21/02/2010

Corrupção Assassina 40 Pessoas

A cidade do Funchal, na Madeira, está a ser vítima de temporais, inundações e deslizamento de terrenos devido às grandes chuvas.

Não é uma catástrofe natural inevitável, mas apenas uma das consequências do mau ordenamento do território. Efectivamente, é absolutamente possível coordenar as consequências de acontecimentos naturais do género. Tem sido demonstrado em todo o mundo. Ainda que num grau bastante inferior, constata-se a diferença observada em Lisboa aquando de grandes chuvas. Antes dos trabalhos necessários terem sido efectuados, algumas zonas, como a do Baixa (que burros cheios de auto-estima de iletrados pedantes agora chamam de pombalina, como se houvesse outra), Cais do Sodré / Av. 24 de Julho e a de Benfica tinham inundações enormes mal chovia um pouco.

Os problemas do Funchal são bem conhecidos desde sempre. O temporal de 1993 foi um dos que causaram maiores estragos. O governo regional, constituído por indivíduos nascidos e criados nas ilhas está perfeitamente consciente dessa possibilidade de catástrofe. No entanto nada fez para o evitar. Ou melhor, fingiu fazer. Tanto que disso tem sido permanentemente acusado. O Bicho da Madeira respondeu às acusações de agora dizendo que se a cidade do Funchal não desapareceu por completo foi devido às canalizações feitas nas ribeiras.

Pelos resultados vemos como se comporta esse governo, que nem salvaguarda as vidas dos cidadãos. As obras necessárias deveriam ter sido efectuadas por gente competente e não contratados por modos corruptos. Assim, parte do dinheiro necessário para as ditas obras foi gasto em obras insuficiente e mal feitas, outra parte usada literalmente na corrupção e o restante para outros objectivos que davam mais votos.

No entanto, mesmo roubando, a Madeira é a segunda região nacional mais desenvolvida. Para poderem roubar mais dando menos nas vistas, o governo, porém, exige que o dinheiro que o país deveria dar a outras regiões mais necessitadas lhe seja entregue. Faz sentido?

Assim, concretamente e só desta vez, os políticos corruptos assassinaram 40 pessoas e destruiram propriedade de altíssimo valor ainda não calculado, o tudo em nome da corrupção e da conquista de votos. «Que morram os pacóvios, o que é preciso é não perdermos os tachos.» O futuro próximo nos dirá que os assassinos ficarão impunes, como de costume, ou ainda serão louvados por terem assassinado tão pouca gente. Só em Portugal! Só em Portugal, também, tudo passa e é perfeitamente admitido e aprovado pelos carneiros em que a própria «vontade popular» enunciada no Art° 1º da constituição não é ouvida nem exercida.

SALÁRIOS MILIONÁRIOS, À CUSTA DO CONTRIBUÍNTE...

Governo congela salários até 2013!
«O Diário Económico apurou que o PEC vai prever uma política de moderação salarial para a Função Pública até 2013, com metas definidas sobre o peso da factura com pessoal no total da despesa do Estado»

Ora cá vão uns salariozitos que vão entrar em "moderação" e não vão aumentar:

- Fernando Pinto: TAP, 420 000,00 €
- Faria de Oliveira: CGD, 371 000,00 €
- Henrique Granadeiro: PT, 365 000,00 €
- Vítor Constâncio: Banco Portugal, 249 448,00 €
- Guilherme Costa: RTP, 250 040,00 €
- Fernando Nogueira (este não é o ex-PSD que se encontra em Angola): ISP, Instituto dos Seguros de Portugal, 247 938,00 €
- Carlos Tavares: CMVM, 245 552,00 €
- Vítor Santos: ERSE, Entidade Reguladora da Energia, 233 857,00 €
- Amado da Silva (ex-chefe de gabinete de Sócrates): Anacom, Aut. Reg. da Com. Social, 224 000,00 €
- Mata da Costa: presidente CTT, 200 200,00 €
- José Plácido Reis: Parpública, 134 197,00 €
- Guilhermino Rodrigues: ANA, 133 000,00 €
- Pedro Serra: AdP, 126 686,00 €
- António Oliveira Fonseca: Metro do Porto, 96 507,00 €
- Afonso Camões: Lusa, 89 299,00 €
- Luís Pardal: Refer, 66 536,00 €
- Joaquim Reis: Metro de Lisboa, 66 536,00 €
- José Manuel Rodrigues: Carris, 58 865,00 €
- Fernanda Meneses: STCP, 58 859,00 €
- Cardoso dos Reis: CP, 69 110,00 €

Fonte: Jornal SOL de 22/01/2010

E ainda faltam as Estradas de Portugal, EDP, Brisa, Petrogal, todas as outras reguladoras e observatórios...
Enfim é um fartar, vilanagem!!!
E pedem contenção e moderação!!!!

Imaginem o que é pagar um subsídio de férias ou de Natal a estes senhores: ''Tome lá meu caro amigo 350 000 euros para passar férias ou fazer compras de Natal''.

E pagar-lhes esta reforma... É no mínimo imoral e no máximo corrupção à sombra da lei... Até porque estes cargos não são para técnicos, mas são de nomeação política. É isto que lhes retira toda e qualquer credibilidade junto do povo e dos quadros técnicos.

@Fernando Marques
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06/02/2010

SINTO DESGOSTO DE TER UM BANDIDO COMO PM...

Nuno Santos, director de programas da SIC, é o "executivo de televisão" referido por Mário Crespo na coluna de opinião recusada pelo "Jornal de Notícias" e a quem José Sócrates disse que o pivot do "Jornal das Nove" da SIC Notícias era "um louco" e "um problema" que teria de "ter solução".
Segundo fontes da estação contactadas pelo Expresso, a conversa decorreu no dia de apresentação ao Parlamento da proposta de Orçamento de Estado para 2010, durante a hora de almoço, no Hotel Tivoli, em Lisboa.
Iniciativa da conversa foi de Sócrates

Segundo as mesmas fontes, terá sido José Sócrates e os seus dois ministros dos Assuntos Parlamentares e da Presidência (Jorge Lacão e Silva Pereira) a dirigirem-se à mesa onde se encontrava Nuno Santos a almoçar com a apresentadora de televisão Bárbara Guimarães.
Em tom exaltado e facilmente audível pelos presentes no restaurante, o primeiro-ministro terá tido a iniciativa de falar de Mário Crespo e do conteúdo do seu noticiário, considerando mesmo que o jornalista deveria "ir para o manicómio". "Definiram-me como um problema que teria de ter solução", escreveu Mário Crespo na crónica censurada.
Nuno Santos confirmou palavras do primeiro-ministro

A informação sobre o teor desta conversa chegou ao conhecimento de Mário Crespo, não através dos seus colegas da SIC, mas através de um e-mail "de uma pessoa que estava presente no restaurante e me transmitiu o que ouviu", disse o jornalista ao Expresso.
Crespo confirmou, em seguida, as informações junto de Nuno Santos e de Bárbara Guimarães, antes de escrever a sua habitual crónica destinada ao "Jornal de Notícias". Aliás, no artigo - que seria recusado pelo director do JN por, alegadamente, a informação não ter sido confirmada - Mário Crespo sublinha que o relato "é fidedigno. Confirmei-o" e transcreve mesmo partes do e-mail recebido.
O Expresso tentou contactar Nuno Santos, mas até ao momento o director de programas da SIC não esteve disponível.

Mário Crespo confirmou com Nuno Santos e Bárbara Guimarães as informações.


Rosa Pedroso Lima (www.expresso.pt)

@Fernando Marques
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