -- destinados a preparar Portugal para o futuro, agora -- com enorme sofreguidão. Roubaram quanto puderam para eles, para as famílias e amigos. Canalizaram parte desses roubos para as suas contas em bancos e offshores. Tão fascinados ficaram com o assalto que se esqueceram de cuidar da economia. Os sobejos do que restou do gamanço e que ainda eram muito, puseram-nos a circular para a população ter a ilusão de que tinha enriquecido e não precisava mais trabalhar – dá sempre votos dum povo desnorteado que nem de se aperceber das consequências é capaz..

Fazemos aqui um aparte para nos perguntarmos: se fôssemos cidadão dos países que mais contribuíram mandando para cá o dinheiro que pagaram com os seus impostos e víssemos o que o governo do Cavaco fez dele, engendrando a miséria que se vê, estaríamos dispostos a dar-lhes mais?

Não foi ele também o inaugurador das instituições, das fundações e das empresas públicas e semipúblicas, das parcerias publico-privadas, etc., para albergarem os parasitas das máfias? Não foi ele quem inventou os 25 conselhos fiscais das empresas públicas, constituídos por cinco parasitas cada, pagos a Esc. 250.000$00 mensais cada para se reunirem uma vez por ano? (De notar que o símbolo € substitui Esc. e não o $, como os animais pedantes jornaleiros começaram a escrever e os iletrados ignorantes logo papaguearam.)

Já se esqueceram todos de quem era o mentor dessa corrupção e que queria que o governo do Guterres lhes pagasse indemnizações astronómicas quando saíssem? Porém, o Guterres limitou-se a anular o Decreto-Lei que os tinha nomeado mediante outro DL! Também diminuiu o número dessas comissões de parasitas, mas não teve a coragem de acabar com elas para os seus boys. Lixaram-se e esse mentor passou a odiar quem os lixou e a justiça com que foi feito. O povo foi de tal modo desmemoriado que esse palhaço de vigarista-mor, mordomo do cavaquismo, pode andar agora a pavonear-se por aí armado em cavaleiro anticorrupção com a sua banha da cobra, que ninguém se recorda: o Rui Rio, pois é, paspalhões de garganta.

A região dele tem mais de 50% de beneficiários de RMG, ele diz que se deve acabar com esses subsídios e essa ideia-crime leva os pacóvios a votarem nele. Muitos recebem esse subsídio indevidamente por incapacidade dos irresponsáveis que lho atribuíram e esses, sim, deveriam reembolsar o estado, mas denunciá-lo não dá votos, dá mais abastardando a verdade, como faz o vigarista. A maioria dos políticos são da sua região e ele reclama contra Lisboa, como se o local onde eles se encontrassem (fosse Faro, Guarda ou Bragança) pudesse ter algo a ver com os corruptos; e os mesmos parrecos espertalhaços bebem-lhe o vomitado e votam nele.

30/06/2011

Ladrões na Cidade


Alguns ladrões roubam para comer. Outros por outros motivos. São ladrões de pequena envergadura que na sua maioria são caçados e atirados para a grelha. Outros ainda, roubam em larga escala, roubam não importa quem e mantêm-se em liberdade graças às leis que as máfias oligárquicas a que pertencem fazem para lhes garantir a impunidade.

Com o pretexto hipócrita de diminuir o estacionamento das cidades, os ladrões nada fazem para contrariar a propensão de as invadir com latas motorizadas e poluidoras, mas aproveitam a oportunidade para aumentarem os montantes roubados. Roubo, é a definição correcta deste procedimento. Senão, vejamos.

O problema do estacionamento, ainda que antigo, é relativamente moderno em Portugal, dado que ter lata motorizada só por cá se expandiu décadas depois de muitos outros países. Como o problema neles é imensamente mais antigo, é judicioso que constatemos as medidas neles adoptadas para conter a lataria poluidora fora das cidades. Os métodos não têm sido homogéneos e como em tudo há sempre bons e maus exemplos com melhores ou piores resultados. Porém, se como com tudo continuarmos a copiar apenas e só o que nos outros países está mal ou errado, estamos a trabalhar afincadamente para fazermos da lixeira em que habitamos uma lixeira incomensuravelmente maior. Por isso, referências a casos idênticos não nos interessam. Deixemo-lo para os mesmos do costume: a pandilha dos pedantes jornaleiros desinformadores.

26/06/2011

Fez-se Justiça em Portugal, Finalmente!!!

A justiça portuguesa está de parabéns!!! Depois de anos e anos a batalhar, eis que surgem os primeiros resultados.

