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14/11/2011

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

Como o homem é o único animal que repete os seus erros e os portugueses não perdem nenhuma oportunidade para demonstrarem que seguem a regra com maior afinco do que a generalidade, os políticos estão certos de os enrolar mais uma vez. Os carneiros provam sempre a sua carneirice. Que diferença esperar duma corrupção superior à da Grécia?

A miséria será maior e mais profunda. Os falsos subsídios do 13º e 14º mês – que na realidade são parte integrante dos ordenados e das pensões por assim terem sido sempre tratados oficialmente e de facto – são intocáveis de acordo com o Decreto-lei n.º496/80 de 20 Outubro. Enquanto isto, os ladrões corruptos afirmam que os sacrifícios são partilhados, mas não cortam os seus ganhos como outros países fizeram. Os hipócritas limitaram-se a um bluff ridículo de 5%, o que equivale a uma chapada na população, continuando com ordenados superiores aos dos países ricos. Tendo em conta a realidade do salário médio e do custo de vida, são três ou quatro vezes superiores aos dos seus homónimos europeus e de além-Atlântico.

Cortam os ditos pseudo-subsídios aos ordenados e às pensões aos reformados e outros mais necessitados e auto-exceptuam-se, como se lê do orçamento publicado no Diário da República, 1.ª série, N.º 200, de 18 de Outubro de 2011, página 4659: €2.093.650 de subsídio de férias e de natal aos broncos da Lavandaria Nacional. Aqueles que dizem que nos representam quanto se apresentam a eleições, que fazem o contrário do que disseram e do que queremos, parem leis estúpidas que atrasam o país e impedem o seu desenvolvimento e perdem tempo infinito corrigindo as anteriores. Ladrões incapazes.

O primeiro acto da Maria da Assunção como chefe das osgas que de vez em quando comparecem no Palácio de São Banto, reformada aos 42 anos e acumulando pensão com ordenado (a esta canalha o roubo é permitido de todos os modos e constantemente ainda inventam mais) ao ocupar o seu posto de chefe de quadrilha, foi o de oferecer um BMW 320 ao Mota Amaral, pago com o dinheiro daqueles a quem cortam as pensões. Não é facto evidente que casos destes só podem ter lugar por os carneiros tudo consentirem? Acabem com eles: enforquem os ladrões e exponham-nos em praça pública como fazem na Arábia Saudita aos executados em público.

11/09/2010

Onde Estão os Índios de Cuba?

Onde estão os índios de Cuba e das outras ilhas das Caraíbas? Quando o Colombo chegou às Caraíbas, antes de alcançar o continente, todas as ilhas, excepto as mais pequenas eram habitadas por populações indígenas, índios chamados Caraíbas. Onde estão eles? Para onde foram eles!?

A resposta é bem simples e sempre foi conhecida através dos séculos. Porque no-lo escondem agora os livros escolares e a corja jornaleira desinformadora, assim como os corruptos e ladrões dos políticos traidores?

Havia milénios que nessas paragens viviam populações formadas por "seres dóceis, de bons costumes e amáveis" de constituição física frágil, no dizer dum missionário sevilhano que viajou com o Colombo e assistiu à tragédia desses povos.

Foram todos assassinados ou mortos doutras maneiras pelos bárbaros castelhanos e nem um sobreviveu. Um dessas maneiras foi uma escravatura atroz em que os obrigaram a trabalhar nas minas até à morte. Quando os mataram a todos foram buscar pretos a África, de constituição mais forte, que suportavam melhor a escravidão e as torturas infligidas, que morriam menos, e compreenderam que precisavam deles para o trabalho escravo. Outra maneira, foram as invasões que faziam aos povos em que matavam os habitantes de vilas e aldeias inteiras. Neles praticaram também os mais hediondos e inconcebíveis actos de selvajaria.

Não restou um único índio das Caraíbas. A limpeza, que durou muito poucas décadas, foi radical e total.

Porém, a sua selvajaria não se limitou àquelas ilhas. Os maus fundos desse povo repetiram os mesmos actos em todo o lado onde esteve, espalhando a morte, a tortura e todos os actos resultantes dos instintos de malvadez característicos dessa raça selvagens. Se muitos dos povos dizimados conseguiram sobreviver à chacina e ao genocídio, isso deveu-se apenas a terem fugido (o que nas Caraíbas não foi possível por serem ilhas relativamente pequenas) ou serem em número elevado.

Veja-se o seguinte resumo publicado no site do autor (ficheiro PDF descarregável). Sobretudo, sigam-se os links ao fim. Mais importante ainda e esclarecedor é o relato dos acontecimentos por uma testemunha ocular, o missionário sevilhano que viajou com o Colombo e lá ficou até quase ao fim da sua vida. É um pequeno livro obrigatório por quem quer que se interesse pelo conhecimento da verdade.

25/08/2010

Judeu Assassina Portugueses


O mais falso, vigarista dissimulado, manhoso e obstrutor de medidas destinadas a reduzir eficientemente os crimes na estrada, que por isso os incentiva, assassinando os utilizadores, só pode ser o responsável máximo no alto da pirâmide, como em tudo.

O ministro do interior tem obrigação de zelar pela diminuição das mortes na estrada, mas o seu modo de abordar o problema está provado ser aquele que mais mortes poderá causar. Faz praticamente o contrário, em tudo diferente das medidas tomadas nos países europeus que na década de 1950 tinham um número de mortes dos mais elevados.

As medidas adoptadas foram de dois tipos. Civilizar as pessoas na condução e corrigir a sinalização de modo a torná-la informativa e simultaneamente adequada, tornando-a quase intuitiva, donde fácil de seguir, lógica e credível.