25/10/2010

O Grande Circo

Será que alguém terá ainda dúvidas sobre a aprovação do orçamento? Se alguém tiver só as poderá ser devido a nada compreender do que se passa à sua volta, de ignorar os interesse dos partidos e como eles estão a ser satisfeitos à custa do dinheiro que roubam aos contribuintes.

Mesmo um partido que não esteja no governo pode roubar os contribuintes de diversas maneiras, e a usada pelo PSD é das mais selvagens e atrozes.

O interesse do Coelho é o de que o orçamente seja aprovado. Já alguém pensou o que seria do partido se ele o rejeitasse e toda a população viesse a sofrer pesadamente por essa sua opção? Não seria que mesmo os mais tolos se dariam conta do que o partido, por mão do Coelho lhes infligia? O tolos deixam-se enganar fácil e constantemente pela demagogia e pelo feroz marketing político, mas passar cada vez mais fome e perder os seus haveres toca mais profundamente e desperta alguns mais.

O circo armado pelo Coelho é, pois, claramente um enorme logro para conseguir sacar mais votos dos lorpas enquanto os obriga a pagar bem caro com os aumentos de juros que tem provocado (nesta semana subiram constantemente) e de muitos perderem os seus bens.

Vamos lá, continuemos a ser carneiros e a lamber a mão que nos degola. Ser português não é também isso? pelo procedimento das massas nem resta dúvida de que é mesmo.

Aprenda-se como o Coelho tem gozado a população, aproveitado a ignorância provocada pelo conluio da desinformação jornaleira e a imaturidade política nacional que pensa viver em democracia para enganar quantos pode, aumentando-lhes a miséria, com a única finalidade de lhes sacar votos para poder roubá-los impunemente como até hoje todos os partidos no governo têm feito:

Pedro Coelho Chamou Estúpidos aos Portugueses.
Mais uma Vez. Terá razão?


Pedro Coelho Continua a Chamar-nos Estúpidos



Com uma população assim, todos os crimes dos políticos acabam abençoados pela carneiragem:

Os Partidos Políticos São Casas de Putas


Literalmente, o nosso sistema político é uma oligarquia pura que nada tem de democracia. É uma oligarquia constitucional com eleições, uma oligarquia absolutamente dentro da sua definição. Sem um controlo dos políticos por um povo que se queira soberano, não só não pode haver democracia, como não haverá maneira de parar com o regabofe estabelecido, pois que uma oligarquia oferece essa oportunidade. Promessas de políticos não têm qualquer valor, têm que estar consagradas numa constituição.

Os portugueses, tolos como sempre, defendem invariavelmente um partido contra os outros: o «seu», como no futebol, desprezando os seus verdadeiros interesses, que neste sistema eles nunca defendem, mas se serve. Desta forma, são os únicos culpados do estado do país e não são de lamentar pela miséria que sofrem, pois que a eles se deve. Aguentem-se, pois.


Outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

1 comentário:

Anónimo disse...

O Augusto Mateus chamou "Teatro" a este circo