· Desde a morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia,
· Ao desaparecimento de Madeleine McCann,
· Ao caso Casa Pia
· Do caso Portucale
· Da compra dos submarinos
· Às escutas ao primeiro-ministro
· Do caso da Universidade Independente, Ao caso da Universidade Moderna
· Do Futebol Clube do Porto
· Da corrupção dos árbitros, À corrupção dos autarcas
· De Fátima Felgueiras, A Isaltino Morais
· Da Braga parques, Ao grande empresário Bibi
· Das queixas tardias de Catalina Pestana, Às de João Cravinho
· Dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida.
. Do processo Costa Freire / Zeze Beleza, quem não se lembra?
· Do miúdo electrocutado no semáforo
· Do outro afogado num parque aquático
· Das crianças assassinadas na Madeira
· Do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico
· Do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal
· A miúda desaparecida em Figueira
· Todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou
· As famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em que ela reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários, políticos.
· Os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran
· Os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal.
· O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
· E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência

Pois é... a justiça portuguesa está de Parabéns! Depois de anos e anos a batalhar eis que surgem os primeiros resultados.

MULTADO POR GUIAR BURRA EMBRIAGADO

O agricultor que há umas semanas foi apanhado a conduzir embriagado uma carroça puxada por um burra, na EN 17, em Celorico da Beira, foi ontem, quinta-feira, condenado, em processo sumário, a pagar 450 euros de multa. Pena pode ser substituída por trabalho comunitário, (Pois este sr. trabalha e não vive com qualquer subsidio do governo)
Jorge Rodrigues, de 34 anos, agricultor, foi condenado pelo Tribunal Judicial de Celorico da Beira, neste caso, a juíza Cláudia Jesus, que considerou "muito grave" o crime pelo qual o agricultor ia acusado, aconselhou-o a nunca pegar num veículo, seja ele a motor ou de tracção animal, depois de ter bebido, condenou um homem apanhado com uma taxa de álcool no sangue a uma pena de 90 dias de multa, à razão de cinco euros por dia, por ter sido apanhado a 11 de Agosto a conduzir o veículo de tracção animal com uma taxa de alcoolemia de 2,85 g/l no sangue.

O valor mínimo da multa aplicada, que totaliza 450 euros, teve em conta, segundo a juíza de turno que ditou a sentença, a situação social do arguido e o facto de ser primário. Foi-lhe ainda aplicada, como pena acessória, a inibição de conduzir qualquer veículo motorizado por um período de sete meses.

A pena exclui a proibição de o arguido guiar a carroça puxada pela burra, o meio de transporte que mais utiliza, pese embora ter licença, segundo o próprio, para conduzir tractores e motociclos." Venda a burra se ela for uma tentação", desafiou

Até que enfim.... e em tempo recorde 8 dias depois julgado e condenado !!!!!!!!!!!!!!


Agora sim, sinto-me mais seguro!!!

16/06/2011

PR Nomeou Criminoso Conscientemente

Eleger ou nomear criminosos condenados não é ilícito em Portugal por não se encontrar mencionado numa constituição antidemocrática que afasta incondicionalmente aquele que numa democracia é o único soberano – o povo. Deixa assim as mãos livres à corrupção política, permitindo-lhe até legislar para tornar impunes todos os seus crimes.

Reconhece-se que a qualquer criminoso, após cumprimento da pena da sua condenação, lhe sejam reconhecidos todos os seus direitos cívicos e políticos, posto que pagou pela sua falta. Porém, o uso universal é que estes infractores percam o direito a ser elegíveis politicamente e sejam para sempre afastados de postos de responsabilidade política. O contrário – a sua aceitação -- só se verifica em ditaduras ou países em que os governantes cheguem ao poder à força, tentando ou não aparentar terem-no feito legalmente ou democraticamente, o que é uma farsa.

O Cavaco nomeou um primeiro-ministro criminoso, condenado por um tribunal criminal, entre outros, e com investigações sobre graves acusações judiciais em curso.

É este o Portugal do Cavaco, aquele em que ele também transformou o país, para além da miséria que em que o mergulhou. Haverá alguém que possa admitir que ele ignore as condenações e as investigações em curso (que certamente irão cedo ser arquivadas ou cujos processos desaparecerão de qualquer gaveta)?

Os lugares mais importantes na hierarquia do estado devem estar abertos a qualquer cidadão, independentemente das suas funções anteriores, da sua instrução ou outras qualificações, mas não da sua honestidade, dignidade ou idoneidade. As isenções de culpas nestes pontos devem ser investigadas, comprovadas e conhecidas (publicadas), previamente a qualquer eleição ou nomeação. Que a constituição não dê valor à moralidade dos políticos e tudo lhes permita, não implica que -- tal como nos países onde a honestidade dos políticos conta, este procedimento importante seja escamoteado por interesses obscuros ou qualquer outro motivo ou âmbito.

Para que não subsistissem dúvidas sobre a honestidade do Cavaco e a sua consciência de que iria nomear um criminoso condenado por um tribunal criminal para primeiro-ministro, alguém teve o descargo de consciência de lhe enviar um e-mail para o endereço que figura como seu contacto na página oficial da Presidência da República na internet. O conteúdo do e-mail, de simples carácter informativo, não necessitava de resposta, salvo relativamente ao protocolo de educação em geral ou oficial. Não obteve nenhuma, o que é, oficialmente, uma confissão e uma confirmação de má fé e de ronha. Sobretudo, se tivermos em conta ser da parte de alguém em que em mais de três quartos das suas declarações menciona desnecessariamente as obrigações protocolares do seu cargo como desculpa do seu comportamento.

Uma cópia desse e-mail chegou ao Blog da Mentira! e para constatação apenas, aqui se publica. Note-se, todavia, que a sua existência não afecta, não aumenta nem limita, nem nada muda à obrigatoriedade do Cavaco em estar a par de conhecimentos públicos e oficiais publicados (veja-se no link do 3º §). Tanto as condenações como as investigações em curso.


Texto do e-mail:

Para: belem@presidencia.pt
Data: 10-6-2011
Assunto: Nomeação


Exmo. Senhor Presidente da República,

Nos jornais e nos blogues lêem-se artigos inquietantes cujo conteúdo creio não ser do conhecimento de V. Ex., mas que estou certo serem do mais alto interesse. Sem me permitir qualquer comentário, creio apenas que V. Ex. ou algum dos seus Exmos. Conselheiros não os desejem ignorar, sobretudo quando parecem propagar-se. A descrição, que inclui documentos e jornais, encontra-se no link abaixo, entre outros, há já mais de uma semana.

Com os protestos da mais elevada estima e consideração, subscrevo-me,

De V. Ex.
Men. Crdo e Atto Vendor
Assinatura + ID

[Link para o artigo revelador publicado nos blogs, por ser uma síntese com menção directa das fontes]

Evidentemente, o envio e a publicação deste e-mail desnecessário não têm outra finalidade que a de ceifar qualquer suposição de que o Cavaco não estivesse ao corrente. Quando ele decidiu nomear um criminoso condenado por um tribunal criminal (e outros) e com investigações judiciais em curso, estava bem consciente do acto imoral e criminoso que estava a perpetrar. Donde ele próprio juntou mais este crime aos que cometeu anteriormente contra o país (link do 4º §).

À luz deste simples facto assumido, como pode alguém contestar ou mesmo admirar-se por outros criminosos, na sua maioria ex-governantes ou do seu partido, assumirem ou terem assumido posições responsabilidade governamental ou nacional. Não é que Portugal é mesmo um paraíso para criminosos em que só pilha-galinhas são condenados e cumprem penas? Já sabíamos. O que, mesmo assim, alguns aparvalhados ainda esperavam era que o Cavaco tivesse realmente sentido de estado em lugar de se andar constantemente a desculpar com ditinhos estúpidos tais como: o presidente deve ou não deve fazer isto ou aquilo, o presidente não deve intrometer-se aqui ou ali, etc.

Palavreado de mestre-escola, claramente usado como desculpa e pedido de aprovação da sua incapacidade de intervenção ou recusa em efectuá-la, de desejo velado de «deixa estar assim». Porque um presidente que se interesse tem sempre oportunidade de intervir. Que mais não seja dirigindo-se à nação, o que ele soube tão bem fazer para se defender no caso pessoal das escutas, mas a que se naga no interesse do país. Cobarde impostor e vigarista.

A desinformação anti-social, escondendo tudo o que possa prejudicar as máfias oligárquicas, de acordo com o seu procedimento habitual, permitiu a eleição dum criminoso, assim como apoia todos os crimes dos políticos.

Este caso, assim como a quase totalidade das reclamações que lemos por todo o lado, tanto sobre injustiças sociais do âmbito das reformas milionárias ou as reformas dos deputados; como os ordenados inexplicáveis dos parasitas do estado; as constantes nomeações afrontosas, a impunidade dos crimes dos políticos e a sua capacidade em legislarem em sua defesa; os assaltos aos lugares da administração pública pelos parasitas incapazes em lugar de concursos, deixando cada vez mais os mais capazes e habilitados no desemprego. Portugal é o país da Europa em que, proporcionalmente, se encontram no desemprego mais pessoas com maior qualificação. Eis aqui o porquê.

Nota:
Os esclarecimentos sobre os crimes do Coelho encontram-se no link do terceiro parágrafo.
Para os amnésicos, sobre como o Cavaco destruiu o pais, encontra-se no link do quarto parágrafo e também aqui e aqui.


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

06/06/2011

Os Portugueses Elegeram um Criminoso Condenado

Os portugueses elegeram um criminoso condenado com conselheiros tais como O Dias Loureiro, o Catroga e outros da mesma estirpe. Este acontecimento não pode ser considerado como simples partidismo dos eleitores.

Ao elegerem um criminoso fizeram uma declaração e uma confissão que todos os que votaram num criminoso fazem sobre os seus princípios, sobre os seus valores, sobre a honra, o cumprimento das leis, a sua própria moralidade. Sobretudo quando havia uma variedade de escolha de candidatos para todos os gostos em quem votar e escolheram o único ou o maior criminoso de entre eles.

O nome de Portugal já estava bem sujo, tal como visto pelos povos democráticos europeus devido a aprovarem a corrupção, julgando que dela poderiam também tirar proveito. Devido aos baixos valores e princípios que adoptaram. Devido a não mostrarem capacidade em controlar os seus próprios políticos.

Agora, elegendo um criminoso atiraram literalmente com o nome do país para a lama mais suja que sai dos esgotos. Por demais, um criminosohá muito mal visto nos meios da UE por incompetente.

A partir de hoje, este blog passa a enunciar o nome do criminoso apenas como Criminoso.

Para esclarecimentos sobre os seus crimes, veja-se a lista dos crimes, das condenações e das investigações da justiça, consumados ou em curso, no artigo descritivo neste blog, imediatamente anterior a este. Todas as confirmações ou dúvidas podem ser vistas ou esclarecidas nos documentos oficiais.

Em Portugal o crime compensa e, como já diversas vezes escrito neste blog, só os pilha-galinhas são condenados. Os maiores criminosos elegem-se.

No estrangeiro está-se perfeitamente ao corrente deste procedimento. Chegam a dizer que Portugal devia estar fora da UE por o povo não saber agir nem comportar-se como numa democracia.

Não podemos, porém, deixar de lembrar a causa a origem do engano em que a população portuguesa vive: A desinformação sistemática, assim como a encenação das notícias; os jornaleiros que dão scoops para tolos, ao editarem as notícias manipulam-nas e modifica-nas quase todas, o grau da manipulação atinge o mais alto nível para inverterem o sentido a 180°. Este exemplo é mais do que uma prova [aqui]

Afinal, ocultando crimes, os conglomerados de média, que são puras ferramentas de propaganda política, económica e comercial, elegeram este Criminoso tal como elegeram duas vezes um muito maior por ter destruído o país: O Cavaco.


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

31/05/2011

A Verdade Sobre Passos Coelho

Temos sido fraudulentamente enganados pelos labregos que promovem os espectáculos nojentos das campanhas eleitorais na televisão. No entanto, alguns jornais e blogs, de evidente menor cobertura têm-se ocupado em saber a verdade e dá-la a conhecer. Os tribunais, ainda que como caracois, também não têm parado.

Conhecendo os factos, devemos constatar que se trata dum criminoso no sentido judicial do termo. Em consequência, o procedimento desses jornaleiros é também obrigatoriamente criminoso por nos estarem a empurrar para eleger um criminoso.

Nesta transcrição estão acumulados três artigos recentes publicados no blog O Verdadeiro Lápis Azul com o mesmo título do presente.


Todos os candidatos destas eleições viram a sua vida escrutinada ao mais ínfimo pormenor. Sabemos tudo e conhecemos bem o passado de José Sócrates, Paulo Portas, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã. De Pedro Passos Coelho nada. Funciona como uma espécie de apagão de “lápis azul” na imprensa portuguesa o escrutínio sobre o passado profissional do líder do PSD que se candidata a futuro Primeiro-ministro. E afinal que passado.

Pedro Passos Coelho tem vários processos de execução fiscal pessoais por frequentes apresentações de declarações fora de prazo. (aqui identificamos alguns desses processos e respectivas coimas).

E como administrador do Grupo Fomentinvest Ambiente, SGPS viu-se envolvido em mais de 10 processos de contra-ordenação (em anexo mapa dos processos de contra-ordenação).

O último foi enquanto Presidente do Conselho de Administração da RIBTEJO em que perdeu no Tribunal da Relação um processo “por muito grave incumprimento das normas de qualidade de água tendo sido aplicada uma coima de 60 mil euros” (outro processo em anexo).

26/05/2011

Origem da Inversão de Valores

Carta enviada de uma mãe a outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP-1 (recebido por e-mail de um ex-colega de armas):


De mãe para mãe...

Cara Senhora,

Vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.

Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência. Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc...

Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho. A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e
despesas para o visitar. Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusive aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família.

Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família.

No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...

Ah! Já me esquecia:
Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.

No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".

Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:
Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...

Direitos Humanos só deveriam ser para "humanos direitos" !!!



Para quem queira reflectir:

Que poderia ter sido o que gerou esta inversão de valores? Quem substituiu os verdadeiros e tradicionais heróis nacionais, implantando os novos heróis rascas? Quem nos convenceu de que a culpa dum roubo é de quem se deixou roubar? Que o valor dos conhecimentos é menos importante que ignorância e a incompetência desde que haja uma cunha, pois que é a norma política dos parasitas que nos governam? Quem nos convenceu de que éramos perfeitos? A tal ponto que não conseguimos ver os nossos defeitos reais para os podermos corrigir e justificar alguma perfeição, ou no mínimo a intenção?

Foi a corrupção política que, com a ajuda da indigna jornaleirada em perfeito conluio, nos cegou e convenceu para que, revendo-nos neles, aprovássemos os seus roubos e votássemos neles. Continuemos, pois, a votar neles a fim de que tudo do que nos queixamos e merecemos por neles termos votado se perpetue para seu bem e nosso mal.

Pelo menos reconheçamos que somos muito mais atrasados e estúpidos do que os magrebinos. Alguém conhece verdadeiramente o nível de instrução e de vida na Líbia? Não, porque também persistem em no-lo esconderem.

Quem quiser mudar não vote num qualquer partido que arvore o slogan da mudança. É mais um slogan como todos os precedentes. Votem em Branco.Os partidos querem todos convencer-nos de que isto é uma asneira porque é o que mais medo lhes faz. Se mesmo assim não resultar, não fiquemos à espera do milagre irreal de que os ogres nos deixem controlá-los: Para a rua e fora com eles!


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

21/05/2011

Os Reis da Mentira

Embora haja sempre oportunistas para fazerem propaganda ao seu partido corrupto, mais uma vez se repete que este post não tem qualquer intenção partidária, mas apenas a de mostrar mais uma vez a falsidade da desinformação jornaleira que embrutece os portugueses. Mentindo-lhes, enganando-os e manipulando desonestamente as informações em despeito do que deveriam fazer e por afronta à população.

Para um curto programa desinformativo após o debate Sócrates-Coelho, a RTP apresentou comentadores que não se focaram nos verdadeiros problemas e interesses do país e mentiram descaradamente. Embora no fundo nem importe quem tenha «ganho» o debate. Os comentadores mentiram ocultando o nervosismo e medo de cão espancado em toda a musculatura facial do Coelho, a 2ª vez depois de face ao Louçã.

Os jornaleiros mostraram comentários do Facebook, mas deviam tê-los procurado à lupa, pois que o que lá se lia por todo o lado eram testemunhos da maneira como o Coelho se comportou, o seu medo estampado no rosto, a fuga às questões do jornalista e do Sócrates, mudando de assunto, a falta de explicações da parte de ambos sobre alguns pontos e as respostas que o primeiro deixou em aberto por querer esconder ou por incapacidade.

Na realidade, pouco importa o debate por já sabermos que daqueles dois só pode vir falsidade. Por isso que o resultado até nem tem valor. O que aqui está em questão é o modo como esses bandos de sacasnas jornaleiros nos desinformam. Pior, não fizeram a mínima alusão à revolta contra a corrupção política que se prepara e alastra actualmente pelo país, devido exactamente ao comportamento das máfias políticas a que esses dois pertencem e é isto o mais importante para Portugal.

09/05/2011

Quem Cala Consente
Quem Vota Aprova

«Mudar a sério», diz o aborto do PSD. Que é isso de PSD? O nome é falso, o partido é outro.

«Querem destruir o sistema de saúde», diz o vigarista do PS, quando a mezinha que fez condenou esse mesmo serviço. Que é isso do PS? O nome é falso e o partido também é outro.

Um fez um erro fenomenal e o outro quer aproveitar-se para realmente destruir o que já está meio destruído, criando mais hobbies da saúde para servirem de antros par os parasitas partidários, como se não houvesse já tantos a eliminar. Nenhum deles propõe pôr esse serviço nacional a funcionar como na Suécia. A Suécia por ter talvez o melhor de todo o mundo e custar tanto como o miserável do português.

Sobre as escolas privadas é fácil. Não há razão para deixarem de existir nem para que recebam dinheiro dos impostos de quem não pode lá pôs os seus filhos. Já são pagas pelos que as frequentam.

Estes salteadores que nos roubam sem assaltarem as nossas casas não apresentam qualquer proposta de interesse nacional que contribua para uma democracia. Nada que os portugueses queiram ouvir. Nenhuma proposta ou ideia para acabar com a corrupção que se alastra por todo o país. Nem uma palavra sobre acabar com os institutos ou as empresas do estado, onde colocam os parasitas dos partidos e lhes dão prémios por esbanjarem, degradarem e obterem os piores resultados empresariais nacionais.

Nenhuma proposta de nenhum dos ladrões corruptos das máfias oligárquicas menciona qualquer dos assuntos cruciais que queremos resolvidos e que se seguem (recebido por e-mail):

04/05/2011

PEC IV Aprovado Com Pequenos Ajustes

A quem quer que tenha ouvido o discurso do Catroga de ontem à noite, seria impossível de não perceber o atrapalhamento e o atabalhoamento daquele impostor, como metia as patas pelas mãos, balbuciava e dizia parvoeiras desconexas.

Durante algum tempo não passou de um mero publicista do seu partido, nem foram mais do isso as cartas que escreveu quase uma por dia, meros panfletos publicitários sem qualquer uso ou utilidade. Doutor em marketing, falsidade e banha da cobra, os principais atributos de todas as oligarquias mafiosas nacionais. Quanto melhor for nestas qualidades, maior é a garantia do seu sucesso. Os partidos assim o querem por os portugueses assim o aprovarem.

Pior ainda foi o canalha do Coelho, que sem pejo nem a mínima sombra de honestidade se ri e goza com o atraso mental geral nacional. Assim o revela pelo seu procedimento em declarar que as obrigações do país agora proclamadas pelo triunvirato eram melhores que o PEC IV; que ele tinha colaborado para uma melhoria. Volta a gozar indecentemente um pobre povo incapaz de reflectir, amnésico e inapto para compreender o que se passa, o que ouve ou o que vê. Descobre os mais baixos sentimentos entre os seus infames pares de todos os partidos, batendo-os aos pontos. Que outra vitória poderia colocar tão grande vilão numa posição de mais profunda repugnância.

Ele sabia muito bem que a UE tinha aprovado esse PEC e que essa decisão era necessária, irrevogável e os seus pontos principais não negociáveis (impostos). Portanto, o que ficou provado, a conclusão a cuja admissão não podemos fugir e que foi indubitavelmente o único motivo que impulsionou este baixo vigarista e Sacana Mor nacional a reprovar o PEC IV, foi que a base única da sua reprovação foi exclusivamente para poder derrubar um governo (bem ou mal) eleito, que a reprovação nacional das suas ideias de malandro não lhe permitia fazer de outro modo. As suas intenções, que tantos têm acusado e muitos mais desconfiado, estão finalmente provadas com nítida limpidez

28/04/2011

Exemplo duma Família da Máfia Nacional que Destruiu o País

Nos outros países toda a gente está ao corrente do que arruinou Portugal e de como o povo esupidificado por uma jornareiragem desinformadora pensa com o seu cérebro atrofiado e incapaz de domar a corrupção política. Acusam agora a justiça pela sua mândria e colaboração com a corrupção, não a investigando.

Os crimes dos políticos são um rol sem fim. Alguém alguma vez ouviu ou leu que um deles tenha sido incriminado seja do que for ou pago a mais pequena multa?


(Recebido por e-mail)

Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
Andreia Jardim - (filha) - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional
João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
Filipa Cunha e Silva - (mulher) - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças
Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora
Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora
Brazão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
Patrícia - (filha 1) - Serviços de Segurança Social
Raquel - (filha 2) - Serviços de Turismo
Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
Carlos Estudante - (marido) - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
Sara Relvas - (filha) - Directora Regional da Formação Profissional
Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
Sidónio Fernandes - (irmão) - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego
Mulher - Directora do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente
Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
Jaime Filipe Ramos - (filho) - vice-presidente do pai
Vergílio Pereira - Ex. Presidente da C.M.Funchal
Bruno Pereira - (filho) - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral do Governo Regional.
Cláudia Pereira - (nora) - Trabalha na ANAM empresa que gere os aeroportos da Madeira
Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira
Leonardo Catanho - (irmão) - Director Regional de Informática (não sabia que havia este cargo)
João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. presidente da C.M.Funchal
Patrícia Dantas de Caires - (filha) - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira.
Raul Caires - (genro e marido da Patrícia) - presidente da Madeira Tecnopólo
Luís Dantas - (irmão) - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
Cristina Dantas - (filha de Luís Dantas) - Directora dos serviços Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
João Freitas, (marido de Cristina Dantas) - director da Loja do Cidadão

25/04/2011

25 de Abril
Comemoração da Desgraça

O "dia da "Liberdade para gamar"
[(Adenda) Ver comentário]

Alguns interrogavam-se sobre o que foi sido feito do 25 de Abril. Hoje, a maioria ainda não conhece a resposta para além dos slogans que ficaram embutidos nas pobres mioleiras dum povo imensamente atrasado, mas os que se interrogam são agora a maioria.

As máfias políticas e as hostes de incompetentes e vigaristas que as apoiam apropriaram-se da Abrilada. Locupletaram-se com salários indecorosos e privilégios injuriosos, simultaneamente retirando ao povo as possíveis vantagens nunca alcançadas e afastando-o duma democracia de que sempre falaram (como acontece apenas nos países em que ela não existe). Convenceram os ignorantes que a democracia era este regabofe dominado por jornaleiros e politiqueiros em que a expressão é vedada ao povo, completamente afastado do poder por uma constituição vergonhosamente arquitectada com essa ronha.

Os slogans passaram um pouco à história e praticamente só um sobrevive, mas a intoxicação levada a cabo pela desinformação sistemática das bandas de jornaleiros que outra préstimo não têm que não seja o de manipularem as notícias, encená-las e contar apenas parte delas para enganar as pessoas e impedi-las de formar a sua própria opinião.

Os caixotes de lixo que são os noticiários são uma propaganda aos partidos, logros e notícias editadas para inserir ideias erradas. Duram frequentemente mais de uma hora! Caso único num país democrático. Metade desse tempo é o normal por toda a Europa. Em Portugal, este tempo extra é utilizado para apoiar as máfias políticas ou apresentar reportagens a ouvir turistas a elogiar a trampa nacional, coisa em que os doutrinados acreditam piamente.

Na véspera da Abrilada, a RTP apresentou uns quadros a que chamou comparativos do antes e do depois de 1974. Os outros canais de impostores também mencionaram comparações idênticas. Este o quadro foi apresentado com o mais baixo propósito de enganar as pessoas. Uma autêntica burla. As comparações eram todas subjectivas, sem excepção, donde, impossivelmente comparáveis.

Uma dessas comparações, os rascas vigaristas intitularam-na de Salário Mínimo. Trata-se duma dupla vigarice. Primeiro não havia salário mínimo em Portugal e nem todos os países o tinham nem têm. Nenhum salário, em qualquer país, em qualquer parte do mundo pode ser comparado de tal maneira crua. Além disso, na década de 1960, um salário de hoje €20 chegava perfeitamente para alimentação variada, renda, roupa, transportes, férias, tudo. Um general do exército ganhava Esc.: 11.000$00. Como comparar da forma que os falsários apresentaram? A clara intenção destes idiotas maliciosos só pode ser a de enganar e embrutecer quem lhes der ouvidos.

Outra comparação enganadora foi acerca do número de crianças mortas à nascença. As comparações foram todas falsas sobretudo por terem sido apresentadas for do contexto.

Portugal nunca foi um país rico, embora sempre se tivesse vivido muito melhor do que em Espanha até às conquistas, extermínios e genocídios (links ao fundo da página) completos dos castelhanos para roubarem outros povos, enriquecendo à custa da desgraça que espalharam pelo mundo que hoje ainda os odeia. Contudo, ao fim da Segunda Guerra Mundial, Portugal estava bem melhor do que a maioria dos países europeus a todos os níveis. Não era milagre, a guerra em que Portugal não entrou tinha-os destruído quase por completo. Foi a partir daí que a Suíça, por também não ter entrado, começou a desenvolver-se com o dinheiro que os nazis e os judeus deixaram nos seus bancos, deixando de ser o país onde poder comer um caldo à noite já era bem bom.

Desde então, todos os países progrediram, inclusivamente os da Cortina de Ferro, embora num grau bem inferior. Portugal também. Após 1974, quando o ritmo de crescimento dos outros países tinha atingido velocidade de cruzeiro, Portugal também continuou a progredir, mas sempre menos do que os outros, o que em simples aritmética se traduz em atraso. Por isso, quando os corruptos e os trafulhas nos falam em grande avanço, mentem descaradamente. Só um lerdo pode acreditar que nos últimos dez anos Portugal se atrasou os efectivos 30 (segundo o Eurostat de há já mais de 2 anos) desde a Abrilada. Tudo arquitectado para sustentar parasitas, ladrões e outras sanguessugas à custa dos mamões que sustentam o regime aprovando-os e votando neles.

Foram estas corjas de salteadores e apoiantes que levaram o país `falência e terceira intervenção do FMI. Isto não aconteceu em nenhum outro país. O que significa que estas corjas são bem piores que as dos outros ou que os portugueses são mais estúpidos por o permitirem, ou ambas as coisas.

Os oficiais de Abril confessam-se todos desiludidos pelo caminho que esta canalha deu ao país. Ainda que sem o apoio geral, Otelo Saraiva de Carvalho chegou mesmo a dizer, há menos de duas semanas [I Online], «que se soubesse como o país ia ficar, não teria realizado o 25 de Abril». Diz ainda que «ouve todos os dias populares dizerem-lhe que o que faz falta é uma nova revolução». O que faz falta é enforcarem os traidores e emprisionarem os seus apoiantes, em lugar dois pilha-galinhas que enchem as prisões.

Que è que se comemora, então, hoje, se não a ganância satisfeita dum punhado de malandros à custa da miséria geral nacional?

Comemora-se a vitória das associaciassões de criminosos que formam as oligarquias políticos.

Comemora-se a glória dos incompetentes embusteiros que mentem descaradamente, desinformam, que os protegem e embrutecem a população, possibilitando assim a miséria e a desgraça que se conhecem.


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

13/04/2011

Quem É o Pedro Passos Coelho?

Ouçamo-lo para o conhecermos. Ele não nos mente, somos nós que não compreendemos a profundeza dos seus discursos e onde ele quer verdadeiramente chegar. Ele é honesto e tampouco quer governar estando fora do governo e sem ter legitimidade eleitoral. É nesta abertura de espírito que devemos analisar algumas das suas frases da sua última entrevista.

Percebemos, ao longo das últimas semanas, que Portugal tinha sido conduzido a uma situação de pré-rotura financeira.

– É tão inteligente que só ao longo das últimas semanas viu algo tão claro como aquilo que o Site da Mentira! publicou há anos? Será um estúpido incapaz ou um reles impostor? Aliás, jamais poderia ser uma surpresa, constatando que há décadas que os portugueses vivem acima dos seus meios e que a dívida do estado se formou por governos incompetentes, a começar pelo do Cavaco, se endividarem para que isso fosse possível.

31/03/2011

Os Fazedores de Crises Financeiras
- Ganância e Cobardia -

Quem ou o quê estará por detrás das ditas avaliações dos mercados?

Após pequena análise mental rudimentar evidencia-se que essas agências de classificação – cujo nome os ignorantes e pedantes não sabem ou não querem traduzir (o segundo caso mais grave que o primeiro por revelar uma deficiência mental no comportamento) – conclui-se eu essas agências são todas Norte Americanas sem excepção.

Como se faz, que só eles as tenham? Na Europa nunca se justificou a sua necessidade por nunca se ter tentado impor uma hegemonia monetária mundial, até porque a existência duma moeda comum é recente. O que aconteceu foi os EUA, na sua ganância de exploração mundial e abolição dos princípios dos Direitos Humanos (na sua constituição apenas como figurantes), que lhes mereceu a justa classificação de imperialistas, inventaram essas agências de classificação A agências servem, evidentemente para desvalorizar o dinheiro dos outros a fim de que eles sós possam gozar da vantagem do valor que se atribuem. Não acreditar ou não querer ver este facto real é negar que a China é praticamente a dona dos EUA já desde fins da década de 1980.

Então os EUA, com a maior dívida mundial continuam com o seu rating inalterável? As agências só funcionam contra os outros países. A sua finalidade é a de manter a hegemonia do Dollar custe o que custar. A legislação dos EUA só permite a emissão de dinheiro à Reserva Federal, mas isto não é respeitado e o governo permite que os bancos possam ter os cofres vazios clamando estarem cheios. Essa hegemonia do Dollar, aliada à infracção da legislação, permite a especulação mundial e ganhar fortunas ilicitamente, do modo que provocou os desastres financeiros de Wall Street e que eles estão a fazer os outros países pagar em seu ligar.

Está-se a passar o que foi previsto por Thomas Jefferson, o terceiro e um dos mais eminentes presidentes dos EUA (1601-1809), há 200 anos:
If the American people ever allowed the banks to control the issuance of their currency, the banks and corporations that will grow up around them will deprive the people of all property until their children will wake up homeless on the continent their fathers occupied.

[Tradução: Se o povo Americano alguma vez permitisse aos bancos controlar a emissão da sua moeda, os bancos e as corporações que crescerão em seu redor privariam as pessoas de todos os seus bens até que os seus filhos acordassem sem casa (uns sem-abrigo) no continente que os seus pais ocuparam.]

O Sixteenth Amendment da constituição, em 1913, veio concretizar o que Thomas Jefferson temia, lançando a Reserva Federal e os bancos no caminho destrutivo que ele previu e que tão bem conhecemos e sofremos.

28/03/2011

Cavaco nomeou filho de Jaime Gama para seu assessor - Portugal - DN

O comentário abaixo, é tudo o que se pode dizer...nada mais vale a pena questionar.


"" Para os filhos das elites não existe desemprego. Qualidade e excelência estão gravados nos seus genes. ""
Phroudhon

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Post reproduzido do blog O culto da verdade

Exemplo do Cavaco, aquele que está a matar os portugueses pela falta de médicos que decretou pessoalmente. Agora, as vítimas, tarados, reclamam pelo país fora, mas não vão reclamar à sua porta e ainda por cima votam nele. Que rebentem, que «quem morre porque quer não se lhe reza por alma». «Cada povo tem o governo que merece», nem mais.


Outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

25/03/2011

Do Mau e do Pior, o Diabo (Cavaco) Que Escolha

A queda do governo tinha sido prevista há muito no Blog da Mentira! A miséria que lavra no país, essa então, há décadas, como se encontra descrito no Site da Mentira! Os desmiolados e os incrédulos, gozavam o autor e tomavam-no por visionário. No entanto, nada havia de mais simples, para isso bastando sacudir a má influência da podridão interna e observar do exterior, tal como dos outros países fizeram, chegando todos à mesma conclusão. Toda a gente o via de elementar que era. Como seria outra coisa possível, quando o Cavaco destruiu a origem das mais importantes fontes de ganhos nacionais? Não contente, espalhou o restante do dinheiro que a sua corja roubou e desbaratou dos fundos de coesão da União Europeia destinados a preparar o país para o futuro, agora. Não existem, portanto, actualmente, condições de recuperação.

Mas não só, que instigou a população inteira a estoirar o seu próprio dinheiro enterrando-se em dívidas que não podia pagar (por não poder produzir após a destruição das fontes de riqueza). Nenhum país enveredou por tal descalabro. Nos países ricos a quase totalidade das pessoas habita em casas alugadas, em grande parte pertencentes a associações, empresas, etc. Os pelintras portugueses foram levados a acreditar que eram ricos à custa da UE e a comprar todos casa. Isto gerou um impulso à construção civil, onde se instalaram muitos políticos parasitas, deu a aparência de riqueza fazendo circular o dinheiro, mas originou também um grande endividamento e falta de fundos nacionais, pois que nada era exportado. Ninguém viu? As máfias políticas sim, mas há um princípio básico de marketing que diz: Tu és OK, eu sou OK. Ou seja, neste caso, as pessoas sentindo-se estupidamente bem [comfortably numb (Pink Floyd)], também estavam contentes com os políticos. O povo anestesiado pela desinformação das bestas jornaleiras, caiu em todos os logros e votava nos seus carrascos. Era a única coisa que interessava às máfias partidárias, que entretanto se apoderaram de todos os lugares mais bem pagos da administração, incompetentes em lugar de contratados por concurso. Repare-se que a maioria dos políticos nacionais são advogados, quase todos falhados, a escola da vigarice, como o mundo conhece. A política portuguesa atrai uma escória de rascas, parasitas, vigaristas, ladrões, impostores, etc.